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Policial

Operação Janus do MP-SP investiga doleiros ligados ao PCC e tribunais do crime

MP-SP realiza operação Janus para investigar doleiros ligados ao PCC e tribunais do crime.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h53
Operação Janus do MP-SP investiga doleiros ligados ao PCC e tribunais do crime

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) realiza hoje, 21 de julho de 2026, a operação Janus, com o objetivo de investigar a atuação de operadores financeiros associados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Esta ação é parte de um esforço contínuo para desmantelar redes de crime organizado no estado.

Na operação, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre 18 mandados de prisão e outros 18 mandados de busca e apreensão. As investigações se concentram na movimentação de recursos financeiros, incluindo a conversão de dinheiro em espécie em transferências bancárias e a ocultação de valores destinados à organização criminosa.

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Além disso, o MP-SP investiga a participação dos suspeitos em “tribunais do crime”, que são reuniões onde são resolvidos conflitos patrimoniais entre os membros do PCC. Esses tribunais são conhecidos por sua atuação violenta e por decidirem sobre questões que envolvem a organização.

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A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias e aplicações financeiras, além da indisponibilidade de imóveis e veículos pertencentes aos investigados. O bloqueio de bens foi estabelecido até o limite de R$ 10 milhões por pessoa física, o que demonstra a magnitude das operações contra o crime organizado.

Essa ação é resultado de um trabalho investigativo que se desenvolveu a partir das operações Bazaar, Recidere e Salus et Dignitas, que já haviam identificado e combatido diversas atividades ilícitas relacionadas ao PCC. A operação Janus representa mais um passo na luta das autoridades contra o crime organizado em São Paulo.

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) realiza hoje, 21 de julho de 2026, a operação Janus, com o objetivo de investigar a atuação de operadores financeiros associados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Esta ação é parte de um esforço contínuo para desmantelar redes de crime organizado no estado.

Na operação, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre 18 mandados de prisão e outros 18 mandados de busca e apreensão. As investigações se concentram na movimentação de recursos financeiros, incluindo a conversão de dinheiro em espécie em transferências bancárias e a ocultação de valores destinados à organização criminosa.

Além disso, o MP-SP investiga a participação dos suspeitos em “tribunais do crime”, que são reuniões onde são resolvidos conflitos patrimoniais entre os membros do PCC. Esses tribunais são conhecidos por sua atuação violenta e por decidirem sobre questões que envolvem a organização.

A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias e aplicações financeiras, além da indisponibilidade de imóveis e veículos pertencentes aos investigados. O bloqueio de bens foi estabelecido até o limite de R$ 10 milhões por pessoa física, o que demonstra a magnitude das operações contra o crime organizado.

Essa ação é resultado de um trabalho investigativo que se desenvolveu a partir das operações Bazaar, Recidere e Salus et Dignitas, que já haviam identificado e combatido diversas atividades ilícitas relacionadas ao PCC. A operação Janus representa mais um passo na luta das autoridades contra o crime organizado em São Paulo.

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