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Preço do café recua 1,5% em NY após alta da semana anterior

Brasil

Preço do café recua 1,5% em NY após alta da semana anterior

Café tem queda de 1,5% em Nova York por clima seco no Brasil; outros produtos também variam.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h52
Preço do café recua 1,5% em NY após alta da semana anterior

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O contrato futuro do café despencou nesta quinta (18) na Bolsa de Nova York. Liquidação de posições e previsão de seca no Brasil pressionaram os preços do produto.

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Nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026, o contrato futuro do café com vencimento em setembro na Bolsa de Nova York registrou uma queda de 1,51%, fechando a sessão cotado a US$ 2,67 por libra-peso. Essa redução foi impulsionada pela liquidação de posições compradas e ocorreu após uma valorização significativa dos preços do café na semana anterior.

De acordo com informações do site especializado Barchart, a expectativa de tempo seco nas principais regiões produtoras de café do Brasil para a próxima semana também contribuiu para o recuo nos preços do produto. A combinação desses fatores gerou um movimento de ajuste no mercado, refletindo as incertezas sobre a produção futura de café.

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Além do café, outros produtos agrícolas também apresentaram movimentos variados na Bolsa. O preço do contrato de cacau, também para setembro, permaneceu estável, fechando a sessão a US$ 4.237 por tonelada. O cacau enfrentou pressão devido ao fortalecimento do dólar e ao aumento dos estoques nos Estados Unidos.

O contrato de açúcar, que vence em outubro, apresentou uma queda de 1,67%, sendo precificado a 14,13 centavos de dólar por libra-peso. Este movimento foi influenciado pela valorização da moeda americana e pela desvalorização do petróleo bruto, que impactaram diretamente os preços do açúcar nesta quinta-feira.

Por fim, o contrato de algodão para dezembro também registrou uma leve queda de 0,15%, fechando a sessão a 79,67 centavos de dólar por libra-peso. Assim como os outros produtos, o algodão sentiu os efeitos do fortalecimento do índice do dólar americano e da desvalorização do petróleo.

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O contrato futuro do café despencou nesta quinta (18) na Bolsa de Nova York. Liquidação de posições e previsão de seca no Brasil pressionaram os preços do produto.

Nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026, o contrato futuro do café com vencimento em setembro na Bolsa de Nova York registrou uma queda de 1,51%, fechando a sessão cotado a US$ 2,67 por libra-peso. Essa redução foi impulsionada pela liquidação de posições compradas e ocorreu após uma valorização significativa dos preços do café na semana anterior.

De acordo com informações do site especializado Barchart, a expectativa de tempo seco nas principais regiões produtoras de café do Brasil para a próxima semana também contribuiu para o recuo nos preços do produto. A combinação desses fatores gerou um movimento de ajuste no mercado, refletindo as incertezas sobre a produção futura de café.

Além do café, outros produtos agrícolas também apresentaram movimentos variados na Bolsa. O preço do contrato de cacau, também para setembro, permaneceu estável, fechando a sessão a US$ 4.237 por tonelada. O cacau enfrentou pressão devido ao fortalecimento do dólar e ao aumento dos estoques nos Estados Unidos.

O contrato de açúcar, que vence em outubro, apresentou uma queda de 1,67%, sendo precificado a 14,13 centavos de dólar por libra-peso. Este movimento foi influenciado pela valorização da moeda americana e pela desvalorização do petróleo bruto, que impactaram diretamente os preços do açúcar nesta quinta-feira.

Por fim, o contrato de algodão para dezembro também registrou uma leve queda de 0,15%, fechando a sessão a 79,67 centavos de dólar por libra-peso. Assim como os outros produtos, o algodão sentiu os efeitos do fortalecimento do índice do dólar americano e da desvalorização do petróleo.

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