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Justiça

PF encontra pedido de asilo na Argentina no celular de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro tem até a noite desta sexta-feira (22) para se manifestar sobre a descoberta de um pedido de asilo na Argentina em seu celular, além de indícios de que ele teria descumprido medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

22/08/2025 · 09h07
PF encontra pedido de asilo na Argentina no celular de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro tem até a noite desta sexta-feira (22) para se manifestar sobre a descoberta de um pedido de asilo na Argentina em seu celular, além de indícios de que ele teria descumprido medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Polícia Federal (PF) indiciou Bolsonaro e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, por coação para interferir no julgamento da trama golpista. A investigação também atingiu o pastor Silas Malafaia, após mensagens entre ele e o ex-presidente terem sido encontradas. O celular de Bolsonaro ainda revelou uma minuta de um pedido de asilo na Argentina, levantando suspeitas de que ele planejava fugir do país.

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O relatório da PF aponta que Bolsonaro teria mantido a produção e divulgação de mensagens nas redes sociais, mesmo com a proibição judicial. A PF também descobriu que o ex-presidente teve contato com outros réus, como o general Walter Souza Braga Netto, que em fevereiro de 2024 enviou uma mensagem a Bolsonaro em um número pré-pago, violando a determinação do STF que impedia a comunicação entre os investigados.

O documento de 33 páginas encontrado no celular de Bolsonaro, sem data e sem assinatura, era endereçado ao presidente argentino Javier Milei. Nele, Bolsonaro se diz perseguido político e pede asilo, afirmando que sua prisão poderia ser decretada de forma “injusta, ilegal, arbitrária e inconstitucional”.

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A Polícia Federal afirma que o teor do documento prova que o ex-presidente planejou fugir do país para impedir a aplicação da lei penal. Os metadados do arquivo mostram que o pedido de asilo foi criado por um usuário chamado “Fernanda Bolsonaro”, o que pode estar vinculado à nora do ex-presidente.

Diante das descobertas, o ministro Alexandre de Moraes deu um prazo de 48 horas para a defesa de Bolsonaro se manifestar.

Foto: Reprodução/TV Globo

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O ex-presidente Jair Bolsonaro tem até a noite desta sexta-feira (22) para se manifestar sobre a descoberta de um pedido de asilo na Argentina em seu celular, além de indícios de que ele teria descumprido medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Polícia Federal (PF) indiciou Bolsonaro e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, por coação para interferir no julgamento da trama golpista. A investigação também atingiu o pastor Silas Malafaia, após mensagens entre ele e o ex-presidente terem sido encontradas. O celular de Bolsonaro ainda revelou uma minuta de um pedido de asilo na Argentina, levantando suspeitas de que ele planejava fugir do país.

O relatório da PF aponta que Bolsonaro teria mantido a produção e divulgação de mensagens nas redes sociais, mesmo com a proibição judicial. A PF também descobriu que o ex-presidente teve contato com outros réus, como o general Walter Souza Braga Netto, que em fevereiro de 2024 enviou uma mensagem a Bolsonaro em um número pré-pago, violando a determinação do STF que impedia a comunicação entre os investigados.

O documento de 33 páginas encontrado no celular de Bolsonaro, sem data e sem assinatura, era endereçado ao presidente argentino Javier Milei. Nele, Bolsonaro se diz perseguido político e pede asilo, afirmando que sua prisão poderia ser decretada de forma “injusta, ilegal, arbitrária e inconstitucional”.

A Polícia Federal afirma que o teor do documento prova que o ex-presidente planejou fugir do país para impedir a aplicação da lei penal. Os metadados do arquivo mostram que o pedido de asilo foi criado por um usuário chamado “Fernanda Bolsonaro”, o que pode estar vinculado à nora do ex-presidente.

Diante das descobertas, o ministro Alexandre de Moraes deu um prazo de 48 horas para a defesa de Bolsonaro se manifestar.

Foto: Reprodução/TV Globo

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