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RIBEIROPOLIS VIVE UM NOVO CAPÍTULO LITERÁRIO

No dia 18 de dezembro, nasce a Academia de Letras de Ribeirópolis. Em tempos em que a cultura precisa ser resgatada e celebrada, Ribeirópolis escreve, com tinta viva e emoção, um novo capítulo em sua história: a fundação da Academia de Letras de Ribeirópolis, que será solenemente instalada no próximo dia 18 de dezembro de 2025, às 19h, no Auditório do Colégio Estadual João XXIII, na Avenida Carlos Firpo.

23/12/2025 · 17h20
RIBEIROPOLIS VIVE UM NOVO CAPÍTULO LITERÁRIO

No dia 18 de dezembro, nasce a Academia de Letras de Ribeirópolis. Em tempos em que a cultura precisa ser resgatada e celebrada, Ribeirópolis escreve, com tinta viva e emoção, um novo capítulo em sua história: a fundação da Academia de Letras de Ribeirópolis, que será solenemente instalada no próximo dia 18 de dezembro de 2025, às 19h, no Auditório do Colégio Estadual João XXIII, na Avenida Carlos Firpo.

Este sonho, que nasceu em meio às adversidades da pandemia, finalmente ganha vida. Em 2020, um grupo de professores, escritores, poetas, jornalistas, artistas e mais Salete, Hélio e Pascoal começou a se reunir, mesmo em meio à tempestade da COVID-19, com a ousadia de sonhar uma Ribeirópolis mais literária, mais humana, mais rica em arte. Era o embrião da Academia de Letras e Artes de Ribeirópolis, uma semente lançada em solo fértil, mas que precisou esperar o tempo certo para germinar.

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Passaram-se cinco anos. Os que resistiram ao tempo, e novos idealistas que chegaram com o mesmo ardor no peito, decidiram retomar o projeto com força renovada. O resultado? A concretização do sonho coletivo, um marco para a cultura de Sergipe: a criação da Academia de Letras de Ribeirópolis, que terá como patrona a inesquecível Professora Maria Alaíde Menezes, símbolo de sabedoria, educação e compromisso com a cultura local. Membros Fundadores, Efetivos e Vitalícios: Arisilda Melo, Marineusa Meneses, Jeane Dias Carmem Lúcia Andrade, Marcondes Portela, Carlos Roberto, João Bosco, Milton Filho, Fabiana Oliveira, Gilson Santos, Eduardo Passos, Jeane Mareza, Murilo Passos, Cosme Ricardo, Rosângela Santana, Tânia Passos e mais os membros honorários: Salete da Costa Nascimento, Antônio Saracura, Hélio Oliveira e Domingos Pascoal.

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São esses os nomes que, juntos, darão corpo, voz e alma à Academia. Mulheres e homens que acreditam que a palavra tem o poder de transformar mundos, de curar feridas, de acender consciências. Um novo tempo para a cultura sergipana. A instalação da Academia não é apenas um evento. É um ato de resistência cultural, um grito de esperança, um convite à valorização das letras, da memória, da história e da criatividade de um povo. Ribeirópolis entra para o mapa literário de Sergipe como mais uma estrela a brilhar nesse céu que, cada vez mais, se ilumina com o talento de escritores, poetas e pensadores.

Que esse 18 de dezembro seja mais que uma cerimônia que seja um renascimento cultural. Um momento de comunhão entre gerações, entre o passado que nos formou e o futuro que nos chama. Cultura se constrói com mãos dadas. A Academia de Letras de Ribeirópolis é de todos. Da criança que escreve seu primeiro poema. Do jovem que rabisca sonhos em um caderno velho. Da professora e do professor que inspira. Do artista que produz arte. Do povo que lê, pensa, sente e transforma. Venham todos vamos nos juntar para fazer um lugar cada vez melhor para se viver e conviver. Venham para a Academia de Letras de Ribeirópolis.

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No dia 18 de dezembro, nasce a Academia de Letras de Ribeirópolis. Em tempos em que a cultura precisa ser resgatada e celebrada, Ribeirópolis escreve, com tinta viva e emoção, um novo capítulo em sua história: a fundação da Academia de Letras de Ribeirópolis, que será solenemente instalada no próximo dia 18 de dezembro de 2025, às 19h, no Auditório do Colégio Estadual João XXIII, na Avenida Carlos Firpo.

Este sonho, que nasceu em meio às adversidades da pandemia, finalmente ganha vida. Em 2020, um grupo de professores, escritores, poetas, jornalistas, artistas e mais Salete, Hélio e Pascoal começou a se reunir, mesmo em meio à tempestade da COVID-19, com a ousadia de sonhar uma Ribeirópolis mais literária, mais humana, mais rica em arte. Era o embrião da Academia de Letras e Artes de Ribeirópolis, uma semente lançada em solo fértil, mas que precisou esperar o tempo certo para germinar.

Passaram-se cinco anos. Os que resistiram ao tempo, e novos idealistas que chegaram com o mesmo ardor no peito, decidiram retomar o projeto com força renovada. O resultado? A concretização do sonho coletivo, um marco para a cultura de Sergipe: a criação da Academia de Letras de Ribeirópolis, que terá como patrona a inesquecível Professora Maria Alaíde Menezes, símbolo de sabedoria, educação e compromisso com a cultura local. Membros Fundadores, Efetivos e Vitalícios: Arisilda Melo, Marineusa Meneses, Jeane Dias Carmem Lúcia Andrade, Marcondes Portela, Carlos Roberto, João Bosco, Milton Filho, Fabiana Oliveira, Gilson Santos, Eduardo Passos, Jeane Mareza, Murilo Passos, Cosme Ricardo, Rosângela Santana, Tânia Passos e mais os membros honorários: Salete da Costa Nascimento, Antônio Saracura, Hélio Oliveira e Domingos Pascoal.

São esses os nomes que, juntos, darão corpo, voz e alma à Academia. Mulheres e homens que acreditam que a palavra tem o poder de transformar mundos, de curar feridas, de acender consciências. Um novo tempo para a cultura sergipana. A instalação da Academia não é apenas um evento. É um ato de resistência cultural, um grito de esperança, um convite à valorização das letras, da memória, da história e da criatividade de um povo. Ribeirópolis entra para o mapa literário de Sergipe como mais uma estrela a brilhar nesse céu que, cada vez mais, se ilumina com o talento de escritores, poetas e pensadores.

Que esse 18 de dezembro seja mais que uma cerimônia que seja um renascimento cultural. Um momento de comunhão entre gerações, entre o passado que nos formou e o futuro que nos chama. Cultura se constrói com mãos dadas. A Academia de Letras de Ribeirópolis é de todos. Da criança que escreve seu primeiro poema. Do jovem que rabisca sonhos em um caderno velho. Da professora e do professor que inspira. Do artista que produz arte. Do povo que lê, pensa, sente e transforma. Venham todos vamos nos juntar para fazer um lugar cada vez melhor para se viver e conviver. Venham para a Academia de Letras de Ribeirópolis.

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