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Rússia intensifica ataques à Ucrânia em meio a tratativas diplomáticas

Enquanto representantes da Rússia, Ucrânia e Estados Unidos discutiam uma possível saída para o conflito, forças russas lançaram um ataque aéreo de grande escala contra as duas maiores cidades ucranianas. A nova ofensiva ocorreu paralelamente ao segundo dia de negociações, que terminou sem avanços concretos para um cessar-fogo.

25/01/2026 · 00h25
Rússia intensifica ataques à Ucrânia em meio a tratativas diplomáticas

Bombardeios atingem Kiev e Kharkiv enquanto negociações internacionais terminam sem acordo

Enquanto representantes da Rússia, Ucrânia e Estados Unidos discutiam uma possível saída para o conflito, forças russas lançaram um ataque aéreo de grande escala contra as duas maiores cidades ucranianas. A nova ofensiva ocorreu paralelamente ao segundo dia de negociações, que terminou sem avanços concretos para um cessar-fogo.

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De acordo com a Força Aérea da Ucrânia, mais de 20 mísseis e cerca de 400 drones foram utilizados nos bombardeios, atingindo áreas residenciais e estruturas essenciais de infraestrutura. O ataque acontece em meio a uma forte onda de frio, com temperaturas abaixo de zero, agravando a situação humanitária no país.

O governo ucraniano estima que 1,2 milhão de pessoas estejam sem aquecimento, sendo 800 mil apenas em Kiev. Na capital, uma pessoa morreu e ao menos 31 ficaram feridas. Imagens divulgadas mostram bombeiros combatendo incêndios em meio à neve. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que escolas e prédios públicos estão sendo adaptados como abrigos aquecidos para receber a população durante a noite.

Já em Kharkiv, cidade localizada a menos de 30 quilômetros da fronteira russa e alvo frequente desde o início da guerra, o ataque atingiu prédios residenciais, um abrigo para deslocados e uma maternidade. Cenas de desespero marcaram a madrugada, com famílias buscando proteção e conforto em meio às explosões.

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Enquanto as bombas caíam, delegações diplomáticas estavam reunidas nos Emirados Árabes Unidos, tentando avançar em uma solução para o conflito que já se estende por quase quatro anos. O principal impasse segue sendo a questão territorial: Moscou exige a cessão de grandes áreas do leste ucraniano, proposta rejeitada por Kiev.

Autoridades americanas confirmaram que uma nova rodada de negociações está prevista para o próximo domingo. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou as conversas como “construtivas”, apesar do cenário de violência.

Mesmo assim, o governo ucraniano acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de agir de forma cínica ao autorizar um ataque de grande escala durante as negociações. Para o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, a ofensiva reforça que o líder russo deveria responder por crimes de guerra em um tribunal internacional, e não participar de iniciativas diplomáticas de paz.

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Bombardeios atingem Kiev e Kharkiv enquanto negociações internacionais terminam sem acordo

Enquanto representantes da Rússia, Ucrânia e Estados Unidos discutiam uma possível saída para o conflito, forças russas lançaram um ataque aéreo de grande escala contra as duas maiores cidades ucranianas. A nova ofensiva ocorreu paralelamente ao segundo dia de negociações, que terminou sem avanços concretos para um cessar-fogo.

De acordo com a Força Aérea da Ucrânia, mais de 20 mísseis e cerca de 400 drones foram utilizados nos bombardeios, atingindo áreas residenciais e estruturas essenciais de infraestrutura. O ataque acontece em meio a uma forte onda de frio, com temperaturas abaixo de zero, agravando a situação humanitária no país.

O governo ucraniano estima que 1,2 milhão de pessoas estejam sem aquecimento, sendo 800 mil apenas em Kiev. Na capital, uma pessoa morreu e ao menos 31 ficaram feridas. Imagens divulgadas mostram bombeiros combatendo incêndios em meio à neve. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que escolas e prédios públicos estão sendo adaptados como abrigos aquecidos para receber a população durante a noite.

Já em Kharkiv, cidade localizada a menos de 30 quilômetros da fronteira russa e alvo frequente desde o início da guerra, o ataque atingiu prédios residenciais, um abrigo para deslocados e uma maternidade. Cenas de desespero marcaram a madrugada, com famílias buscando proteção e conforto em meio às explosões.

Enquanto as bombas caíam, delegações diplomáticas estavam reunidas nos Emirados Árabes Unidos, tentando avançar em uma solução para o conflito que já se estende por quase quatro anos. O principal impasse segue sendo a questão territorial: Moscou exige a cessão de grandes áreas do leste ucraniano, proposta rejeitada por Kiev.

Autoridades americanas confirmaram que uma nova rodada de negociações está prevista para o próximo domingo. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou as conversas como “construtivas”, apesar do cenário de violência.

Mesmo assim, o governo ucraniano acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de agir de forma cínica ao autorizar um ataque de grande escala durante as negociações. Para o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, a ofensiva reforça que o líder russo deveria responder por crimes de guerra em um tribunal internacional, e não participar de iniciativas diplomáticas de paz.

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