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Política

EUA afirmam que embaixadora do Brasil pode permanecer em Washington

EUA afirmam que embaixadora do Brasil pode permanecer em Washington sem ser persona non grata.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h14
EUA afirmam que embaixadora do Brasil pode permanecer em Washington

O Departamento de Estado dos EUA informou nesta terça-feira (4 de agosto de 2026) que a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, não implica uma declaração de persona non grata. A medida, segundo a pasta, é uma resposta à demora do governo brasileiro em conceder o agrément ao indicado do presidente Donald Trump para liderar a Embaixada dos EUA em Brasília.

De acordo com as autoridades americanas, caso a embaixadora deixe os Estados Unidos, será necessário que ela solicite um novo visto para retornar ao país. A revogação do visto é caracterizada como uma “medida de reciprocidade” em relação à situação diplomática entre os dois países.

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O governo dos EUA destacou ter mantido comunicação constante com o Brasil “durante semanas” e ter oferecido “todas as oportunidades” para que a questão fosse resolvida. No entanto, o Departamento de Estado afirmou que o Brasil “continuamente postergou decisões e criou obstáculos” para a concretização do processo diplomático.

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“Mantivemos contato constante com o governo brasileiro durante semanas e demos a ele todas as oportunidades para agir corretamente; no entanto, o governo tem continuamente postergado decisões e criado obstáculos. Não se trata de uma declaração de ‘persona non grata’, embora outras opções diplomáticas permaneçam em pauta caso o governo brasileiro continue a protelar ou se recusar a conceder o agrément. Esta é uma medida de reciprocidade. Caso a embaixadora deixe o país, ela precisaria solicitar um novo visto”, disse o Departamento de Estado.

Além disso, o governo dos EUA reafirmou que o presidente Trump tem o direito de escolher quem representa os interesses americanos no exterior. “O presidente Trump está montando uma equipe diplomática de elite — sob a premissa de ‘América em Primeiro Lugar’ — em toda a sua administração, sujeita ao aconselhamento e consentimento do Senado. Rejeitamos qualquer tentativa de países estrangeiros de interferir em nossos processos internos”, completou a nota.

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O Departamento de Estado dos EUA informou nesta terça-feira (4 de agosto de 2026) que a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, não implica uma declaração de persona non grata. A medida, segundo a pasta, é uma resposta à demora do governo brasileiro em conceder o agrément ao indicado do presidente Donald Trump para liderar a Embaixada dos EUA em Brasília.

De acordo com as autoridades americanas, caso a embaixadora deixe os Estados Unidos, será necessário que ela solicite um novo visto para retornar ao país. A revogação do visto é caracterizada como uma “medida de reciprocidade” em relação à situação diplomática entre os dois países.

O governo dos EUA destacou ter mantido comunicação constante com o Brasil “durante semanas” e ter oferecido “todas as oportunidades” para que a questão fosse resolvida. No entanto, o Departamento de Estado afirmou que o Brasil “continuamente postergou decisões e criou obstáculos” para a concretização do processo diplomático.

“Mantivemos contato constante com o governo brasileiro durante semanas e demos a ele todas as oportunidades para agir corretamente; no entanto, o governo tem continuamente postergado decisões e criado obstáculos. Não se trata de uma declaração de ‘persona non grata’, embora outras opções diplomáticas permaneçam em pauta caso o governo brasileiro continue a protelar ou se recusar a conceder o agrément. Esta é uma medida de reciprocidade. Caso a embaixadora deixe o país, ela precisaria solicitar um novo visto”, disse o Departamento de Estado.

Além disso, o governo dos EUA reafirmou que o presidente Trump tem o direito de escolher quem representa os interesses americanos no exterior. “O presidente Trump está montando uma equipe diplomática de elite — sob a premissa de ‘América em Primeiro Lugar’ — em toda a sua administração, sujeita ao aconselhamento e consentimento do Senado. Rejeitamos qualquer tentativa de países estrangeiros de interferir em nossos processos internos”, completou a nota.

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