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Trânsito

Ônibus com 30 passageiros é interceptado em Aracaju sob suspeita de trabalho análogo à escravidão

Um ônibus com cerca de 30 passageiros que receberam promessa de emprego para trabalhar em Santa Catarina foi interceptado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na saída de Aracaju. O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi acionado para investigar possíveis irregularidades, incluindo a presença de crianças e adolescentes no veículo. De acordo com as primeiras apurações […]

14/03/2025 · 13h26 · Atualizado às 18h43
Ônibus com 30 passageiros é interceptado em Aracaju sob suspeita de trabalho análogo à escravidão
Foto: MPT/SE



Um ônibus com cerca de 30 passageiros que receberam promessa de emprego para trabalhar em Santa Catarina foi interceptado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na saída de Aracaju. O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi acionado para investigar possíveis irregularidades, incluindo a presença de crianças e adolescentes no veículo.

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De acordo com as primeiras apurações do MPT, a maioria dos passageiros não soube informar em qual cidade ou empresa iriam atuar. Além disso, muitos não portavam carteira de trabalho ou documentos pessoais, o que levantou suspeitas de condições análogas à escravidão.

A presença de crianças e adolescentes no ônibus também chamou a atenção das autoridades. O procurador do MPT, Alexandre Alvarenga, está ouvindo os trabalhadores para esclarecer as circunstâncias da viagem e identificar possíveis responsáveis pelo recrutamento irregular.

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Equipes da Auditoria Fiscal do Trabalho estão no local para auxiliar nas investigações. O objetivo é garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados e que os responsáveis por eventuais irregularidades sejam punidos.

Como denunciar

Casos de trabalho análogo à escravidão ou exploração de mão de obra podem ser denunciados ao Ministério Público do Trabalho ou à Superintendência Regional do Trabalho.


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Um ônibus com cerca de 30 passageiros que receberam promessa de emprego para trabalhar em Santa Catarina foi interceptado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na saída de Aracaju. O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi acionado para investigar possíveis irregularidades, incluindo a presença de crianças e adolescentes no veículo.

De acordo com as primeiras apurações do MPT, a maioria dos passageiros não soube informar em qual cidade ou empresa iriam atuar. Além disso, muitos não portavam carteira de trabalho ou documentos pessoais, o que levantou suspeitas de condições análogas à escravidão.

A presença de crianças e adolescentes no ônibus também chamou a atenção das autoridades. O procurador do MPT, Alexandre Alvarenga, está ouvindo os trabalhadores para esclarecer as circunstâncias da viagem e identificar possíveis responsáveis pelo recrutamento irregular.

Equipes da Auditoria Fiscal do Trabalho estão no local para auxiliar nas investigações. O objetivo é garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados e que os responsáveis por eventuais irregularidades sejam punidos.

Como denunciar

Casos de trabalho análogo à escravidão ou exploração de mão de obra podem ser denunciados ao Ministério Público do Trabalho ou à Superintendência Regional do Trabalho.


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