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Aracaju, Quarta-feira, 10 de junho de 2026
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Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola

Saúde

Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e o Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP) investigam um novo caso...

10/06/2026 · 17h19
Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e o Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP) investigam um novo caso suspeito de infecção pelo vírus ebola.

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Trata-se de uma mulher brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo, região afetada por um surto da doença que a Organização Mundial da Saúde classificou como de importância internacional.

A paciente desembarcou no Brasil no dia 6 de junho. No dia 9 de junho ela passou a apresentar sintomas como diarreia e febre e procurou atendimento em um serviço de saúde particular. Na madrugada do dia 10 de junho, a mulher foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), unidade de referência nacional para casos suspeitos ou confirmados de ebola.

Segundo a Secretaria de Saúde, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, sendo monitorada conforme protocolos de biossegurança para esse tipo de situação. Foi realizado um teste rápido para malária, cujo resultado foi negativo. As análises laboratoriais para confirmação da presença do vírus ebola estão em curso no Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Este caso é o segundo suspeito registrado no estado de São Paulo. O primeiro envolveu um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo; naquele episódio a investigação descartou ebola e identificou a presença de uma bactéria causadora de meningite meningocócica. Esse paciente segue internado no Emílio Ribas com evolução favorável.

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Ebola

O ebola é uma infecção grave transmitida de pessoa para pessoa. A transmissão ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, apenas quando estas apresentam sintomas; o vírus não é transmitido pelo ar.

instituto-de-infectologia-emilio-ribas-1

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a taxa de letalidade no atual surto varia entre 55% e 60%. O vírus foi identificado pela primeira vez em 1976 em uma região próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo, e desde então já provocou diversos surtos em diferentes regiões da África.

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Até o momento, não há confirmação laboratorial de casos de ebola no Brasil.

Com informações de Agência Brasil

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e o Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP) investigam um novo caso suspeito de infecção pelo vírus ebola.

Trata-se de uma mulher brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo, região afetada por um surto da doença que a Organização Mundial da Saúde classificou como de importância internacional.

A paciente desembarcou no Brasil no dia 6 de junho. No dia 9 de junho ela passou a apresentar sintomas como diarreia e febre e procurou atendimento em um serviço de saúde particular. Na madrugada do dia 10 de junho, a mulher foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), unidade de referência nacional para casos suspeitos ou confirmados de ebola.

Segundo a Secretaria de Saúde, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, sendo monitorada conforme protocolos de biossegurança para esse tipo de situação. Foi realizado um teste rápido para malária, cujo resultado foi negativo. As análises laboratoriais para confirmação da presença do vírus ebola estão em curso no Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Este caso é o segundo suspeito registrado no estado de São Paulo. O primeiro envolveu um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo; naquele episódio a investigação descartou ebola e identificou a presença de uma bactéria causadora de meningite meningocócica. Esse paciente segue internado no Emílio Ribas com evolução favorável.

Ebola

O ebola é uma infecção grave transmitida de pessoa para pessoa. A transmissão ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, apenas quando estas apresentam sintomas; o vírus não é transmitido pelo ar.

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De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a taxa de letalidade no atual surto varia entre 55% e 60%. O vírus foi identificado pela primeira vez em 1976 em uma região próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo, e desde então já provocou diversos surtos em diferentes regiões da África.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de casos de ebola no Brasil.

Com informações de Agência Brasil

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