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Saúde

Prefeitura de Aracaju amplia atendimento domiciliar e supera 17 mil visitas em 2025

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju registrou mais de 17 mil atendimentos pelo Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD) em 2025, acompanhando, em média, 1.389 pacientes ao longo do ano. O número representa crescimento de quase 15% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 16.506 visitas e 1.216 pessoas assistidas. O SAD atende usuários que […]

27/12/2025 · 08h35
Prefeitura de Aracaju amplia atendimento domiciliar e supera 17 mil visitas em 2025

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju registrou mais de 17 mil atendimentos pelo Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD) em 2025, acompanhando, em média, 1.389 pacientes ao longo do ano. O número representa crescimento de quase 15% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 16.506 visitas e 1.216 pessoas assistidas.

O SAD atende usuários que já não precisam permanecer internados, mas ainda demandam acompanhamento especializado. Entre os perfis contemplados estão pacientes acamados, em cuidados paliativos, com doenças crônicas agudizadas ou em processo de reabilitação funcional.

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Como funciona o serviço

O atendimento é realizado por equipes multiprofissionais formadas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e cirurgião-dentista. Segundo a coordenadora do programa, Kátia Vanessa Manfrim, o objetivo principal é garantir a continuidade do tratamento iniciado no hospital, promovendo a desospitalização responsável e prevenindo reinternações.

Para ter acesso ao SAD, o paciente precisa ser encaminhado pela rede pública de saúde, como hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) ou Unidades Básicas de Saúde (UBS). Após a solicitação, uma avaliação multiprofissional considera critérios clínicos, sociais e as condições do domicílio. Apenas usuários com estabilidade clínica e perfil compatível são incluídos.

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A coordenadora ressalta que o SAD difere do serviço de home care. As visitas são programadas conforme a necessidade de cada paciente, sem cobertura 24 horas. Familiares e cuidadores recebem orientações para dar continuidade aos cuidados diários, e intercorrências devem ser encaminhadas à rede de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de otimizar leitos hospitalares, o modelo busca humanizar o cuidado ao considerar o contexto familiar, social e emocional de cada pessoa. A presença da equipe em casa fortalece vínculos, estimula a corresponsabilização da família e favorece maior adesão ao tratamento.

 

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju registrou mais de 17 mil atendimentos pelo Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD) em 2025, acompanhando, em média, 1.389 pacientes ao longo do ano. O número representa crescimento de quase 15% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 16.506 visitas e 1.216 pessoas assistidas.

O SAD atende usuários que já não precisam permanecer internados, mas ainda demandam acompanhamento especializado. Entre os perfis contemplados estão pacientes acamados, em cuidados paliativos, com doenças crônicas agudizadas ou em processo de reabilitação funcional.

Como funciona o serviço

O atendimento é realizado por equipes multiprofissionais formadas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e cirurgião-dentista. Segundo a coordenadora do programa, Kátia Vanessa Manfrim, o objetivo principal é garantir a continuidade do tratamento iniciado no hospital, promovendo a desospitalização responsável e prevenindo reinternações.

Para ter acesso ao SAD, o paciente precisa ser encaminhado pela rede pública de saúde, como hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) ou Unidades Básicas de Saúde (UBS). Após a solicitação, uma avaliação multiprofissional considera critérios clínicos, sociais e as condições do domicílio. Apenas usuários com estabilidade clínica e perfil compatível são incluídos.

A coordenadora ressalta que o SAD difere do serviço de home care. As visitas são programadas conforme a necessidade de cada paciente, sem cobertura 24 horas. Familiares e cuidadores recebem orientações para dar continuidade aos cuidados diários, e intercorrências devem ser encaminhadas à rede de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de otimizar leitos hospitalares, o modelo busca humanizar o cuidado ao considerar o contexto familiar, social e emocional de cada pessoa. A presença da equipe em casa fortalece vínculos, estimula a corresponsabilização da família e favorece maior adesão ao tratamento.

 

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