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Policial

Polícia Civil aponta que homem envenenou sorvete para matar ex-namorada e simular suicídio em Aracaju

Investigação aponta feminicídio encoberto por cenário de suicídio A Polícia Civil de Sergipe passou a investigar como possível feminicídio a morte...

09/05/2026 · 10h12
Polícia Civil aponta que homem envenenou sorvete para matar ex-namorada e simular suicídio em Aracaju

Investigação aponta feminicídio encoberto por cenário de suicídio

A Polícia Civil de Sergipe passou a investigar como possível feminicídio a morte da professora universitária Rayanna Helem Santos Bezerra, de 32 anos, ocorrida em dezembro do ano passado, em Aracaju. O principal suspeito é o ex-namorado dela, identificado como Everton Ferreira de Souza.

O caso foi inicialmente considerado suicídio, mas depoimentos de testemunhas e perícias levantaram a hipótese de que a cena teria sido forjada. Nesta sexta-feira (08), a corporação afirmou que Everton teria envenenado o sorvete consumido por Rayanna para simular a morte como um ato suicida.

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Segundo informações do delegado responsável pelo caso, Kássio Viana, a versão apresentada pelo suspeito indicava que o casal teria ingerido um alimento supostamente envenenado e que ambos teriam passado mal, com Everton sendo levado ao hospital. No entanto, as investigações apontaram que o plano teria sido encenar um suicídio conjunto na residência do homem, em que ambos tomariam sorvete com veneno.

De acordo com a polícia, Everton teria colocado chumbinho apenas no sorvete consumido por Rayanna. O exame toxicológico realizado no corpo da vítima confirmou que a causa da morte foi envenenamento.

Everton foi preso e interrogado em março deste ano. Durante o depoimento, foram identificadas inconsistências e contradições, que teriam sido corroboradas pelo conteúdo das conversas extraídas do aparelho celular da vítima.

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Investigadores informaram que a motivação teria relação com a não aceitação do término do relacionamento por parte do suspeito, configurando, segundo a polícia, um feminicídio com requintes de crueldade.

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O próximo passo apontado pela Polícia Civil é a conversão da prisão temporária de Everton em preventiva, além da conclusão do inquérito para posterior remessa ao Poder Judiciário.

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Não foram divulgados detalhes sobre datas de audiência ou posicionamento da defesa do suspeito até o fechamento desta matéria.

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Investigação aponta feminicídio encoberto por cenário de suicídio

A Polícia Civil de Sergipe passou a investigar como possível feminicídio a morte da professora universitária Rayanna Helem Santos Bezerra, de 32 anos, ocorrida em dezembro do ano passado, em Aracaju. O principal suspeito é o ex-namorado dela, identificado como Everton Ferreira de Souza.

O caso foi inicialmente considerado suicídio, mas depoimentos de testemunhas e perícias levantaram a hipótese de que a cena teria sido forjada. Nesta sexta-feira (08), a corporação afirmou que Everton teria envenenado o sorvete consumido por Rayanna para simular a morte como um ato suicida.

Segundo informações do delegado responsável pelo caso, Kássio Viana, a versão apresentada pelo suspeito indicava que o casal teria ingerido um alimento supostamente envenenado e que ambos teriam passado mal, com Everton sendo levado ao hospital. No entanto, as investigações apontaram que o plano teria sido encenar um suicídio conjunto na residência do homem, em que ambos tomariam sorvete com veneno.

De acordo com a polícia, Everton teria colocado chumbinho apenas no sorvete consumido por Rayanna. O exame toxicológico realizado no corpo da vítima confirmou que a causa da morte foi envenenamento.

Everton foi preso e interrogado em março deste ano. Durante o depoimento, foram identificadas inconsistências e contradições, que teriam sido corroboradas pelo conteúdo das conversas extraídas do aparelho celular da vítima.

Investigadores informaram que a motivação teria relação com a não aceitação do término do relacionamento por parte do suspeito, configurando, segundo a polícia, um feminicídio com requintes de crueldade.

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O próximo passo apontado pela Polícia Civil é a conversão da prisão temporária de Everton em preventiva, além da conclusão do inquérito para posterior remessa ao Poder Judiciário.

Não foram divulgados detalhes sobre datas de audiência ou posicionamento da defesa do suspeito até o fechamento desta matéria.

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