A seleção neozelandesa retorna ao Mundial depois de 16 anos de ausência. O duelo contra o Irã acontece às 22h, em Los Angeles, com nova regra da FIFA garantindo vaga direta à Oceania.
A Nova Zelândia estreia na Copa do Mundo de 2026 nesta segunda-feira, às 22h, contra o Irã, no estádio de Los Angeles. Essa participação marca o fim de um jejum de 16 anos sem a presença da seleção neozelandesa em Mundiais. A nova regra da FIFA, que garante uma vaga direta para a Oceania, aumenta as chances de que essa situação não se repita no futuro.
A partir desta edição, a Nova Zelândia não precisará mais disputar playoffs contra seleções de outros continentes, o que facilita o caminho para o torneio. Desde 2006, a Austrália tem competido nas Eliminatórias da Ásia, o que consolidou ainda mais a hegemonia da Nova Zelândia na Oceania.
A última derrota da seleção neozelandesa para uma equipe do mesmo continente ocorreu há 18 anos, em 2008, quando perdeu para Fiji por 2 a 0, em um jogo marcado pela expulsão do goleiro da Nova Zelândia. Desde então, a equipe disputou 31 partidas em Eliminatórias, conquistando 28 vitórias e três empates, com um total de 99 gols marcados e apenas 11 sofridos.
Chris Wood é o artilheiro da seleção e é um dos destaques esperados na Copa do Mundo. A Nova Zelândia já participou de outras duas edições do torneio, mas sempre enfrentou dificuldades para avançar além da fase de playoffs. A última vez que conseguiu passar foi para a Copa de 2010, ao vencer o Bahrein por 1 a 0.
Após essa vitória, a equipe enfrentou o México em 2014, mas saiu derrotada. Em 2018, o playoff foi contra o Peru, resultando novamente em derrota. Na edição seguinte, a Costa Rica foi responsável por eliminar a Nova Zelândia do torneio.
Na Copa do Mundo de 2026, a Nova Zelândia garantiu a vaga direta, enquanto a Nova Caledônia, que perdeu a final, teve que disputar um playoff com outras seleções, mas acabou derrotada pela Jamaica. O vencedor desse playoff foi a República do Congo.
Atualmente, a Nova Zelândia ocupa a 85ª posição no ranking da FIFA, sendo o pior colocado entre as seleções que competem nesta edição. No grupo G, a equipe enfrenta Bélgica, Egito e Irã, desafios que prometem ser intensos e decisivos para a trajetória da seleção na Copa do Mundo.

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