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Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
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Petro veta posse de novo presidente da Colômbia em base militar

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Petro veta posse de novo presidente da Colômbia em base militar

Gustavo Petro veta posse de Abelardo de la Espriella em base militar na Colômbia.

13/07/2026 · 12h59
Petro veta posse de novo presidente da Colômbia em base militar

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, decidiu proibir que o presidente eleito, Abelardo de la Espriella, tome posse em instalações militares. A cerimônia de posse está agendada para o dia 7 de agosto de 2026. Essa decisão foi anunciada no domingo, 12 de julho, e levanta questões sobre a transição de poder no país.

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De la Espriella, representante do partido Defensores de la Patria, havia solicitado ao Congresso que considerasse a possibilidade de realizar a cerimônia de posse em uma unidade das Forças Armadas, preferencialmente fora de Bogotá. No entanto, Petro reafirmou que a lei colombiana exige que as posses presidenciais ocorram no Congresso, na capital.

“Os quartéis militares e policiais permanecem sob meu comando até o momento em que o novo presidente prestar juramento; até então, sou o Comandante Supremo das Forças Armadas. Nenhum oficial saúda um civil a menos que esse civil seja seu Comandante Supremo”, declarou Petro em sua conta no X.

O presidente ainda acrescentou que, exercendo sua autoridade constitucional, ordenou que nenhuma instalação militar fosse utilizada para a posse do novo presidente. Ele citou a Constituição de 1991 para fundamentar sua decisão, destacando que “as leis não são feitas em quartéis; quartéis são para operações de segurança destinadas a defender o povo e suas vidas”.

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O ambiente político na Colômbia se tornou tenso após as eleições presidenciais. Gustavo Petro, que se despede do cargo em 20 de julho, data que coincide com as celebrações da independência do país, antecipou sua saída do governo. Por outro lado, De la Espriella acusou Petro de tentar articular um “golpe de Estado” para permanecer no poder após o término de seu mandato.

Em resposta às acusações, De la Espriella já havia suspendido o processo de transição com a equipe de Petro, interrompendo as reuniões técnicas que estavam em andamento. Ele enfatizou que a cerimônia de posse deve ser realizada conforme as regras estabelecidas, em uma sessão do Congresso, assim como ocorreu com outros presidentes.

“A transferência de poder para o novo presidente é regida pelas leis da República e pela Constituição; essas normas estabelecem que o presidente deve tomar posse perante o Congresso em sessão plenária”, afirmou Petro.

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O clima de incerteza política continua a dominar a cena colombiana, com desdobramentos que podem impactar a estabilidade do novo governo e a relação entre as instituições do país.

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De la Espriella, representante do partido Defensores de la Patria, havia solicitado ao Congresso que considerasse a possibilidade de realizar a cerimônia de posse em uma unidade das Forças Armadas, preferencialmente fora de Bogotá. No entanto, Petro reafirmou que a lei colombiana exige que as posses presidenciais ocorram no Congresso, na capital.

“Os quartéis militares e policiais permanecem sob meu comando até o momento em que o novo presidente prestar juramento; até então, sou o Comandante Supremo das Forças Armadas. Nenhum oficial saúda um civil a menos que esse civil seja seu Comandante Supremo”, declarou Petro em sua conta no X.

O presidente ainda acrescentou que, exercendo sua autoridade constitucional, ordenou que nenhuma instalação militar fosse utilizada para a posse do novo presidente. Ele citou a Constituição de 1991 para fundamentar sua decisão, destacando que “as leis não são feitas em quartéis; quartéis são para operações de segurança destinadas a defender o povo e suas vidas”.

O ambiente político na Colômbia se tornou tenso após as eleições presidenciais. Gustavo Petro, que se despede do cargo em 20 de julho, data que coincide com as celebrações da independência do país, antecipou sua saída do governo. Por outro lado, De la Espriella acusou Petro de tentar articular um “golpe de Estado” para permanecer no poder após o término de seu mandato.

Em resposta às acusações, De la Espriella já havia suspendido o processo de transição com a equipe de Petro, interrompendo as reuniões técnicas que estavam em andamento. Ele enfatizou que a cerimônia de posse deve ser realizada conforme as regras estabelecidas, em uma sessão do Congresso, assim como ocorreu com outros presidentes.

“A transferência de poder para o novo presidente é regida pelas leis da República e pela Constituição; essas normas estabelecem que o presidente deve tomar posse perante o Congresso em sessão plenária”, afirmou Petro.

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