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Saúde

Projeto piloto da Saúde de Aracaju oferece acompanhamento multiprofissional a 97 alunos com TEA

A Prefeitura de Aracaju passou a oferecer, desde abril de 2025, acompanhamento multiprofissional a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados na rede municipal. A iniciativa, intitulada TEA – Uma ação acolhedora na escola, é conduzida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) em caráter piloto e já beneficia 97 crianças em duas unidades de ensino.

22/12/2025 · 17h08
Projeto piloto da Saúde de Aracaju oferece acompanhamento multiprofissional a 97 alunos com TEA

A Prefeitura de Aracaju passou a oferecer, desde abril de 2025, acompanhamento multiprofissional a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados na rede municipal. A iniciativa, intitulada TEA – Uma ação acolhedora na escola, é conduzida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) em caráter piloto e já beneficia 97 crianças em duas unidades de ensino.

Onde funciona

O projeto atende 41 crianças na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Oviêdo Teixeira, no bairro Olaria, e 56 alunos na Escola Florentino Menezes, localizada no bairro Aruana.

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Equipe e serviços

O acompanhamento é realizado por uma equipe formada por psicopedagoga clínico-institucional, psicólogo, pediatra e nutricionista. A pediatra atua no rastreamento de demandas de saúde via projeto Novo Olhar, garantindo encaminhamentos para exames e avaliações especializadas na rede municipal. A nutricionista promove ações de educação alimentar e providencia encaminhamentos sempre que necessário.

Integração entre secretarias

Todo o trabalho é articulado entre as áreas de saúde, educação e assistência social. Quando surgem demandas socioassistenciais, a equipe encaminha as famílias aos serviços competentes para assegurar o acesso a benefícios e direitos.

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Resultados observados

De acordo com a psicopedagoga da SMS, Leise Assis, já foram registradas melhorias na comunicação, linguagem e comportamento dos estudantes acompanhados. A coordenadora da Educação Especial de Aracaju, Rosahyarah Alves, destaca que a cooperação entre saúde e educação tem contribuído para reduzir barreiras atitudinais nas escolas e ampliar a compreensão das equipes pedagógicas sobre o TEA.

Próximos passos

A diretora do Departamento de Educação Básica da Secretaria Municipal da Educação (Semed), professora Osvaldina Ribeiro, explica que, por ser piloto, o projeto é monitorado continuamente para medir impactos no desenvolvimento dos alunos e no fortalecimento das práticas inclusivas. Segundo ela, a experiência obtida nessas duas escolas fornecerá subsídios técnicos para uma futura expansão planejada a outras unidades da rede.

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A Prefeitura de Aracaju passou a oferecer, desde abril de 2025, acompanhamento multiprofissional a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados na rede municipal. A iniciativa, intitulada TEA – Uma ação acolhedora na escola, é conduzida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) em caráter piloto e já beneficia 97 crianças em duas unidades de ensino.

Onde funciona

O projeto atende 41 crianças na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Oviêdo Teixeira, no bairro Olaria, e 56 alunos na Escola Florentino Menezes, localizada no bairro Aruana.

Equipe e serviços

O acompanhamento é realizado por uma equipe formada por psicopedagoga clínico-institucional, psicólogo, pediatra e nutricionista. A pediatra atua no rastreamento de demandas de saúde via projeto Novo Olhar, garantindo encaminhamentos para exames e avaliações especializadas na rede municipal. A nutricionista promove ações de educação alimentar e providencia encaminhamentos sempre que necessário.

Integração entre secretarias

Todo o trabalho é articulado entre as áreas de saúde, educação e assistência social. Quando surgem demandas socioassistenciais, a equipe encaminha as famílias aos serviços competentes para assegurar o acesso a benefícios e direitos.

Resultados observados

De acordo com a psicopedagoga da SMS, Leise Assis, já foram registradas melhorias na comunicação, linguagem e comportamento dos estudantes acompanhados. A coordenadora da Educação Especial de Aracaju, Rosahyarah Alves, destaca que a cooperação entre saúde e educação tem contribuído para reduzir barreiras atitudinais nas escolas e ampliar a compreensão das equipes pedagógicas sobre o TEA.

Próximos passos

A diretora do Departamento de Educação Básica da Secretaria Municipal da Educação (Semed), professora Osvaldina Ribeiro, explica que, por ser piloto, o projeto é monitorado continuamente para medir impactos no desenvolvimento dos alunos e no fortalecimento das práticas inclusivas. Segundo ela, a experiência obtida nessas duas escolas fornecerá subsídios técnicos para uma futura expansão planejada a outras unidades da rede.

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