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Saúde

OMS alerta que aumento da dengue reflete relação entre mudanças climáticas e arboviroses

A Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou atenção para a necessidade de respostas globais de saúde diante dos impactos das mudanças climáticas,...

10/04/2026 · 07h59 · Atualizado às 19h00
OMS alerta que aumento da dengue reflete relação entre mudanças climáticas e arboviroses
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou atenção para a necessidade de respostas globais de saúde diante dos impactos das mudanças climáticas, que têm contribuído para o aumento de casos de dengue e outras arboviroses.

Segundo Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as Américas registraram em 2024 mais de 13 milhões de casos de dengue e mais de 8,4 mil óbitos. Barbosa afirmou que esse cenário evidencia a conexão entre o ambiente e a saúde humana, indicando que a dengue deixou de ser vista apenas como uma doença regional.

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O diretor da OPAS ressaltou que as Nações Unidas atuam regionalmente nas Américas para antecipar riscos, promover a integração da vigilância entre países e facilitar o acesso a vacinas por meio dos Fundos Rotativos Regionais. Ele também destacou a cooperação com instituições científicas, mencionando parcerias com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Rede Pasteur.

Além disso, Barbosa lembrou os esforços de capacitação realizados pela OPAS: milhares de profissionais foram treinados em diagnóstico e manejo clínico da dengue por intermédio do Campus Virtual de Saúde Pública da OPAS.

Cúpula

As declarações foram proferidas durante a Cúpula Uma Só Saúde, realizada em Lyon, na França, na última terça-feira (7). O encontro, promovido pelo governo francês no âmbito do G7, reúne representantes globais para revisar estruturas institucionais de saúde e coordenar ações conjuntas.

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No centro das discussões esteve o conceito de Saúde Única, que enfatiza a interdependência entre a saúde humana, a saúde ambiental e a saúde animal, incluindo ecossistemas e espécies. Entre os temas debatidos estavam fatores que influenciam tanto doenças infecciosas quanto condições não transmissíveis, como a ação de vetores, exposição à poluição, sistemas alimentares sustentáveis e a resistência de bactérias, vírus, fungos e parasitas aos tratamentos disponíveis.

O encontro busca alinhar estratégias internacionais para antecipação de riscos, fortalecimento da vigilância compartilhada e ampliação do acesso a ferramentas de prevenção e controle, diante das mudanças climáticas que afetam a distribuição e a intensidade de arboviroses.

Com informações de Agência Brasil

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou atenção para a necessidade de respostas globais de saúde diante dos impactos das mudanças climáticas, que têm contribuído para o aumento de casos de dengue e outras arboviroses.

Segundo Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as Américas registraram em 2024 mais de 13 milhões de casos de dengue e mais de 8,4 mil óbitos. Barbosa afirmou que esse cenário evidencia a conexão entre o ambiente e a saúde humana, indicando que a dengue deixou de ser vista apenas como uma doença regional.

O diretor da OPAS ressaltou que as Nações Unidas atuam regionalmente nas Américas para antecipar riscos, promover a integração da vigilância entre países e facilitar o acesso a vacinas por meio dos Fundos Rotativos Regionais. Ele também destacou a cooperação com instituições científicas, mencionando parcerias com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Rede Pasteur.

Além disso, Barbosa lembrou os esforços de capacitação realizados pela OPAS: milhares de profissionais foram treinados em diagnóstico e manejo clínico da dengue por intermédio do Campus Virtual de Saúde Pública da OPAS.

Cúpula

As declarações foram proferidas durante a Cúpula Uma Só Saúde, realizada em Lyon, na França, na última terça-feira (7). O encontro, promovido pelo governo francês no âmbito do G7, reúne representantes globais para revisar estruturas institucionais de saúde e coordenar ações conjuntas.

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No centro das discussões esteve o conceito de Saúde Única, que enfatiza a interdependência entre a saúde humana, a saúde ambiental e a saúde animal, incluindo ecossistemas e espécies. Entre os temas debatidos estavam fatores que influenciam tanto doenças infecciosas quanto condições não transmissíveis, como a ação de vetores, exposição à poluição, sistemas alimentares sustentáveis e a resistência de bactérias, vírus, fungos e parasitas aos tratamentos disponíveis.

O encontro busca alinhar estratégias internacionais para antecipação de riscos, fortalecimento da vigilância compartilhada e ampliação do acesso a ferramentas de prevenção e controle, diante das mudanças climáticas que afetam a distribuição e a intensidade de arboviroses.

Com informações de Agência Brasil

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