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Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
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PT mobiliza militância para pressionar Senado pelo fim da jornada 6 X 1

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PT mobiliza militância para pressionar Senado pelo fim da jornada 6 X 1

PT convoca militância a pressionar Senado pela aprovação da PEC do fim da jornada 6 X 1.

13/07/2026 · 13h01

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O presidente nacional do PT, Edinho Silva, convocou neste domingo (12/jul/2026) os apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a intensificarem a pressão sobre o Senado para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a jornada de trabalho de 6 horas por 1 dia. Essa proposta, que já foi aprovada pela Câmara, encontra-se parada no Senado desde 28 de maio e é considerada uma prioridade do governo neste ano, que coincide com o período eleitoral.

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Em um áudio divulgado nas redes sociais e na comunidade “Porta-voz do Lula” no WhatsApp, Edinho anunciou que o partido iniciará uma mobilização significativa a partir da próxima segunda-feira (13/jul). Ele enfatizou a importância do engajamento da militância nas plataformas digitais para garantir a votação da PEC. “Companheiras e companheiros, na próxima 2ª feira, nós estaremos dando início a uma grande campanha de mobilização nas redes sociais para que a gente possa pressionar o Senado a votar a PEC do fim da jornada 6 X 1”, afirmou.

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Edinho destacou ainda o papel do presidente Lula como um líder nesta luta, ressaltando que a proposta busca construir relações de trabalho mais humanizadas, onde os trabalhadores tenham mais tempo para a família, lazer, saúde e educação. “Precisamos fazer com que a PEC seja aprovada também no Senado Federal. Vamos dar todo o apoio à iniciativa do presidente Lula”, completou.

No contexto da discussão, o líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), manifestou preocupação com a postura do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Uczai afirmou, em declarações feitas na terça-feira (7/jul), que Alcolumbre se tornaria um “inimigo” do trabalhador se não encaminhasse a proposta para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) até a próxima semana.

A resposta de Alcolumbre não tardou, classificando a declaração de Uczai como uma “ameaça e tentativa de intimidação”, prometendo que não toleraria esse tipo de pressão. Em meio a essa troca de declarações, a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), fez questão de ressaltar que as críticas de Uczai a Alcolumbre eram de cunho pessoal e que a bancada do PT no Senado não compartilha dessa visão.

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Em um áudio divulgado nas redes sociais e na comunidade “Porta-voz do Lula” no WhatsApp, Edinho anunciou que o partido iniciará uma mobilização significativa a partir da próxima segunda-feira (13/jul). Ele enfatizou a importância do engajamento da militância nas plataformas digitais para garantir a votação da PEC. “Companheiras e companheiros, na próxima 2ª feira, nós estaremos dando início a uma grande campanha de mobilização nas redes sociais para que a gente possa pressionar o Senado a votar a PEC do fim da jornada 6 X 1”, afirmou.

Edinho destacou ainda o papel do presidente Lula como um líder nesta luta, ressaltando que a proposta busca construir relações de trabalho mais humanizadas, onde os trabalhadores tenham mais tempo para a família, lazer, saúde e educação. “Precisamos fazer com que a PEC seja aprovada também no Senado Federal. Vamos dar todo o apoio à iniciativa do presidente Lula”, completou.

No contexto da discussão, o líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), manifestou preocupação com a postura do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Uczai afirmou, em declarações feitas na terça-feira (7/jul), que Alcolumbre se tornaria um “inimigo” do trabalhador se não encaminhasse a proposta para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) até a próxima semana.

A resposta de Alcolumbre não tardou, classificando a declaração de Uczai como uma “ameaça e tentativa de intimidação”, prometendo que não toleraria esse tipo de pressão. Em meio a essa troca de declarações, a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), fez questão de ressaltar que as críticas de Uczai a Alcolumbre eram de cunho pessoal e que a bancada do PT no Senado não compartilha dessa visão.

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