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Policial

PF conclui relatório pela demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão

Relatório da PF recomenda demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de função.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h10
PF conclui relatório pela demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão

A Polícia Federal finalizou o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que resultou em um relatório recomendando sua demissão do cargo de escrivão. A decisão sobre a demissão agora cabe ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, que deverá avaliar a situação em decorrência do abandono de função por parte do ex-parlamentar.

Eduardo Bolsonaro está sob investigação desde janeiro de 2026, devido a faltas injustificadas. O ex-deputado, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve seu mandato cassado em dezembro de 2025 em razão da superação do limite de ausências permitidas.

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Em 2 de janeiro, a Diretoria de Gestão de Pessoas da PF publicou no Diário Oficial da União uma convocação para o retorno imediato de Eduardo ao exercício de suas funções, uma vez que não havia justificativa para a manutenção de sua licença. Além disso, em junho, ele foi condenado pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos de prisão em regime semiaberto, por tentar interferir em um julgamento relacionado a uma trama golpista. O colegiado entendeu que ele tentou pressionar autoridades norte-americanas para que aplicassem punições contra ministros do STF e a economia do Brasil.

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Nesta semana, Eduardo Bolsonaro recebeu um “green card” do governo dos Estados Unidos, que valida sua permanência no país. O afastamento do ex-deputado foi determinado pelo corregedor regional da PF em uma portaria datada de 10 de fevereiro, que foi publicada na quinta-feira. Essa medida era temporária e incluía a determinação de que sua arma de fogo e carteira funcional fossem recolhidas.

Eduardo Bolsonaro é escrivão concursado da PF e tinha se licenciado do cargo para assumir seu mandato como deputado. Contudo, com a cassação de seu mandato, a corporação exigiu que ele retornasse ao trabalho. O processo administrativo foi instaurado devido ao fato de que ele permaneceu vivendo nos Estados Unidos e não se apresentou à PF.

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A Polícia Federal finalizou o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que resultou em um relatório recomendando sua demissão do cargo de escrivão. A decisão sobre a demissão agora cabe ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, que deverá avaliar a situação em decorrência do abandono de função por parte do ex-parlamentar.

Eduardo Bolsonaro está sob investigação desde janeiro de 2026, devido a faltas injustificadas. O ex-deputado, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve seu mandato cassado em dezembro de 2025 em razão da superação do limite de ausências permitidas.

Em 2 de janeiro, a Diretoria de Gestão de Pessoas da PF publicou no Diário Oficial da União uma convocação para o retorno imediato de Eduardo ao exercício de suas funções, uma vez que não havia justificativa para a manutenção de sua licença. Além disso, em junho, ele foi condenado pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos de prisão em regime semiaberto, por tentar interferir em um julgamento relacionado a uma trama golpista. O colegiado entendeu que ele tentou pressionar autoridades norte-americanas para que aplicassem punições contra ministros do STF e a economia do Brasil.

Nesta semana, Eduardo Bolsonaro recebeu um “green card” do governo dos Estados Unidos, que valida sua permanência no país. O afastamento do ex-deputado foi determinado pelo corregedor regional da PF em uma portaria datada de 10 de fevereiro, que foi publicada na quinta-feira. Essa medida era temporária e incluía a determinação de que sua arma de fogo e carteira funcional fossem recolhidas.

Eduardo Bolsonaro é escrivão concursado da PF e tinha se licenciado do cargo para assumir seu mandato como deputado. Contudo, com a cassação de seu mandato, a corporação exigiu que ele retornasse ao trabalho. O processo administrativo foi instaurado devido ao fato de que ele permaneceu vivendo nos Estados Unidos e não se apresentou à PF.

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