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Sergipe

Percentual de trabalhadores com ensino médio e superior cresce em Sergipe, indica IBGE

Levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Anual, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a participação de trabalhadores com níveis médio e superior aumentou em Sergipe entre 2012 e 2024. No mesmo período, porém, o estado manteve o segundo maior índice nacional de pessoas ocupadas sem instrução […]

02/12/2025 · 15h04
Percentual de trabalhadores com ensino médio e superior cresce em Sergipe, indica IBGE

Levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Anual, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a participação de trabalhadores com níveis médio e superior aumentou em Sergipe entre 2012 e 2024. No mesmo período, porém, o estado manteve o segundo maior índice nacional de pessoas ocupadas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto.

Evolução da escolaridade

Em 2012, 44,8% dos trabalhadores sergipanos não tinham instrução ou possuíam apenas o fundamental incompleto. Doze anos depois, essa fatia caiu para 29,6%, redução de 34%.

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O grupo com ensino superior completo foi o que mais avançou: passou de 10,5% para 17,9%, alta de 70%. Já o contingente com ensino médio completo ou superior incompleto subiu de 30% para 39%. Em sentido oposto, o percentual de pessoas com fundamental completo e médio incompleto recuou de 14,8% para 13,5%.

Comparação nacional

Apesar dos avanços, Sergipe apresenta o quinto menor percentual de ocupados com ensino superior completo e com médio completo/superior incompleto no país. Em 2024, o Brasil registrou 19,6% de trabalhadores sem instrução ou com fundamental incompleto, contra 32,6% em 2012. No mesmo intervalo, a proporção de brasileiros com nível superior completo cresceu de 14,1% para 23,4%.

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Setores de atividade

No recorte por atividades, o comércio e a reparação de veículos automotores e motocicletas concentraram, em 2024, 20,2% da força de trabalho sergipana. Em seguida aparecem administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (19,1%), e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (10,6%). Este último setor registrou a maior queda na participação de trabalhadores: em 2012 representava 18,1%, recuo de 41,4%.

“O aumento do nível de escolaridade reforça a importância da educação para o desenvolvimento econômico e social. Contudo, pessoas com baixo grau de instrução continuam mais suscetíveis a subempregos e à subutilização da mão de obra”, destaca João Teles, chefe da Seção da PNAD no IBGE em Sergipe.

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Levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Anual, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a participação de trabalhadores com níveis médio e superior aumentou em Sergipe entre 2012 e 2024. No mesmo período, porém, o estado manteve o segundo maior índice nacional de pessoas ocupadas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto.

Evolução da escolaridade

Em 2012, 44,8% dos trabalhadores sergipanos não tinham instrução ou possuíam apenas o fundamental incompleto. Doze anos depois, essa fatia caiu para 29,6%, redução de 34%.

O grupo com ensino superior completo foi o que mais avançou: passou de 10,5% para 17,9%, alta de 70%. Já o contingente com ensino médio completo ou superior incompleto subiu de 30% para 39%. Em sentido oposto, o percentual de pessoas com fundamental completo e médio incompleto recuou de 14,8% para 13,5%.

Comparação nacional

Apesar dos avanços, Sergipe apresenta o quinto menor percentual de ocupados com ensino superior completo e com médio completo/superior incompleto no país. Em 2024, o Brasil registrou 19,6% de trabalhadores sem instrução ou com fundamental incompleto, contra 32,6% em 2012. No mesmo intervalo, a proporção de brasileiros com nível superior completo cresceu de 14,1% para 23,4%.

Setores de atividade

No recorte por atividades, o comércio e a reparação de veículos automotores e motocicletas concentraram, em 2024, 20,2% da força de trabalho sergipana. Em seguida aparecem administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (19,1%), e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (10,6%). Este último setor registrou a maior queda na participação de trabalhadores: em 2012 representava 18,1%, recuo de 41,4%.

“O aumento do nível de escolaridade reforça a importância da educação para o desenvolvimento econômico e social. Contudo, pessoas com baixo grau de instrução continuam mais suscetíveis a subempregos e à subutilização da mão de obra”, destaca João Teles, chefe da Seção da PNAD no IBGE em Sergipe.

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