A Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sobe ao palco do Teatro Tobias Barreto na próxima quinta-feira, 6 de novembro, às 20h, para o concerto “Modernidade em Prelúdio: Brasil e Portugal em diálogo na aurora do século XX”. A apresentação terá regência do maestro convidado Daniel Nery e participação do pianista português João Moreira como solista.
Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla e nas bilheterias do teatro, com valores populares. A temporada é promovida pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap/SE), com patrocínio do Banese Card e apoio do Instituto Banese.
Programa
O repertório propõe um percurso do fim do romantismo aos primeiros sinais do modernismo:
- Ludus pro Patria – Augusta Holmès
- Fantasia para piano e orquestra, Op. 20 – Luiz Costa (com João Moreira)
- Concerto para piano em Sol maior – Maurice Ravel (com João Moreira)
- Les Préludes – Franz Liszt
Segundo Daniel Nery, o concerto destaca “o momento em que a música europeia se reinventa”, marcando a transição do heroísmo romântico para novas cores e ritmos. A presença do solista português reforça, de acordo com o maestro, o diálogo cultural entre Brasil e Portugal.
Maestro convidado
Doutor em Música pela Universidade de Aveiro, Daniel Nery é professor de Regência na Universidade Federal de Sergipe. Foi premiado no I Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes e já comandou orquestras como a Filarmônica de Minas Gerais e a Sinfônica de Porto Alegre, além de conjuntos em Portugal, Alemanha e Reino Unido.
Solista
Nascido em Santiago de Bougado-Trofa, João Paulo Moreira formou-se na ESMAE (Porto) e cursa doutorado em Música na Universidade de Aveiro. O pianista já se apresentou em países como Alemanha, México, Espanha, Estônia e Finlândia, foi finalista do Festival Internacional de Piano e Orquestra de Guadalajara (2024) e segundo colocado no Calabria International Piano Competition (2023).
O concerto “Modernidade em Prelúdio” integra a temporada da ORSSE e destaca o intercâmbio musical luso-brasileiro, oferecendo ao público sergipano obras que marcaram a virada para o século XX.
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