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Aracaju, Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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Operação mira cúpula de milícia com R$ 25 mi em lavagem no Rio

Policial

Operação mira cúpula de milícia com R$ 25 mi em lavagem no Rio

Polícia Civil realiza operação contra milícia em Bangu, investigando R$ 25 milhões.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h45
Operação mira cúpula de milícia com R$ 25 mi em lavagem no Rio

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Cinquenta mandados foram cumpridos nesta sexta (19) contra líderes de milícia em Bangu. Grupo é investigado por extorsão e movimentações financeiras suspeitas incompatíveis com renda declarada.

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A Polícia Civil realiza, nesta sexta-feira (19), uma operação contra a milícia que atua na região do Catiri, em Bangu, na zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação tem como alvo integrantes da cúpula do grupo, que é investigado por extorsão e lavagem de dinheiro.

Ao todo, 50 mandados de busca e apreensão são cumpridos na capital, na Baixada Fluminense e no interior do estado. Durante a investigação, os agentes identificaram contas bancárias utilizadas para receber os valores obtidos com as extorsões. A análise financeira revelou movimentações incompatíveis com a renda declarada dos investigados, além do uso de contas de terceiros e de empresas para movimentar e ocultar recursos.

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“O grupo mantinha uma estrutura dividida entre responsáveis pelo controle da área e integrantes encarregados da gestão financeira”, afirmam os investigadores.

As apurações indicam que empresas formalmente registradas eram utilizadas para dificultar o rastreamento do dinheiro e dar aparência legal aos valores movimentados. Os investigadores também apuram a participação de um policial militar no esquema. Segundo os elementos reunidos até o momento, ele teria atuado na circulação de recursos ligados ao grupo e prestado serviços de segurança para integrantes da organização.

Além das extorsões contra empresas prestadoras de serviço, a investigação aponta que o grupo mantinha cobranças regulares impostas a comerciantes, moradores e outros agentes econômicos que atuam em áreas sob sua influência. A operação inclui pedidos de bloqueio de contas bancárias, bens e outros ativos dos investigados.

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De acordo com a Polícia Civil, as movimentações financeiras identificadas durante a apuração superam R$ 25 milhões. As diligências seguem em andamento para identificar outros envolvidos e ampliar o rastreamento dos recursos investigados.

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Cinquenta mandados foram cumpridos nesta sexta (19) contra líderes de milícia em Bangu. Grupo é investigado por extorsão e movimentações financeiras suspeitas incompatíveis com renda declarada.

A Polícia Civil realiza, nesta sexta-feira (19), uma operação contra a milícia que atua na região do Catiri, em Bangu, na zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação tem como alvo integrantes da cúpula do grupo, que é investigado por extorsão e lavagem de dinheiro.

Ao todo, 50 mandados de busca e apreensão são cumpridos na capital, na Baixada Fluminense e no interior do estado. Durante a investigação, os agentes identificaram contas bancárias utilizadas para receber os valores obtidos com as extorsões. A análise financeira revelou movimentações incompatíveis com a renda declarada dos investigados, além do uso de contas de terceiros e de empresas para movimentar e ocultar recursos.

“O grupo mantinha uma estrutura dividida entre responsáveis pelo controle da área e integrantes encarregados da gestão financeira”, afirmam os investigadores.

As apurações indicam que empresas formalmente registradas eram utilizadas para dificultar o rastreamento do dinheiro e dar aparência legal aos valores movimentados. Os investigadores também apuram a participação de um policial militar no esquema. Segundo os elementos reunidos até o momento, ele teria atuado na circulação de recursos ligados ao grupo e prestado serviços de segurança para integrantes da organização.

Além das extorsões contra empresas prestadoras de serviço, a investigação aponta que o grupo mantinha cobranças regulares impostas a comerciantes, moradores e outros agentes econômicos que atuam em áreas sob sua influência. A operação inclui pedidos de bloqueio de contas bancárias, bens e outros ativos dos investigados.

De acordo com a Polícia Civil, as movimentações financeiras identificadas durante a apuração superam R$ 25 milhões. As diligências seguem em andamento para identificar outros envolvidos e ampliar o rastreamento dos recursos investigados.

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