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Política

Sergipe avança na preparação de mercado de créditos de carbono

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), está desenvolvendo a base técnica para criar o Mercado Estadual de Créditos de Carbono. Os estudos integram a elaboração do Plano Estadual de Ações Climáticas (Peac) e da Política Estadual de Emissão de Gases de Efeito Estufa. […]

10/10/2025 · 11h17
Sergipe avança na preparação de mercado de créditos de carbono

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), está desenvolvendo a base técnica para criar o Mercado Estadual de Créditos de Carbono. Os estudos integram a elaboração do Plano Estadual de Ações Climáticas (Peac) e da Política Estadual de Emissão de Gases de Efeito Estufa.

A iniciativa conta com a consultoria da Fundação Instituto de Administração (FIA), contratada em agosto deste ano. A entidade realiza reuniões periódicas com técnicos estaduais para alinhar os produtos que vão embasar a futura política de baixa emissão de carbono.

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Documentos em fase de conclusão

Nos últimos 45 dias, a equipe concluiu o Relatório de Diagnóstico Climático de Sergipe, o Relatório de Cenários Climáticos de Médio e Longo Prazo e o Inventário Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Estão em andamento:

  • Plano Estadual de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas;
  • Relatório sobre alternativas de financiamento para o Peac;
  • Estudo do potencial financeiro dos créditos de carbono, com mapeamento de oportunidades.

Objetivos do Peac

O Peac pretende orientar políticas públicas que fortaleçam a resiliência climática, promovam a adaptação da sociedade e acelerem a descarbonização, alinhando o estado aos compromissos internacionais de sustentabilidade. O prazo para conclusão de todos os estudos é de nove meses, e o lançamento oficial do plano está previsto para o primeiro semestre de 2026.

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A secretária de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas, Deborah Menezes Dias, destacou o potencial econômico e social do projeto. Segundo ela, o mercado de créditos de carbono pode gerar renda para comunidades locais, incentivar práticas produtivas de baixo carbono, atrair investimentos verdes e contribuir para a conservação dos ecossistemas sergipanos.

 

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O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), está desenvolvendo a base técnica para criar o Mercado Estadual de Créditos de Carbono. Os estudos integram a elaboração do Plano Estadual de Ações Climáticas (Peac) e da Política Estadual de Emissão de Gases de Efeito Estufa.

A iniciativa conta com a consultoria da Fundação Instituto de Administração (FIA), contratada em agosto deste ano. A entidade realiza reuniões periódicas com técnicos estaduais para alinhar os produtos que vão embasar a futura política de baixa emissão de carbono.

Documentos em fase de conclusão

Nos últimos 45 dias, a equipe concluiu o Relatório de Diagnóstico Climático de Sergipe, o Relatório de Cenários Climáticos de Médio e Longo Prazo e o Inventário Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Estão em andamento:

  • Plano Estadual de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas;
  • Relatório sobre alternativas de financiamento para o Peac;
  • Estudo do potencial financeiro dos créditos de carbono, com mapeamento de oportunidades.

Objetivos do Peac

O Peac pretende orientar políticas públicas que fortaleçam a resiliência climática, promovam a adaptação da sociedade e acelerem a descarbonização, alinhando o estado aos compromissos internacionais de sustentabilidade. O prazo para conclusão de todos os estudos é de nove meses, e o lançamento oficial do plano está previsto para o primeiro semestre de 2026.

A secretária de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas, Deborah Menezes Dias, destacou o potencial econômico e social do projeto. Segundo ela, o mercado de créditos de carbono pode gerar renda para comunidades locais, incentivar práticas produtivas de baixo carbono, atrair investimentos verdes e contribuir para a conservação dos ecossistemas sergipanos.

 

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