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Economia

Petrobras anuncia descoberta de petróleo na Foz do Amazonas

Davi Alcolumbre celebra descoberta de petróleo no Amapá e destaca seu potencial.

15/08/2026 · 11h33
Petrobras anuncia descoberta de petróleo na Foz do Amazonas

Para Davi Alcolumbre, o episódio é histórico para o Amapá e para o Brasil. O presidente do Congresso afirmou que a região “é gigante” e pode impulsionar o desenvolvimento do país. A Petrobras divulgou os primeiros detalhes sobre a descoberta.

Depois de a Petrobras anunciar a descoberta de petróleo na Foz do Rio Amazonas, no Amapá, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, divulgou nota para celebrar o resultado. Alcolumbre destacou que o dia é histórico tanto para o Amapá quanto para o Brasil e reafirmou que a região tem muito a contribuir para o desenvolvimento do país.

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“Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, informou o senador.

A Petrobras afirmou que as operações de perfuração permanecem em curso, com o objetivo de continuar a avaliação exploratória de maneira segura e com respeito ao meio ambiente e às comunidades locais.

Alcolumbre contou que foi comunicado da descoberta pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e celebrou os anos de esforços até esse marco. Ele enfatizou a importância da pesquisa na Margem Equatorial e o potencial de transformar essa riqueza em empregos e oportunidades para a população amapaense.

“Estávamos certos. Foram anos de luta para chegar até aqui. Lutamos pelo direito de pesquisar a Margem Equatorial e conhecer as nossas riquezas. Lutamos para que, sendo possível a exploração, essa riqueza seja transformada em emprego, renda, oportunidades e qualidade de vida para o povo amapaense e contribua para o desenvolvimento do Brasil”, declarou.

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Licença ambiental e riscos das operações

O senador acompanha de perto a situação da Foz desde que o Ibama aprovou o pedido da Petrobras para avançar na liberação da pesquisa marítima na Bacia da Foz do Amazonas. As estimativas indicam que as reservas potenciais de petróleo na Margem Equatorial podem conter entre 10 bilhões e 30 bilhões de barris.

Em outubro, depois de o Ibama conceder a licença de operação para a perfuração de um poço exploratório, Alcolumbre classificou a autorização como um “passo histórico”. A licença foi concedida a menos de um mês da COP30, realizada em Belém (PA), ocasião em que o senador rejeitou a ideia de contradição entre desenvolvimento sustentável e exploração de petróleo na região.

“Não há contradição. Todos os outros países do mundo que estão presentes na COP utilizam a exploração e a pesquisa de petróleo para bancar a transição energética, e a Margem Equatorial será mais um exemplo disso para o nosso país”, afirmou.

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Em fevereiro deste ano, o Ibama aplicou multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras por um vazamento de fluido de perfuração ocorrido em janeiro, episódio que levantou preocupações sobre os riscos ambientais associados às operações.

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Para Davi Alcolumbre, o episódio é histórico para o Amapá e para o Brasil. O presidente do Congresso afirmou que a região “é gigante” e pode impulsionar o desenvolvimento do país. A Petrobras divulgou os primeiros detalhes sobre a descoberta.

Depois de a Petrobras anunciar a descoberta de petróleo na Foz do Rio Amazonas, no Amapá, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, divulgou nota para celebrar o resultado. Alcolumbre destacou que o dia é histórico tanto para o Amapá quanto para o Brasil e reafirmou que a região tem muito a contribuir para o desenvolvimento do país.

“Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, informou o senador.

A Petrobras afirmou que as operações de perfuração permanecem em curso, com o objetivo de continuar a avaliação exploratória de maneira segura e com respeito ao meio ambiente e às comunidades locais.

Alcolumbre contou que foi comunicado da descoberta pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e celebrou os anos de esforços até esse marco. Ele enfatizou a importância da pesquisa na Margem Equatorial e o potencial de transformar essa riqueza em empregos e oportunidades para a população amapaense.

“Estávamos certos. Foram anos de luta para chegar até aqui. Lutamos pelo direito de pesquisar a Margem Equatorial e conhecer as nossas riquezas. Lutamos para que, sendo possível a exploração, essa riqueza seja transformada em emprego, renda, oportunidades e qualidade de vida para o povo amapaense e contribua para o desenvolvimento do Brasil”, declarou.

Licença ambiental e riscos das operações

O senador acompanha de perto a situação da Foz desde que o Ibama aprovou o pedido da Petrobras para avançar na liberação da pesquisa marítima na Bacia da Foz do Amazonas. As estimativas indicam que as reservas potenciais de petróleo na Margem Equatorial podem conter entre 10 bilhões e 30 bilhões de barris.

Em outubro, depois de o Ibama conceder a licença de operação para a perfuração de um poço exploratório, Alcolumbre classificou a autorização como um “passo histórico”. A licença foi concedida a menos de um mês da COP30, realizada em Belém (PA), ocasião em que o senador rejeitou a ideia de contradição entre desenvolvimento sustentável e exploração de petróleo na região.

“Não há contradição. Todos os outros países do mundo que estão presentes na COP utilizam a exploração e a pesquisa de petróleo para bancar a transição energética, e a Margem Equatorial será mais um exemplo disso para o nosso país”, afirmou.

Em fevereiro deste ano, o Ibama aplicou multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras por um vazamento de fluido de perfuração ocorrido em janeiro, episódio que levantou preocupações sobre os riscos ambientais associados às operações.

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