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Aracaju, Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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China rebate G7 e defende controle de exportação de minerais críticos

Internacional

China rebate G7 e defende controle de exportação de minerais críticos

China defende controle de exportação de minerais críticos e critica o G7.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h50
China rebate G7 e defende controle de exportação de minerais críticos

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Pequim exigiu respeito às regras do comércio internacional após líderes do G7 firmarem acordo para reduzir dependência chinesa em minerais essenciais. O Ministério das Relações Exteriores chinês saiu em defesa das medidas restritivas.

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A China defendeu suas medidas de controle de exportação de suprimentos minerais críticos e solicitou que as nações do G7 respeitem os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional. O Ministério das Relações Exteriores da China fez essas declarações nesta quinta-feira (18), após um acordo firmado pelos líderes do G7 no dia anterior, que visa intensificar a coordenação para reduzir a dependência dos países do grupo em relação à China no fornecimento de minerais essenciais.

O porta-voz do Ministério, Lin Jian, destacou em uma coletiva de imprensa que as ações da China para padronizar e aprimorar seu sistema de controle de exportações estão alinhadas com as práticas internacionais. “O objetivo é salvaguardar melhor a paz mundial e a estabilidade regional, além de cumprir as obrigações internacionais relacionadas à não proliferação”, afirmou Lin, ressaltando a importância de evitar a imposição de regras que favoreçam “pequenos grupos” e prejudicam a ordem econômica e comercial global.

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As potências ocidentais têm se empenhado em diversificar suas fontes de metais vitais, buscando alternativas para a defesa, tecnologia e energias renováveis, especialmente após as restrições de exportação de ímãs permanentes impostas pela China no ano passado. Essas restrições impactaram vários setores, revelando a dependência excessiva de uma única fonte no fornecimento desses materiais.

Os líderes do G7, embora não tenham mencionado diretamente a China, expressaram a intenção de reduzir a dependência de qualquer fornecedor externo para terras raras e ímãs permanentes. A meta é que essa dependência caia para menos de 60% até 2030 e, se possível, atingir 50% o mais rápido possível. Essa estratégia visa não apenas fortalecer a segurança econômica dos países do G7, mas também garantir a resiliência de suas cadeias de suprimento.

Com essas movimentações, a dinâmica do comércio internacional de minerais críticos pode passar por mudanças significativas, refletindo as tensões geopolíticas atuais e as novas realidades do mercado global.

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A China defendeu suas medidas de controle de exportação de suprimentos minerais críticos e solicitou que as nações do G7 respeitem os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional. O Ministério das Relações Exteriores da China fez essas declarações nesta quinta-feira (18), após um acordo firmado pelos líderes do G7 no dia anterior, que visa intensificar a coordenação para reduzir a dependência dos países do grupo em relação à China no fornecimento de minerais essenciais.

O porta-voz do Ministério, Lin Jian, destacou em uma coletiva de imprensa que as ações da China para padronizar e aprimorar seu sistema de controle de exportações estão alinhadas com as práticas internacionais. “O objetivo é salvaguardar melhor a paz mundial e a estabilidade regional, além de cumprir as obrigações internacionais relacionadas à não proliferação”, afirmou Lin, ressaltando a importância de evitar a imposição de regras que favoreçam “pequenos grupos” e prejudicam a ordem econômica e comercial global.

As potências ocidentais têm se empenhado em diversificar suas fontes de metais vitais, buscando alternativas para a defesa, tecnologia e energias renováveis, especialmente após as restrições de exportação de ímãs permanentes impostas pela China no ano passado. Essas restrições impactaram vários setores, revelando a dependência excessiva de uma única fonte no fornecimento desses materiais.

Os líderes do G7, embora não tenham mencionado diretamente a China, expressaram a intenção de reduzir a dependência de qualquer fornecedor externo para terras raras e ímãs permanentes. A meta é que essa dependência caia para menos de 60% até 2030 e, se possível, atingir 50% o mais rápido possível. Essa estratégia visa não apenas fortalecer a segurança econômica dos países do G7, mas também garantir a resiliência de suas cadeias de suprimento.

Com essas movimentações, a dinâmica do comércio internacional de minerais críticos pode passar por mudanças significativas, refletindo as tensões geopolíticas atuais e as novas realidades do mercado global.

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