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Perícia em 200 litros de whisky apreendidos em Poço Redondo descarta presença de metanol

A Polícia Científica de Sergipe concluiu a análise de 200 litros de whisky retirados de circulação em agosto durante um evento no município de Poço Redondo. Os exames, realizados no Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), não detectaram substâncias nocivas, como o metanol. O material foi apreendido pela Delegacia de Poço Redondo após denúncias […]

03/10/2025 · 10h54
Perícia em 200 litros de whisky apreendidos em Poço Redondo descarta presença de metanol

A Polícia Científica de Sergipe concluiu a análise de 200 litros de whisky retirados de circulação em agosto durante um evento no município de Poço Redondo. Os exames, realizados no Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), não detectaram substâncias nocivas, como o metanol.

O material foi apreendido pela Delegacia de Poço Redondo após denúncias de que bebidas adulteradas estariam sendo oferecidas ao público. De acordo com o delegado Antonio Gledson, a investigação identificou proprietários de barracas de drinks e localizou depósitos onde parte das garrafas apresentava tampas violadas, lacres sobrepostos ou fechamento com embalagem plástica. Alguns suspeitos admitiram que completavam os recipientes com destilados de menor valor e pretendiam vendê-los durante a festa da cidade.

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Em laboratório, peritos criminais examinaram lacres, rótulos, cor e volume das garrafas, além de submeterem o líquido a testes físicos e químicos. “Seguimos todos os requisitos da cadeia de custódia para verificar se as amostras estavam dentro do padrão do fabricante e isentas de compostos prejudiciais à saúde”, explicou o perito Wesley Marques.

Embora nenhuma substância tóxica tenha sido encontrada nesta remessa, o perito lembrou que já houve mortes no país em razão de bebidas adulteradas, inclusive casos envolvendo contaminação por agrotóxicos. Entre os riscos associados estão cegueira e óbito.

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Orientações ao consumidor

Diante de registros recentes de intoxicação em outros estados, o IAPF recomenda que os consumidores verifiquem:

  • Condição e posição do lacre;
  • Impressão e alinhamento do rótulo, bem como dados do fabricante e número de registro;
  • Uniformidade de cor e volume entre garrafas do mesmo lote;
  • Preços muito abaixo da média.

Suspeitas de adulteração devem ser comunicadas à Polícia Civil, pelo telefone 181, ou à Polícia Militar, no 190. A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor e da Ordem Econômica (Decon) também pode ser acionada.

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A Polícia Científica de Sergipe concluiu a análise de 200 litros de whisky retirados de circulação em agosto durante um evento no município de Poço Redondo. Os exames, realizados no Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), não detectaram substâncias nocivas, como o metanol.

O material foi apreendido pela Delegacia de Poço Redondo após denúncias de que bebidas adulteradas estariam sendo oferecidas ao público. De acordo com o delegado Antonio Gledson, a investigação identificou proprietários de barracas de drinks e localizou depósitos onde parte das garrafas apresentava tampas violadas, lacres sobrepostos ou fechamento com embalagem plástica. Alguns suspeitos admitiram que completavam os recipientes com destilados de menor valor e pretendiam vendê-los durante a festa da cidade.

Em laboratório, peritos criminais examinaram lacres, rótulos, cor e volume das garrafas, além de submeterem o líquido a testes físicos e químicos. “Seguimos todos os requisitos da cadeia de custódia para verificar se as amostras estavam dentro do padrão do fabricante e isentas de compostos prejudiciais à saúde”, explicou o perito Wesley Marques.

Embora nenhuma substância tóxica tenha sido encontrada nesta remessa, o perito lembrou que já houve mortes no país em razão de bebidas adulteradas, inclusive casos envolvendo contaminação por agrotóxicos. Entre os riscos associados estão cegueira e óbito.

Orientações ao consumidor

Diante de registros recentes de intoxicação em outros estados, o IAPF recomenda que os consumidores verifiquem:

  • Condição e posição do lacre;
  • Impressão e alinhamento do rótulo, bem como dados do fabricante e número de registro;
  • Uniformidade de cor e volume entre garrafas do mesmo lote;
  • Preços muito abaixo da média.

Suspeitas de adulteração devem ser comunicadas à Polícia Civil, pelo telefone 181, ou à Polícia Militar, no 190. A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor e da Ordem Econômica (Decon) também pode ser acionada.

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