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Aracaju, Quarta-feira, 26 de agosto de 2026
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ACLH celebra 11 anos com grande festa da cultura, da literatura e da integração comunitária

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ACLH celebra 11 anos com grande festa da cultura, da literatura e da integração comunitária

A Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades (ACLH) comemorou, no dia 17 de abril de 2026, seus onze anos de fundação com uma solenidade marcada pela valorização da cultura, da literatura e da integração comunitária. Realizado em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o evento integrou a programação da I Feira de Saberes e Sabores, que movimentou Cristinápolis ao longo de todo o dia, reunindo arte, conhecimento, empreendedorismo e expressiva participação popular.

23/08/2026 · 16h46
ACLH celebra 11 anos com grande festa da cultura, da literatura e da integração comunitária

*Domingos Pascoal

A Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades (ACLH) comemorou, no dia 17 de abril de 2026, seus onze anos de fundação com uma solenidade marcada pela valorização da cultura, da literatura e da integração comunitária. Realizado em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o evento integrou a programação da I Feira de Saberes e Sabores, que movimentou Cristinápolis ao longo de todo o dia, reunindo arte, conhecimento, empreendedorismo e expressiva participação popular.

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Fundada em 6 de abril de 2015, a ACLH nasceu do propósito de fortalecer a cultura local, preservar a memória do município e incentivar a produção literária. A iniciativa foi idealizada pelo saudoso Padre Raimundo Leal e conduzida, desde o início, pela presidente Solange da Gama Pinheiro, contando com a orientação do escritor e humanista Domingos Pascoal de Melo, um dos principais incentivadores do movimento acadêmico-literário sergipano.

O projeto recebeu o apoio de ilustres cristinapolitanos que acreditaram no poder transformador da literatura e da cultura: Edenilza Lina dos Santos, Elielma Quintela Guimarães, Claudivan Santos Guimarães, Érica Lutygard Rodrigues de Aragão, Ana Cláudia Oliveira de Souza, Cleomácio Souza dos Santos, Padre Iúri Ribeiro dos Santos, Ana Paula de Oliveira Ferreira, Dionete Vieira dos Santos Lima, Aberlânio Ancelmo da Silva e Mariza Medeiros de Macedo. Juntos, lançaram as bases de uma instituição que se consolidou como referência na promoção da literatura, do humanismo e da valorização da identidade cultural de Cristinápolis.

Como patrono, a Academia escolheu o jurista, historiador e intelectual Bernardino José de Souza, personalidade cuja trajetória continua inspirando todos aqueles que veem na educação, na cultura e no conhecimento instrumentos de desenvolvimento humano e transformação social.

Ao longo de onze anos, a ACLH tornou-se um importante espaço de encontro entre escritores, artistas, educadores e a comunidade, estimulando novos talentos, preservando a memória local e fortalecendo o sentimento de pertencimento da população.

A sessão solene, iniciada às 17 horas, reuniu acadêmicos, autoridades, secretários municipais, representantes de instituições, escritores, artistas e amigos da Academia, confirmando o reconhecimento conquistado pela entidade como uma das mais relevantes promotoras da cultura no município.

A cerimônia foi conduzida por Wagner Oliveira e Ana Cláudia, que imprimiram elegância, dinamismo e acolhimento ao evento.

A programação artística proporcionou momentos de grande sensibilidade. O cantor Marcelo Rodrigues abriu a solenidade com voz e violão. Na sequência, a Filarmônica São Francisco de Assis, sob a regência do maestro Maciel, emocionou o público com uma apresentação impecável. A cantora Miriam Alves revisitou clássicos da música popular brasileira, e Tica Nascimento encerrou a programação artística com uma apresentação vibrante, calorosamente aplaudida.

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Entre os convidados, destacou-se a presença de Dona Josefa, mãe da presidente Solange da Gama Pinheiro, símbolo do apoio familiar que acompanha a trajetória da Academia. Também prestigiaram a solenidade Ivone Mont’Alegre de Góis e Iolanda Mont’Alegre de Góis, irmãs da saudosa confreira Zilda Mont’Alegre (in memoriam).

