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Saúde

Ministra Sônia Guajajara apresenta melhora e segue internada no Incor-SP

Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, permanece internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da...

23/03/2026 · 21h55
Ministra Sônia Guajajara apresenta melhora e segue internada no Incor-SP

Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, permanece internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Incor-SP), em São Paulo, após apresentar mal-estar com febre alta e dor abdominal. A internação foi registrada no último sábado (21).

A pasta informou que, na manhã desta segunda-feira (23), a ministra continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital e apresentou melhora clínica, respondendo de forma positiva ao tratamento. Ainda não há previsão divulgada para a alta hospitalar.

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De acordo com o infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano, responsável pelo atendimento de Guajajara, a paciente está estável. Siciliano acrescentou que não foram observados novos episódios de febre desde domingo (22) e que houve melhora significativa nos resultados dos exames realizados.

Em publicação nas redes sociais divulgada no domingo, a assessoria da ministra informou que ela apresentou evolução clínica favorável, com redução dos sintomas e sinais vitais estáveis. A nota afirma que, por orientação médica, Guajajara permanece hospitalizada para observação, realização de exames complementares e acompanhamento clínico.

Histórico recente

Em 2024, Sônia Guajajara já havia sido internada no mesmo instituto, o Incor, após passar mal durante o cumprimento de uma agenda pública. A nova internação, ocorrida no sábado (21), levou a equipe médica a iniciar investigação de um quadro infeccioso como possível causa dos sintomas.

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Até o momento, as informações divulgadas concentram-se na evolução clínica favorável e na continuidade dos procedimentos diagnósticos e do monitoramento na UTI. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre o tipo de infecção em investigação ou sobre medicamentos específicos administrados durante o tratamento.

Fontes oficiais ressaltam que a ministra permanece sob observação e que a equipe médica seguirá avaliando os exames e a resposta ao tratamento antes de estabelecer uma data para alta.

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Com informações de Agência Brasil

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Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, permanece internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Incor-SP), em São Paulo, após apresentar mal-estar com febre alta e dor abdominal. A internação foi registrada no último sábado (21).

A pasta informou que, na manhã desta segunda-feira (23), a ministra continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital e apresentou melhora clínica, respondendo de forma positiva ao tratamento. Ainda não há previsão divulgada para a alta hospitalar.

De acordo com o infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano, responsável pelo atendimento de Guajajara, a paciente está estável. Siciliano acrescentou que não foram observados novos episódios de febre desde domingo (22) e que houve melhora significativa nos resultados dos exames realizados.

Em publicação nas redes sociais divulgada no domingo, a assessoria da ministra informou que ela apresentou evolução clínica favorável, com redução dos sintomas e sinais vitais estáveis. A nota afirma que, por orientação médica, Guajajara permanece hospitalizada para observação, realização de exames complementares e acompanhamento clínico.

Histórico recente

Em 2024, Sônia Guajajara já havia sido internada no mesmo instituto, o Incor, após passar mal durante o cumprimento de uma agenda pública. A nova internação, ocorrida no sábado (21), levou a equipe médica a iniciar investigação de um quadro infeccioso como possível causa dos sintomas.

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Até o momento, as informações divulgadas concentram-se na evolução clínica favorável e na continuidade dos procedimentos diagnósticos e do monitoramento na UTI. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre o tipo de infecção em investigação ou sobre medicamentos específicos administrados durante o tratamento.

Fontes oficiais ressaltam que a ministra permanece sob observação e que a equipe médica seguirá avaliando os exames e a resposta ao tratamento antes de estabelecer uma data para alta.





Com informações de Agência Brasil

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