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Esporte

Presidente do Vitória culpa árbitro e VAR pela goleada de 4 a 0 no Barradão

Fábio Mota critica arbitragem após derrota do Vitória para o Palmeiras por 4 a 0.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h05
Presidente do Vitória culpa árbitro e VAR pela goleada de 4 a 0 no Barradão

Fábio Mota afirmou que decisões do árbitro Alex Gomes Stefano e do VAR desequilibraram a partida após a derrota por 4 a 0 para o Palmeiras, na quarta (29/07). O presidente citou cotovelada de Maurício em Cacá aos 25 minutos.

O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, fez um pronunciamento contundente criticando a atuação da arbitragem no jogo contra o Palmeiras, disputado na quarta-feira (29/07), no estádio do Barradão, em Salvador. Segundo Mota, as decisões do árbitro Alex Gomes Stefano e do VAR “desequilibraram” a partida, que terminou com uma goleada de 4 a 0 em favor do time paulista, na 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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Um dos pontos mais críticos levantados pelo Vitória foi uma cotovelada do volante Maurício, do Palmeiras, no zagueiro Cacá, aos 25 minutos do primeiro tempo. O clube alegou que o lance provocou um corte que exigiu a aplicação de cinco pontos no queixo do defensor rubro-negro. Apesar da gravidade do incidente, o árbitro de campo não expulsou o jogador palmeirense e o árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, não recomendou revisão.

“Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no queixo, não foi por acaso. […] Intencional, não, mas foram cinco pontos no queixo”, afirmou Fábio Mota.

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Na avaliação do presidente, a permanência de Maurício em campo alterou o rumo da partida. “Isso desequilibrou a partida completamente. O Vitória era melhor, tinha 70% de posse de bola, estava fazendo um grande jogo. E houve um desequilíbrio a partir do momento em que não teve a expulsão pela agressão feita ao jogador Cacá”, explicou.

Como forma de protesto, o Vitória anunciou que não haveria entrevistas coletivas nem zona mista após o apito final. “Passamos por isso ano passado contra o Flamengo. Uma situação idêntica, análoga. Estamos acostumados. Não quero me vitimizar, mas é difícil fazer futebol no Nordeste. Você já tem um investimento menor, tem que viajar mais e ainda tem que passar por esse tipo de coisa. É lamentável o que está acontecendo, muito lamentável”, declarou Mota.

Pouco depois, o clube divulgou uma nota oficial reforçando a “absoluta indignação e revolta” com a equipe de arbitragem e informando que formalizará uma representação junto à Comissão de Arbitragem da CBF. No texto, o Vitória destacou que a decisão de não punir o lance de Maurício “teve impacto direto no andamento da partida e em seus desdobramentos”.

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Fábio Mota afirmou que decisões do árbitro Alex Gomes Stefano e do VAR desequilibraram a partida após a derrota por 4 a 0 para o Palmeiras, na quarta (29/07). O presidente citou cotovelada de Maurício em Cacá aos 25 minutos.

O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, fez um pronunciamento contundente criticando a atuação da arbitragem no jogo contra o Palmeiras, disputado na quarta-feira (29/07), no estádio do Barradão, em Salvador. Segundo Mota, as decisões do árbitro Alex Gomes Stefano e do VAR “desequilibraram” a partida, que terminou com uma goleada de 4 a 0 em favor do time paulista, na 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Um dos pontos mais críticos levantados pelo Vitória foi uma cotovelada do volante Maurício, do Palmeiras, no zagueiro Cacá, aos 25 minutos do primeiro tempo. O clube alegou que o lance provocou um corte que exigiu a aplicação de cinco pontos no queixo do defensor rubro-negro. Apesar da gravidade do incidente, o árbitro de campo não expulsou o jogador palmeirense e o árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, não recomendou revisão.

“Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no queixo, não foi por acaso. […] Intencional, não, mas foram cinco pontos no queixo”, afirmou Fábio Mota.

Na avaliação do presidente, a permanência de Maurício em campo alterou o rumo da partida. “Isso desequilibrou a partida completamente. O Vitória era melhor, tinha 70% de posse de bola, estava fazendo um grande jogo. E houve um desequilíbrio a partir do momento em que não teve a expulsão pela agressão feita ao jogador Cacá”, explicou.

Como forma de protesto, o Vitória anunciou que não haveria entrevistas coletivas nem zona mista após o apito final. “Passamos por isso ano passado contra o Flamengo. Uma situação idêntica, análoga. Estamos acostumados. Não quero me vitimizar, mas é difícil fazer futebol no Nordeste. Você já tem um investimento menor, tem que viajar mais e ainda tem que passar por esse tipo de coisa. É lamentável o que está acontecendo, muito lamentável”, declarou Mota.

Pouco depois, o clube divulgou uma nota oficial reforçando a “absoluta indignação e revolta” com a equipe de arbitragem e informando que formalizará uma representação junto à Comissão de Arbitragem da CBF. No texto, o Vitória destacou que a decisão de não punir o lance de Maurício “teve impacto direto no andamento da partida e em seus desdobramentos”.

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