Participaram ainda os acadêmicos Salete Nascimento, Ginaldo de Jesus e Hélio Souza; o cordelista Zezé de Boquim; o Acadêmico e Amigo Reinam; e o influenciador Roosevelt do Espírito Santo. O encontro transformou-se em um momento de confraternização, marcado pelo fortalecimento dos laços de amizade construídos ao longo da história da instituição.

A nova geração da literatura também teve espaço de destaque. Vindos de Tomar do Geru, os jovens escritores Felipe dos Santos e Davi apresentaram suas primeiras obras, demonstrando a renovação permanente da produção literária sergipana e confirmando que o incentivo à leitura e à escrita continua produzindo frutos.

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Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a homenagem prestada pelo artista grafiteiro Gerson Medeiros, irmão da confreira Mariza Medeiros, que presenteou o presidente de honra da ACLH, Domingos Pascoal de Melo, com uma obra em grafite retratando sua imagem. A homenagem simbolizou o reconhecimento ao seu trabalho em favor da literatura, da formação de escritores e da criação de academias literárias em Sergipe, legado que alcança praticamente todas as regiões do estado.

Ao celebrar seus onze anos de existência, a Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades reafirmou seu compromisso com a promoção da literatura, do humanismo, da preservação da memória e da democratização do acesso à cultura. Mais do que uma cerimônia comemorativa, o evento tornou-se uma celebração da cidadania, da educação e da esperança.

A trajetória da ACLH demonstra que a cultura floresce quando encontra pessoas dispostas a sonhar e a construir coletivamente. Onze anos depois de sua fundação, a Academia continua escrevendo uma história de inclusão, compromisso e transformação social, inspirando novas gerações de leitores, escritores e cidadãos e reafirmando que investir na cultura é investir no futuro de uma sociedade mais humana, consciente e solidária.

Domingos Pascoal de Melo é pensador cearense-sergipano, jornalista, escritor e humanista. Membro efetivo e vitalício da Academia Sergipana de Letras, dedica-se à promoção da cultura, da literatura e da formação de novos escritores, sendo reconhecido como um dos principais incentivadores do movimento acadêmico-literário em Sergipe. Articulista da Revista Atração desde sua fundação, também colabora com diversos veículos de comunicação e é autor dos livros Experimente Mudar, A Mudança Começa em Você, Validando Ideias criador da modalidade de Antologias inclusivas, crianças e jovens podem e devem participar e se transformar em escritores.

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*Domingos Pascoal

A Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades (ACLH) comemorou, no dia 17 de abril de 2026, seus onze anos de fundação com uma solenidade marcada pela valorização da cultura, da literatura e da integração comunitária. Realizado em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o evento integrou a programação da I Feira de Saberes e Sabores, que movimentou Cristinápolis ao longo de todo o dia, reunindo arte, conhecimento, empreendedorismo e expressiva participação popular.

Fundada em 6 de abril de 2015, a ACLH nasceu do propósito de fortalecer a cultura local, preservar a memória do município e incentivar a produção literária. A iniciativa foi idealizada pelo saudoso Padre Raimundo Leal e conduzida, desde o início, pela presidente Solange da Gama Pinheiro, contando com a orientação do escritor e humanista Domingos Pascoal de Melo, um dos principais incentivadores do movimento acadêmico-literário sergipano.

O projeto recebeu o apoio de ilustres cristinapolitanos que acreditaram no poder transformador da literatura e da cultura: Edenilza Lina dos Santos, Elielma Quintela Guimarães, Claudivan Santos Guimarães, Érica Lutygard Rodrigues de Aragão, Ana Cláudia Oliveira de Souza, Cleomácio Souza dos Santos, Padre Iúri Ribeiro dos Santos, Ana Paula de Oliveira Ferreira, Dionete Vieira dos Santos Lima, Aberlânio Ancelmo da Silva e Mariza Medeiros de Macedo. Juntos, lançaram as bases de uma instituição que se consolidou como referência na promoção da literatura, do humanismo e da valorização da identidade cultural de Cristinápolis.

