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PT discute partilha do Fundo Eleitoral em reunião da Executiva Nacional

PT se reúne para discutir partilha do Fundo Eleitoral e garantir recursos para candidaturas.

03/07/2026 · 17h55
PT discute partilha do Fundo Eleitoral em reunião da Executiva Nacional

A Comissão Executiva Nacional do PT se reúne nesta quinta-feira, 2 de julho de 2026, e na sexta-feira, 3 de julho, em Brasília. A pauta principal do encontro é a partilha do Fundo Eleitoral, que tem gerado preocupação entre setores da sigla.

Candidaturas setoriais, incluindo jovens e integrantes da comunidade LGBTQIA+, buscam garantir 5% do fundo partidário ao qual a legenda terá direito em 2026. Essa divisão é vista como crucial para o fortalecimento dessas candidaturas dentro do partido.

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Importante ressaltar que este percentual não inclui os recursos destinados à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Neste ano, o PT receberá R$ 615 milhões do Fundo Eleitoral, um aumento em relação aos R$ 499,6 milhões recebidos em 2022. Este valor coloca o partido como o segundo maior beneficiário, atrás apenas do PL, que receberá R$ 881,7 milhões.

No total, os 30 partidos terão acesso a R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral em 2026, montante que se mantém o mesmo em comparação a 2022. Essa distribuição de recursos será um tema central nas discussões da Executiva Nacional do PT, especialmente em um cenário eleitoral cada vez mais acirrado.

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Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na quarta-feira, 1º de julho, manter os limites de gastos para candidaturas em 2026. Essa decisão já era esperada e atende a uma solicitação feita por presidentes de partidos, que buscam um equilíbrio na disputa eleitoral.

Por outro lado, há preocupações sobre a distribuição de recursos em outros partidos, como o Psol. No dia 23 de junho, a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) denunciou que a direção nacional da sigla não respeitou acordos eleitorais com lideranças e fez uma distribuição desigual dos recursos de campanha, prejudicando candidaturas negras, transexuais e periféricas.

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A Comissão Executiva Nacional do PT se reúne nesta quinta-feira, 2 de julho de 2026, e na sexta-feira, 3 de julho, em Brasília. A pauta principal do encontro é a partilha do Fundo Eleitoral, que tem gerado preocupação entre setores da sigla.

Candidaturas setoriais, incluindo jovens e integrantes da comunidade LGBTQIA+, buscam garantir 5% do fundo partidário ao qual a legenda terá direito em 2026. Essa divisão é vista como crucial para o fortalecimento dessas candidaturas dentro do partido.

Importante ressaltar que este percentual não inclui os recursos destinados à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Neste ano, o PT receberá R$ 615 milhões do Fundo Eleitoral, um aumento em relação aos R$ 499,6 milhões recebidos em 2022. Este valor coloca o partido como o segundo maior beneficiário, atrás apenas do PL, que receberá R$ 881,7 milhões.

No total, os 30 partidos terão acesso a R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral em 2026, montante que se mantém o mesmo em comparação a 2022. Essa distribuição de recursos será um tema central nas discussões da Executiva Nacional do PT, especialmente em um cenário eleitoral cada vez mais acirrado.

Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na quarta-feira, 1º de julho, manter os limites de gastos para candidaturas em 2026. Essa decisão já era esperada e atende a uma solicitação feita por presidentes de partidos, que buscam um equilíbrio na disputa eleitoral.

Por outro lado, há preocupações sobre a distribuição de recursos em outros partidos, como o Psol. No dia 23 de junho, a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) denunciou que a direção nacional da sigla não respeitou acordos eleitorais com lideranças e fez uma distribuição desigual dos recursos de campanha, prejudicando candidaturas negras, transexuais e periféricas.

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