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Política

PL fecha chapa só com filiados no Rio e confirma Jordy ao Senado

PL formará chapa exclusiva no Rio de Janeiro após desistências de aliados.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h13
PL fecha chapa só com filiados no Rio e confirma Jordy ao Senado

Após desistências de aliados, o PL montou chapa composta apenas por filiados no Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro anunciou Carlos Jordy para o Senado, que disputará a vaga ao lado de Carlos Portinho.

O Partido Liberal (PL) formará uma chapa exclusivamente composta por seus filiados nas eleições do Rio de Janeiro, após desistências sucessivas de aliados de outras siglas. Nesta terça-feira (4), foram anunciados os últimos detalhes dessa composição.

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O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), confirmou o deputado federal Carlos Jordy (PL) como o segundo nome ao Senado do partido no estado. Jordy se juntará ao senador Carlos Portinho (PL) na disputa pelas duas vagas na Casa Legislativa.

“Se os EUA invadirem o Brasil, a gente terá que abrir o portão”, diz Múcio

A vereadora de Niterói, Fernanda Louback (PL), foi escolhida como vice na chapa ao governo estadual, que será liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL).

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Essas definições surgem após uma série de desistências, incluindo da federação PP-União Brasil, que decidiu seguir um caminho de neutralidade nas eleições. No Rio de Janeiro, havia a possibilidade de que o PP indicasse um candidato a vice para Douglas Ruas, com o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), mas essa articulação não avançou na reta final.

Como resultado, o PL optou por uma solução interna e escolheu Fernanda Louback, que inicialmente seria candidata a deputada estadual, para compor a chapa. Em maio, o ex-governador Cláudio Castro (PL) retirou sua pré-candidatura ao Senado após ser alvo de operações da Polícia Federal que investigam possíveis ligações com o empresário Ricardo Magro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Sua candidatura já enfrentava dificuldades devido à inelegibilidade imposta pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mais recentemente, na segunda-feira (3), o ex-deputado Márcio Canella (União Brasil) anunciou sua desistência de concorrer a uma vaga no Senado, após ser investigado em uma operação da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo postos de combustíveis. Ao invés de buscar uma vaga no Senado, Canella decidiu concorrer a um novo mandato na Alerj.

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Com essas mudanças, Portinho passou a substituir Castro, e Jordy assumiu o lugar de Canella. A formação de uma chapa exclusivamente com filiados ao PL no berço do bolsonarismo reflete as dificuldades enfrentadas por Flávio Bolsonaro na ampliação de sua coalizão eleitoral. Essa definição também destaca uma tendência observada em outras regiões do país: diante da resistência das cúpulas partidárias em apoiar formalmente a candidatura de Flávio Bolsonaro, o PL tem priorizado chapas próprias e acordos regionais, buscando preservar a visibilidade do partido mesmo sem uma aliança nacional mais ampla.

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Após desistências de aliados, o PL montou chapa composta apenas por filiados no Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro anunciou Carlos Jordy para o Senado, que disputará a vaga ao lado de Carlos Portinho.

O Partido Liberal (PL) formará uma chapa exclusivamente composta por seus filiados nas eleições do Rio de Janeiro, após desistências sucessivas de aliados de outras siglas. Nesta terça-feira (4), foram anunciados os últimos detalhes dessa composição.

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), confirmou o deputado federal Carlos Jordy (PL) como o segundo nome ao Senado do partido no estado. Jordy se juntará ao senador Carlos Portinho (PL) na disputa pelas duas vagas na Casa Legislativa.

“Se os EUA invadirem o Brasil, a gente terá que abrir o portão”, diz Múcio

A vereadora de Niterói, Fernanda Louback (PL), foi escolhida como vice na chapa ao governo estadual, que será liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL).

Essas definições surgem após uma série de desistências, incluindo da federação PP-União Brasil, que decidiu seguir um caminho de neutralidade nas eleições. No Rio de Janeiro, havia a possibilidade de que o PP indicasse um candidato a vice para Douglas Ruas, com o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), mas essa articulação não avançou na reta final.

Como resultado, o PL optou por uma solução interna e escolheu Fernanda Louback, que inicialmente seria candidata a deputada estadual, para compor a chapa. Em maio, o ex-governador Cláudio Castro (PL) retirou sua pré-candidatura ao Senado após ser alvo de operações da Polícia Federal que investigam possíveis ligações com o empresário Ricardo Magro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Sua candidatura já enfrentava dificuldades devido à inelegibilidade imposta pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mais recentemente, na segunda-feira (3), o ex-deputado Márcio Canella (União Brasil) anunciou sua desistência de concorrer a uma vaga no Senado, após ser investigado em uma operação da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo postos de combustíveis. Ao invés de buscar uma vaga no Senado, Canella decidiu concorrer a um novo mandato na Alerj.

Com essas mudanças, Portinho passou a substituir Castro, e Jordy assumiu o lugar de Canella. A formação de uma chapa exclusivamente com filiados ao PL no berço do bolsonarismo reflete as dificuldades enfrentadas por Flávio Bolsonaro na ampliação de sua coalizão eleitoral. Essa definição também destaca uma tendência observada em outras regiões do país: diante da resistência das cúpulas partidárias em apoiar formalmente a candidatura de Flávio Bolsonaro, o PL tem priorizado chapas próprias e acordos regionais, buscando preservar a visibilidade do partido mesmo sem uma aliança nacional mais ampla.

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