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Pesquisa revela desafios e aponta necessidade de ampliar cursos de aprendizagem profissional em Sergipe

Política

Pesquisa revela desafios e aponta necessidade de ampliar cursos de aprendizagem profissional em Sergipe

Publicidade Um seminário realizado em Sergipe apresentou, nesta semana, os resultados de um estudo que analisou os obstáculos enfrentados por adolescentes e jovens nos programas de Aprendizagem Profissional no estado. O encontro contou com a participação do procurador do Trabalho Raymundo Ribeiro, do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE). Publicidade A pesquisa foi desenvolvida […]

06/11/2025 · 14h45
Pesquisa revela desafios e aponta necessidade de ampliar cursos de aprendizagem profissional em Sergipe

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Um seminário realizado em Sergipe apresentou, nesta semana, os resultados de um estudo que analisou os obstáculos enfrentados por adolescentes e jovens nos programas de Aprendizagem Profissional no estado. O encontro contou com a participação do procurador do Trabalho Raymundo Ribeiro, do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE).

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A pesquisa foi desenvolvida em 2024 pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Tiradentes (Unit), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS). O trabalho avaliou como fatores como raça, nível de escolaridade e renda familiar interferem na qualificação de aprendizes vinculados à Fundação Renascer, ao Ministério Público do Estado de Sergipe (MPSE) e ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

Diagnóstico e proposta de diversificação

Segundo Raymundo Ribeiro, o principal ponto identificado é a necessidade de diversificar os cursos oferecidos pelas entidades formadoras. “Queremos entender o perfil dos adolescentes e jovens, suas perspectivas de futuro e como aprimorar esses programas, garantindo inclusão social por meio do trabalho protegido”, destacou.

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Metodologia

Coordenado pelo professor doutor Ronaldo Marinho, o estudo coletou dados junto ao MPSE, TJSE, prefeituras e conselhos tutelares de municípios sergipanos. “Sabemos que o programa já apresenta resultados positivos e buscamos formas de aprimorá-lo para avançar no atendimento ao adolescente aprendiz”, afirmou Marinho.

Perfil dos participantes

A mestre e doutoranda Jucivania Souza relatou que, para muitos jovens em situação de vulnerabilidade social, o Programa Jovem Aprendiz representa a primeira oportunidade de trabalho. A equipe traçou um perfil sociodemográfico e constatou defasagens entre idade e série escolar, além de dificuldades para acompanhar os cursos disponíveis. A maioria dos entrevistados vive em famílias numerosas com renda de até um salário mínimo.

Capacidade de contratação em Sergipe

A auditora-fiscal do Trabalho Liana Carvalho informou que o estado tem capacidade para contratar 7.877 aprendizes, mas mantém atualmente 5.961 vínculos, o que corresponde a 75% do potencial previsto.

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Um seminário realizado em Sergipe apresentou, nesta semana, os resultados de um estudo que analisou os obstáculos enfrentados por adolescentes e jovens nos programas de Aprendizagem Profissional no estado. O encontro contou com a participação do procurador do Trabalho Raymundo Ribeiro, do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE).

A pesquisa foi desenvolvida em 2024 pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Tiradentes (Unit), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS). O trabalho avaliou como fatores como raça, nível de escolaridade e renda familiar interferem na qualificação de aprendizes vinculados à Fundação Renascer, ao Ministério Público do Estado de Sergipe (MPSE) e ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

Diagnóstico e proposta de diversificação

Segundo Raymundo Ribeiro, o principal ponto identificado é a necessidade de diversificar os cursos oferecidos pelas entidades formadoras. “Queremos entender o perfil dos adolescentes e jovens, suas perspectivas de futuro e como aprimorar esses programas, garantindo inclusão social por meio do trabalho protegido”, destacou.

Metodologia

Coordenado pelo professor doutor Ronaldo Marinho, o estudo coletou dados junto ao MPSE, TJSE, prefeituras e conselhos tutelares de municípios sergipanos. “Sabemos que o programa já apresenta resultados positivos e buscamos formas de aprimorá-lo para avançar no atendimento ao adolescente aprendiz”, afirmou Marinho.

Perfil dos participantes

A mestre e doutoranda Jucivania Souza relatou que, para muitos jovens em situação de vulnerabilidade social, o Programa Jovem Aprendiz representa a primeira oportunidade de trabalho. A equipe traçou um perfil sociodemográfico e constatou defasagens entre idade e série escolar, além de dificuldades para acompanhar os cursos disponíveis. A maioria dos entrevistados vive em famílias numerosas com renda de até um salário mínimo.

Capacidade de contratação em Sergipe

A auditora-fiscal do Trabalho Liana Carvalho informou que o estado tem capacidade para contratar 7.877 aprendizes, mas mantém atualmente 5.961 vínculos, o que corresponde a 75% do potencial previsto.

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