O ex-técnico da Seleção Brasileira acorda quando solicitado e reduz sedação, mas ainda enfrenta inflamação pulmonar. Quadro é acompanhado de perto no Hospital Samaritano, no Rio.
O ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, localizado na Barra da Tijuca, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira, 22 de junho, ele apresentou sinais de melhora, conforme o boletim médico divulgado pela unidade hospitalar.
Apesar do quadro positivo, Parreira ainda enfrenta inflamação pulmonar e insuficiência respiratória aguda. Segundo informações, ele está com pouca sedação, acorda quando é solicitado, mas ainda necessita de auxílio de aparelhos para respirar.
O renomado treinador, que levou a Seleção Brasileira ao tetracampeonato mundial em Copas do Mundo, está sob os cuidados do pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e de uma equipe assistencial multidisciplinar. Apesar da evolução em seu estado de saúde, a previsão de alta ainda não foi definida.
Parreira foi admitido no hospital na última quinta-feira, 18 de junho, apresentando um quadro de inflamação pulmonar. A equipe médica continua monitorando sua condição, que, apesar das melhorias, requer cuidados intensivos.
“Ele está estável, mas não dos melhores”, afirmou Zinho, atualizador do estado de saúde do ex-técnico.
Carlos Alberto Parreira também luta contra um linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que se origina no sistema linfático, responsável pela produção das células que garantem a imunidade do corpo. Essa doença tende a se espalhar de forma ordenada, afetando inicialmente um grupo de linfonodos antes de avançar para outros. O linfoma ocorre quando um linfócito B se transforma em uma célula maligna, capaz de se multiplicar e se disseminar, produzindo cópias idênticas que podem invadir tecidos adjacentes e, eventualmente, outras partes do corpo.
Estudos indicam que homens apresentem maior propensão ao desenvolvimento dessa doença em comparação às mulheres, com a incidência mais frequente em regiões como pescoço e tórax.
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