Como patrono, a Academia escolheu o jurista, historiador e intelectual Bernardino José de Souza, personalidade cuja trajetória continua inspirando todos aqueles que veem na educação, na cultura e no conhecimento instrumentos de desenvolvimento humano e transformação social.

Ao longo de onze anos, a ACLH tornou-se um importante espaço de encontro entre escritores, artistas, educadores e a comunidade, estimulando novos talentos, preservando a memória local e fortalecendo o sentimento de pertencimento da população.

A sessão solene, iniciada às 17 horas, reuniu acadêmicos, autoridades, secretários municipais, representantes de instituições, escritores, artistas e amigos da Academia, confirmando o reconhecimento conquistado pela entidade como uma das mais relevantes promotoras da cultura no município.

A cerimônia foi conduzida por Wagner Oliveira e Ana Cláudia, que imprimiram elegância, dinamismo e acolhimento ao evento.

A programação artística proporcionou momentos de grande sensibilidade. O cantor Marcelo Rodrigues abriu a solenidade com voz e violão. Na sequência, a Filarmônica São Francisco de Assis, sob a regência do maestro Maciel, emocionou o público com uma apresentação impecável. A cantora Miriam Alves revisitou clássicos da música popular brasileira, e Tica Nascimento encerrou a programação artística com uma apresentação vibrante, calorosamente aplaudida.

Entre os convidados, destacou-se a presença de Dona Josefa, mãe da presidente Solange da Gama Pinheiro, símbolo do apoio familiar que acompanha a trajetória da Academia. Também prestigiaram a solenidade Ivone Mont’Alegre de Góis e Iolanda Mont’Alegre de Góis, irmãs da saudosa confreira Zilda Mont’Alegre (in memoriam).

Participaram ainda os acadêmicos Salete Nascimento, Ginaldo de Jesus e Hélio Souza; o cordelista Zezé de Boquim; o Acadêmico e Amigo Reinam; e o influenciador Roosevelt do Espírito Santo. O encontro transformou-se em um momento de confraternização, marcado pelo fortalecimento dos laços de amizade construídos ao longo da história da instituição.

A nova geração da literatura também teve espaço de destaque. Vindos de Tomar do Geru, os jovens escritores Felipe dos Santos e Davi apresentaram suas primeiras obras, demonstrando a renovação permanente da produção literária sergipana e confirmando que o incentivo à leitura e à escrita continua produzindo frutos.

Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a homenagem prestada pelo artista grafiteiro Gerson Medeiros, irmão da confreira Mariza Medeiros, que presenteou o presidente de honra da ACLH, Domingos Pascoal de Melo, com uma obra em grafite retratando sua imagem. A homenagem simbolizou o reconhecimento ao seu trabalho em favor da literatura, da formação de escritores e da criação de academias literárias em Sergipe, legado que alcança praticamente todas as regiões do estado.

Ao celebrar seus onze anos de existência, a Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades reafirmou seu compromisso com a promoção da literatura, do humanismo, da preservação da memória e da democratização do acesso à cultura. Mais do que uma cerimônia comemorativa, o evento tornou-se uma celebração da cidadania, da educação e da esperança.

A trajetória da ACLH demonstra que a cultura floresce quando encontra pessoas dispostas a sonhar e a construir coletivamente. Onze anos depois de sua fundação, a Academia continua escrevendo uma história de inclusão, compromisso e transformação social, inspirando novas gerações de leitores, escritores e cidadãos e reafirmando que investir na cultura é investir no futuro de uma sociedade mais humana, consciente e solidária.

Domingos Pascoal de Melo é pensador cearense-sergipano, jornalista, escritor e humanista. Membro efetivo e vitalício da Academia Sergipana de Letras, dedica-se à promoção da cultura, da literatura e da formação de novos escritores, sendo reconhecido como um dos principais incentivadores do movimento acadêmico-literário em Sergipe. Articulista da Revista Atração desde sua fundação, também colabora com diversos veículos de comunicação e é autor dos livros Experimente Mudar, A Mudança Começa em Você, Validando Ideias criador da modalidade de Antologias inclusivas, crianças e jovens podem e devem participar e se transformar em escritores.

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