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Paolla rejeita Grande Rio e aceita Imperatriz Leopoldinense

Paolla recusou a Grande Rio e aceitou convite da Imperatriz: histórico com a Grande Rio, sinais de desgaste e oferta de protagonismo explicam a decisão.

24/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h22
Paolla rejeita Grande Rio e aceita Imperatriz Leopoldinense

Ex-rainha da Grande Rio em 2009 e 2010, Paolla Oliveira recusou a escola e aceitou o convite da Imperatriz Leopoldinense. A mudança reforça sua posição como segunda maior rainha da Sapucaí e levanta questões sobre sua trajetória.

A decisão de Paolla Oliveira de dizer não à Grande Rio e aceitar convite da Imperatriz Leopoldinense levanta perguntas sobre relações antigas, oportunidades e posição artística no Carnaval do Rio. Paolla hoje aparece como a segunda maior rainha de bateria da Sapucaí, atrás apenas de Viviane Araújo, e vem se consolidando como uma das imagens mais representativas da festa.

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O histórico entre Paolla e a Grande Rio é longo. A atriz foi rainha de bateria da escola pela primeira vez em 2009 e repetiu o posto em 2010, quando desfilou vestida de gari em homenagem a Renato Sorriso. Depois de uma década afastada, ela retornou em 2020 e permaneceu até 2025, quando deixou o posto por questões pessoais.

O Carnaval de 2024 ainda é lembrado pelo momento em que Paolla, vestida de onça pela Grande Rio, parou a Sapucaí. A fantasia gerou forte repercussão nacional e internacional e reforçou a dimensão simbólica que a rainha passou a ter no desfile.

Alguns episódios recentes apontam para um processo de desgaste na relação com a escola. Em 2025, havia expectativa de que Paolla abrisse o desfile da Grande Rio, mas ela acabou não entrando na Avenida e acompanhou a apresentação de camarote. Depois da saída de Virginia Fonseca da Grande Rio, a escola retomou contatos com Paolla, mas a atriz não aceitou ser tratada como opção secundária.

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Nesse cenário, a Imperatriz Leopoldinense surgiu como alternativa. A escola, uma das mais tradicionais do Rio e ligada à família que preservou o legado de Luizinho Drummond, vem se renovando com o carnavalesco Leandro Vieira no comando artístico. Vieira é apontado no meio como um nome de destaque por sua abordagem sobre cultura popular.

Além do projeto artístico, algumas conexões pessoais facilitaram a aproximação: referências positivas feitas por Iza, considerada amiga de Paolla, e a proximidade com Kátia Drummond, da família que comanda a Imperatriz, aproximaram os caminhos. A escola também ofereceu a condição que a Grande Rio não ofereceu neste momento: espaço para que Paolla seja a primeira opção.

Com a transferência, a Imperatriz passa a contar com uma das rainhas de bateria mais expressivas da atualidade, considerada herdeira simbólica do posto ocupado por Viviane Araújo na Sapucaí. Resta agora aguardar o próximo Carnaval para ver como essa união se concretiza na Avenida.

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Ex-rainha da Grande Rio em 2009 e 2010, Paolla Oliveira recusou a escola e aceitou o convite da Imperatriz Leopoldinense. A mudança reforça sua posição como segunda maior rainha da Sapucaí e levanta questões sobre sua trajetória.

A decisão de Paolla Oliveira de dizer não à Grande Rio e aceitar convite da Imperatriz Leopoldinense levanta perguntas sobre relações antigas, oportunidades e posição artística no Carnaval do Rio. Paolla hoje aparece como a segunda maior rainha de bateria da Sapucaí, atrás apenas de Viviane Araújo, e vem se consolidando como uma das imagens mais representativas da festa.

O histórico entre Paolla e a Grande Rio é longo. A atriz foi rainha de bateria da escola pela primeira vez em 2009 e repetiu o posto em 2010, quando desfilou vestida de gari em homenagem a Renato Sorriso. Depois de uma década afastada, ela retornou em 2020 e permaneceu até 2025, quando deixou o posto por questões pessoais.

O Carnaval de 2024 ainda é lembrado pelo momento em que Paolla, vestida de onça pela Grande Rio, parou a Sapucaí. A fantasia gerou forte repercussão nacional e internacional e reforçou a dimensão simbólica que a rainha passou a ter no desfile.

Alguns episódios recentes apontam para um processo de desgaste na relação com a escola. Em 2025, havia expectativa de que Paolla abrisse o desfile da Grande Rio, mas ela acabou não entrando na Avenida e acompanhou a apresentação de camarote. Depois da saída de Virginia Fonseca da Grande Rio, a escola retomou contatos com Paolla, mas a atriz não aceitou ser tratada como opção secundária.

Nesse cenário, a Imperatriz Leopoldinense surgiu como alternativa. A escola, uma das mais tradicionais do Rio e ligada à família que preservou o legado de Luizinho Drummond, vem se renovando com o carnavalesco Leandro Vieira no comando artístico. Vieira é apontado no meio como um nome de destaque por sua abordagem sobre cultura popular.

Além do projeto artístico, algumas conexões pessoais facilitaram a aproximação: referências positivas feitas por Iza, considerada amiga de Paolla, e a proximidade com Kátia Drummond, da família que comanda a Imperatriz, aproximaram os caminhos. A escola também ofereceu a condição que a Grande Rio não ofereceu neste momento: espaço para que Paolla seja a primeira opção.

Com a transferência, a Imperatriz passa a contar com uma das rainhas de bateria mais expressivas da atualidade, considerada herdeira simbólica do posto ocupado por Viviane Araújo na Sapucaí. Resta agora aguardar o próximo Carnaval para ver como essa união se concretiza na Avenida.

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