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Aracaju, Quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Risco Político-Institucional é o Maior Desafio para o Brasil, Afirma Arko Advice

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Risco Político-Institucional é o Maior Desafio para o Brasil, Afirma Arko Advice

Relatório aponta risco político-institucional como principal desafio do Brasil.

09/07/2026 · 19h05
Risco Político-Institucional é o Maior Desafio para o Brasil, Afirma Arko Advice

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O relatório Risco Brasil, divulgado neste mês pela consultoria política Arko Advice, aponta que o principal vetor de risco para o Brasil é o pilar político-institucional. Esse cenário é influenciado por escândalos como o Caso Master, que têm gerado um impacto significativo em Brasília.

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Desde o início da Operação Compliance Zero, as investigações relacionadas ao Caso Master têm atingido figuras ligadas ao centrão, como Ciro Nogueira, além de membros da direita bolsonarista, como Flávio Bolsonaro, e representantes do Partido dos Trabalhadores (PT), como Jaques Wagner. A complexidade da situação se intensifica com os questionamentos sobre a condução do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o relator André Mendonça enfrenta críticas do decano Gilmar Mendes.

Além disso, as relações entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional estão se tornando cada vez mais tensas. O Congresso, por sua vez, tem se fortalecido através do controle das emendas orçamentárias, o que gera um cenário de disputa de poder e conflitos institucionais.

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“Acho que continuará a haver disputa de poder, conflito institucional, mistura de competências, ausência de limites, mas, sobretudo, uma ausência de vocação para o diálogo”, afirmou Murillo de Aragão, CEO da Arko Advice.

No campo legislativo, Murillo destaca que setores da direita bolsonarista têm direcionado esforços para o Senado, buscando obter maiorias que possibilitem o avanço de impeachments de ministros do STF. Um exemplo é Alexandre de Moraes, relator da ação penal que resultou na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se vê envolto em suspeitas em relação ao Caso Master, principalmente por conta das relações contratuais de sua esposa, Viviane Barci, com um ex-banqueiro.

“A esperança de um diálogo é de que, se o quadro fiscal ficar tão ruim, obrigue os agentes políticos a sentarem na mesa e buscar uma saída”, acrescentou Murillo de Aragão, que também é cientista político.

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Com essa análise, a consultoria destaca a necessidade de um diálogo entre os agentes políticos para evitar que a crise se aprofunde.

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Desde o início da Operação Compliance Zero, as investigações relacionadas ao Caso Master têm atingido figuras ligadas ao centrão, como Ciro Nogueira, além de membros da direita bolsonarista, como Flávio Bolsonaro, e representantes do Partido dos Trabalhadores (PT), como Jaques Wagner. A complexidade da situação se intensifica com os questionamentos sobre a condução do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o relator André Mendonça enfrenta críticas do decano Gilmar Mendes.

Além disso, as relações entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional estão se tornando cada vez mais tensas. O Congresso, por sua vez, tem se fortalecido através do controle das emendas orçamentárias, o que gera um cenário de disputa de poder e conflitos institucionais.

“Acho que continuará a haver disputa de poder, conflito institucional, mistura de competências, ausência de limites, mas, sobretudo, uma ausência de vocação para o diálogo”, afirmou Murillo de Aragão, CEO da Arko Advice.

No campo legislativo, Murillo destaca que setores da direita bolsonarista têm direcionado esforços para o Senado, buscando obter maiorias que possibilitem o avanço de impeachments de ministros do STF. Um exemplo é Alexandre de Moraes, relator da ação penal que resultou na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se vê envolto em suspeitas em relação ao Caso Master, principalmente por conta das relações contratuais de sua esposa, Viviane Barci, com um ex-banqueiro.

“A esperança de um diálogo é de que, se o quadro fiscal ficar tão ruim, obrigue os agentes políticos a sentarem na mesa e buscar uma saída”, acrescentou Murillo de Aragão, que também é cientista político.

Com essa análise, a consultoria destaca a necessidade de um diálogo entre os agentes políticos para evitar que a crise se aprofunde.

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