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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Policial

Rede de instituições de Sergipe une forças contra o feminicídio

Encontro discute ações integradas no combate à violência contra a mulher em Sergipe.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h32
Rede de instituições de Sergipe une forças contra o feminicídio

Representantes da rede de enfrentamento se reuniram na Casa da Mulher Brasileira, em Aracaju. O encontro da Operação Mulher Segura discutiu prevenção, atendimento às vítimas e ações integradas de enfrentamento.

Na manhã de quarta-feira, 29, representantes de diversas instituições que compõem a rede de enfrentamento à violência contra a mulher em Sergipe participaram de um encontro no auditório da Casa da Mulher Brasileira, em Aracaju. O evento faz parte da segunda edição da Operação Mulher Segura e teve como objetivo discutir estratégias de prevenção, melhorar o atendimento às vítimas e fortalecer as ações integradas no combate ao feminicídio.

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A iniciativa é promovida em colaboração com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM) e outras instituições da rede de proteção. Durante o encontro, foram debatidos temas como interseccionalidade, não revitimização, protocolos institucionais e a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.

A coordenadora da Operação Mulher Segura, delegada Nelile Castro, enfatizou a relevância do trabalho colaborativo entre as instituições. “Estamos aqui no auditório da Casa da Mulher Brasileira com profissionais de segurança pública para debater ações e desafios no enfrentamento à violência contra a mulher em razão do gênero, tendentes a combater o feminicídio”, explicou.

O evento contou com a participação de profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Oficial, Ministério Público, Poder Judiciário, Defensoria Pública, guardas municipais e representantes da rede de proteção. A tenente PM Victória, da Polícia Militar de Sergipe, comentou sobre a atuação da corporação em relação aos três eixos da Lei Maria da Penha: prevenção, proteção e repressão. Desde o início do ano, mais de cinco mil pessoas em 23 municípios sergipanos foram alcançadas pelas ações da Coordenadoria do Programa Ronda Maria da Penha.

“A nossa atuação se integra a toda a rede de enfrentamento, porque acreditamos que somente trabalhando em rede, de forma integrada, conseguiremos reduzir a violência contra as mulheres no Estado”, afirmou a tenente.

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Atualmente, cerca de 500 mulheres estão sob medidas protetivas fiscalizadas pela Polícia Militar. A secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, delegada Georlize Teles, ressaltou que o combate à violência contra a mulher deve envolver a colaboração de diferentes instituições e esferas públicas. “O enfrentamento à violência contra a mulher não pode ser pensado por um único ente. A ideia é repensar esse combate ao feminicídio”, destacou.

A delegada Daniela Lima, representando a Casa da Mulher Brasileira, acrescentou que o encontro teve como foco a troca de experiências e o aprimoramento das práticas adotadas por profissionais da segurança pública e do sistema de Justiça. “Esse debate funciona como um grande treinamento para que possamos atuar cada vez melhor contra esse tipo de violência”, afirmou.

A coronel Maria, do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe, destacou a importância da capacitação contínua dos bombeiros para identificar e atender situações de violência doméstica. “Temos investido continuamente na capacitação dos nossos militares para acolher as vítimas e realizar os encaminhamentos necessários à rede de proteção”, concluiu.

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A Operação Mulher Segura é uma iniciativa nacional que busca fortalecer as ações de prevenção e repressão à violência de gênero, e em Sergipe, a mobilização reafirma o compromisso das instituições com a atuação integrada e a ampliação das políticas públicas de proteção às mulheres.

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Representantes da rede de enfrentamento se reuniram na Casa da Mulher Brasileira, em Aracaju. O encontro da Operação Mulher Segura discutiu prevenção, atendimento às vítimas e ações integradas de enfrentamento.

Na manhã de quarta-feira, 29, representantes de diversas instituições que compõem a rede de enfrentamento à violência contra a mulher em Sergipe participaram de um encontro no auditório da Casa da Mulher Brasileira, em Aracaju. O evento faz parte da segunda edição da Operação Mulher Segura e teve como objetivo discutir estratégias de prevenção, melhorar o atendimento às vítimas e fortalecer as ações integradas no combate ao feminicídio.

A iniciativa é promovida em colaboração com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM) e outras instituições da rede de proteção. Durante o encontro, foram debatidos temas como interseccionalidade, não revitimização, protocolos institucionais e a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.

A coordenadora da Operação Mulher Segura, delegada Nelile Castro, enfatizou a relevância do trabalho colaborativo entre as instituições. “Estamos aqui no auditório da Casa da Mulher Brasileira com profissionais de segurança pública para debater ações e desafios no enfrentamento à violência contra a mulher em razão do gênero, tendentes a combater o feminicídio”, explicou.

O evento contou com a participação de profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Oficial, Ministério Público, Poder Judiciário, Defensoria Pública, guardas municipais e representantes da rede de proteção. A tenente PM Victória, da Polícia Militar de Sergipe, comentou sobre a atuação da corporação em relação aos três eixos da Lei Maria da Penha: prevenção, proteção e repressão. Desde o início do ano, mais de cinco mil pessoas em 23 municípios sergipanos foram alcançadas pelas ações da Coordenadoria do Programa Ronda Maria da Penha.

“A nossa atuação se integra a toda a rede de enfrentamento, porque acreditamos que somente trabalhando em rede, de forma integrada, conseguiremos reduzir a violência contra as mulheres no Estado”, afirmou a tenente.

Atualmente, cerca de 500 mulheres estão sob medidas protetivas fiscalizadas pela Polícia Militar. A secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, delegada Georlize Teles, ressaltou que o combate à violência contra a mulher deve envolver a colaboração de diferentes instituições e esferas públicas. “O enfrentamento à violência contra a mulher não pode ser pensado por um único ente. A ideia é repensar esse combate ao feminicídio”, destacou.

A delegada Daniela Lima, representando a Casa da Mulher Brasileira, acrescentou que o encontro teve como foco a troca de experiências e o aprimoramento das práticas adotadas por profissionais da segurança pública e do sistema de Justiça. “Esse debate funciona como um grande treinamento para que possamos atuar cada vez melhor contra esse tipo de violência”, afirmou.

A coronel Maria, do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe, destacou a importância da capacitação contínua dos bombeiros para identificar e atender situações de violência doméstica. “Temos investido continuamente na capacitação dos nossos militares para acolher as vítimas e realizar os encaminhamentos necessários à rede de proteção”, concluiu.

A Operação Mulher Segura é uma iniciativa nacional que busca fortalecer as ações de prevenção e repressão à violência de gênero, e em Sergipe, a mobilização reafirma o compromisso das instituições com a atuação integrada e a ampliação das políticas públicas de proteção às mulheres.

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