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Economia

Mulheres ruralistas ampliam variedade de alimentos na mesa, diz ministra

Fernanda Machiavelli, primeira mulher a assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, afirmou que a presença feminina no...

15/04/2026 · 15h43
Mulheres ruralistas ampliam variedade de alimentos na mesa, diz ministra

Fernanda Machiavelli, primeira mulher a assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, afirmou que a presença feminina no campo tem contribuído para aumentar a diversidade de alimentos disponíveis à população. A declaração foi dada durante participação no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em 15 de abril de 2026.

Segundo a ministra, dados indicam que a participação das mulheres nas propriedades rurais é, em termos numéricos, equilibrada em relação à dos homens. Machiavelli destacou o contraste entre a agricultura empresarial — concentrada em quatro ou cinco tipos de grãos além da produção de carnes — e a agricultura familiar, responsável por mais de 400 variedades de alimentos, contabilizadas apenas no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

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Quintais produtivos

A ministra atribuiu às mulheres um papel central na produção dos chamados quintais produtivos, responsáveis por grande parte dos alimentos variados que chegam às mesas. Ela citou iniciativas do governo voltadas à organização e estruturação dessas unidades em torno das residências, fruto de reivindicações históricas, como as defendidas pela Marcha das Margaridas.

Machiavelli informou que, até o momento, cerca de 103 mil quintais foram estruturados para beneficiar mulheres rurais. Ela ressaltou que, além das atividades produtivas, as trabalhadoras rurais acumulam tarefas de reprodução social e doméstica, o que aumenta a sobrecarga cotidiana e gera desafios para conciliar trabalho produtivo e afazeres domésticos.

Serviços coletivos e infraestrutura

Entre as demandas apontadas pelas mulheres estão tarefas domésticas que consomem tempo, como lavar roupas. Em resposta, o governo apoiou a criação de lavanderias coletivas agroecológicas em assentamentos, instaladas com apoio de cooperativas e geridas por associações de mulheres. Um exemplo citado na cobertura do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar é a lavanderia coletiva e agroecológica no Assentamento Mulugunzinho, em Mossoró (RN), que deve beneficiar diretamente 80 famílias.

Esses espaços também contam com brinquedotecas para acolher crianças enquanto as mulheres utilizam os serviços e funcionam como locais de encontro para tratar de questões comunitárias.

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Equipamentos e tecnologias

Machiavelli afirmou ainda que o acesso a máquinas e equipamentos é uma prioridade para reduzir a penosidade do trabalho rural e elevar a produtividade. Entre as tecnologias demandadas pelas mulheres estão roçadeiras e outros implementos que economizem tempo e aumentem a eficiência da produção.

Ao relatar as ações do ministério, a ministra frisou que as políticas visam garantir condições de trabalho e de vida melhores para as mulheres no meio rural, sem eliminar a diversidade de produção que caracteriza a agricultura familiar.

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Com informações de Agência Brasil

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Fernanda Machiavelli, primeira mulher a assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, afirmou que a presença feminina no campo tem contribuído para aumentar a diversidade de alimentos disponíveis à população. A declaração foi dada durante participação no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em 15 de abril de 2026.

Segundo a ministra, dados indicam que a participação das mulheres nas propriedades rurais é, em termos numéricos, equilibrada em relação à dos homens. Machiavelli destacou o contraste entre a agricultura empresarial — concentrada em quatro ou cinco tipos de grãos além da produção de carnes — e a agricultura familiar, responsável por mais de 400 variedades de alimentos, contabilizadas apenas no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Quintais produtivos

A ministra atribuiu às mulheres um papel central na produção dos chamados quintais produtivos, responsáveis por grande parte dos alimentos variados que chegam às mesas. Ela citou iniciativas do governo voltadas à organização e estruturação dessas unidades em torno das residências, fruto de reivindicações históricas, como as defendidas pela Marcha das Margaridas.

Machiavelli informou que, até o momento, cerca de 103 mil quintais foram estruturados para beneficiar mulheres rurais. Ela ressaltou que, além das atividades produtivas, as trabalhadoras rurais acumulam tarefas de reprodução social e doméstica, o que aumenta a sobrecarga cotidiana e gera desafios para conciliar trabalho produtivo e afazeres domésticos.

Serviços coletivos e infraestrutura

Entre as demandas apontadas pelas mulheres estão tarefas domésticas que consomem tempo, como lavar roupas. Em resposta, o governo apoiou a criação de lavanderias coletivas agroecológicas em assentamentos, instaladas com apoio de cooperativas e geridas por associações de mulheres. Um exemplo citado na cobertura do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar é a lavanderia coletiva e agroecológica no Assentamento Mulugunzinho, em Mossoró (RN), que deve beneficiar diretamente 80 famílias.

Esses espaços também contam com brinquedotecas para acolher crianças enquanto as mulheres utilizam os serviços e funcionam como locais de encontro para tratar de questões comunitárias.

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Equipamentos e tecnologias

Machiavelli afirmou ainda que o acesso a máquinas e equipamentos é uma prioridade para reduzir a penosidade do trabalho rural e elevar a produtividade. Entre as tecnologias demandadas pelas mulheres estão roçadeiras e outros implementos que economizem tempo e aumentem a eficiência da produção.

Ao relatar as ações do ministério, a ministra frisou que as políticas visam garantir condições de trabalho e de vida melhores para as mulheres no meio rural, sem eliminar a diversidade de produção que caracteriza a agricultura familiar.

Com informações de Agência Brasil

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