Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 1 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Novo teto para microempreendedores terá custo de R$ 4 bilhões, afirma ministro

Brasil

Novo teto para microempreendedores terá custo de R$ 4 bilhões, afirma ministro

Ministro afirma que novo teto para MEIs custará R$ 4 bilhões em dois anos.

01/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h30
Novo teto para microempreendedores terá custo de R$ 4 bilhões, afirma ministro

Publicidade

O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, anunciou que a ampliação do teto de faturamento para os Microempreendedores Individuais (MEIs) custará R$ 4 bilhões aos cofres públicos ao longo de dois anos. A declaração foi feita durante uma entrevista recente.

Publicidade

Publicidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na terça-feira (29), um projeto de lei complementar que prevê um reajuste progressivo do limite anual de faturamento. O novo teto passará de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e, em 2028, chegará a R$ 140 mil. Além disso, os MEIs poderão contratar até dois empregados.

Com essa mudança, uma série de novas empresas poderão se enquadrar na categoria, que possui uma carga tributária reduzida, resultando em uma renúncia fiscal significativa. A equipe econômica do governo expressou preocupações sobre o avanço do projeto, especialmente em relação ao PLP 108/2021, que também tratava do reajuste do teto do MEI e do limite de faturamento do Simples Nacional.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

O Ministério da Fazenda chegou a prever que a medida poderia custar R$ 50 bilhões aos cofres públicos. Entretanto, o novo projeto foi considerado uma solução que atende à demanda da categoria, corrige distorções e mantém o impacto fiscal sob controle, segundo avaliação da gestão federal.

“O teto do MEI não era atualizado há quase dez anos, desde 2018. E o presidente Lula tinha determinado que houvesse uma solução. A administração tem um compromisso com a saúde fiscal do país, por isso precisamos de tempo para construir a resposta”, comentou o ministro.

Paulo Pereira também acrescentou que “a medida vai custar R$ 2 bilhões por ano, mas o mais importante é que será feita sem nenhum aumento tributário. Portanto, não será necessário cortar gastos, e a sociedade brasileira não pagará mais tributos para permitir esse arranjo. É um texto que cabe no Orçamento”.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Publicidade

O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, anunciou que a ampliação do teto de faturamento para os Microempreendedores Individuais (MEIs) custará R$ 4 bilhões aos cofres públicos ao longo de dois anos. A declaração foi feita durante uma entrevista recente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na terça-feira (29), um projeto de lei complementar que prevê um reajuste progressivo do limite anual de faturamento. O novo teto passará de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e, em 2028, chegará a R$ 140 mil. Além disso, os MEIs poderão contratar até dois empregados.

Com essa mudança, uma série de novas empresas poderão se enquadrar na categoria, que possui uma carga tributária reduzida, resultando em uma renúncia fiscal significativa. A equipe econômica do governo expressou preocupações sobre o avanço do projeto, especialmente em relação ao PLP 108/2021, que também tratava do reajuste do teto do MEI e do limite de faturamento do Simples Nacional.

O Ministério da Fazenda chegou a prever que a medida poderia custar R$ 50 bilhões aos cofres públicos. Entretanto, o novo projeto foi considerado uma solução que atende à demanda da categoria, corrige distorções e mantém o impacto fiscal sob controle, segundo avaliação da gestão federal.

“O teto do MEI não era atualizado há quase dez anos, desde 2018. E o presidente Lula tinha determinado que houvesse uma solução. A administração tem um compromisso com a saúde fiscal do país, por isso precisamos de tempo para construir a resposta”, comentou o ministro.

Paulo Pereira também acrescentou que “a medida vai custar R$ 2 bilhões por ano, mas o mais importante é que será feita sem nenhum aumento tributário. Portanto, não será necessário cortar gastos, e a sociedade brasileira não pagará mais tributos para permitir esse arranjo. É um texto que cabe no Orçamento”.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA