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Internacional

Sauditas atacam Hodeidah em retaliação por projéteis no Mar Vermelho

Arábia Saudita ataca alvos houthis no Iêmen após navio ser atingido no Mar Vermelho.

24/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h07
Sauditas atacam Hodeidah em retaliação por projéteis no Mar Vermelho

A coalizão saudita afirmou que bombardeios em Hodeidah foram resposta 'proporcional' ao lançamento de mísseis contra uma embarcação no Mar Vermelho. Avisou que novas ações hostis receberão resposta sem clemência.

A Arábia Saudita realizou ataques aéreos contra alvos houthis na cidade portuária de Hodeidah, no Iêmen, nesta sexta-feira, 24 de julho de 2026. Os bombardeios ocorreram em resposta ao ataque a uma embarcação saudita no Mar Vermelho, que foi atingida por mísseis disparados pela milícia houthi.

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Em comunicado oficial, o Comando das Forças Conjuntas da Coalizão da Arábia Saudita classificou os ataques como uma “resposta militar proporcional”. A coalizão enfatizou que, caso a milícia houthi mantenha suas ações hostis, enfrentará uma resposta sem clemência.

“Se a milícia houthi continuar com suas ações hostis, enfrentará uma resposta sem clemência”, afirmou o comunicado.

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O major-general Turki al-Malki, porta-voz da coalizão, descreveu os ataques houthis no Mar Vermelho como um “ato covarde e imprudente”. Ele também destacou que o porto de Hodeidah não foi alvo dos ataques sauditas, embora a emissora de televisão al-Masirah, ligada aos houthis, tenha relatado que um trabalhador de um prédio de telecomunicações em Hodeidah ficou ferido devido aos bombardeios.

Os ataques marcam um aumento nas hostilidades na região, onde a guerra civil no Iêmen já perdura por vários anos. As tensões entre a Arábia Saudita e os houthis têm se intensificado nas últimas semanas, especialmente com os recentes ataques a navios no Mar Vermelho. O bloqueio imposto pelos houthis à Arábia Saudita também tem gerado preocupações internacionais sobre a segurança da navegação na região.

O conflito no Iêmen, que começou em 2014, envolve uma complexa rede de alianças e rivalidades regionais, tornando a situação ainda mais volátil. A comunidade internacional acompanha de perto os desdobramentos, uma vez que o Mar Vermelho é uma rota crucial para o comércio global.

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A coalizão saudita afirmou que bombardeios em Hodeidah foram resposta 'proporcional' ao lançamento de mísseis contra uma embarcação no Mar Vermelho. Avisou que novas ações hostis receberão resposta sem clemência.

A Arábia Saudita realizou ataques aéreos contra alvos houthis na cidade portuária de Hodeidah, no Iêmen, nesta sexta-feira, 24 de julho de 2026. Os bombardeios ocorreram em resposta ao ataque a uma embarcação saudita no Mar Vermelho, que foi atingida por mísseis disparados pela milícia houthi.

Em comunicado oficial, o Comando das Forças Conjuntas da Coalizão da Arábia Saudita classificou os ataques como uma “resposta militar proporcional”. A coalizão enfatizou que, caso a milícia houthi mantenha suas ações hostis, enfrentará uma resposta sem clemência.

“Se a milícia houthi continuar com suas ações hostis, enfrentará uma resposta sem clemência”, afirmou o comunicado.

O major-general Turki al-Malki, porta-voz da coalizão, descreveu os ataques houthis no Mar Vermelho como um “ato covarde e imprudente”. Ele também destacou que o porto de Hodeidah não foi alvo dos ataques sauditas, embora a emissora de televisão al-Masirah, ligada aos houthis, tenha relatado que um trabalhador de um prédio de telecomunicações em Hodeidah ficou ferido devido aos bombardeios.

Os ataques marcam um aumento nas hostilidades na região, onde a guerra civil no Iêmen já perdura por vários anos. As tensões entre a Arábia Saudita e os houthis têm se intensificado nas últimas semanas, especialmente com os recentes ataques a navios no Mar Vermelho. O bloqueio imposto pelos houthis à Arábia Saudita também tem gerado preocupações internacionais sobre a segurança da navegação na região.

O conflito no Iêmen, que começou em 2014, envolve uma complexa rede de alianças e rivalidades regionais, tornando a situação ainda mais volátil. A comunidade internacional acompanha de perto os desdobramentos, uma vez que o Mar Vermelho é uma rota crucial para o comércio global.

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