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Sergipe

Sergipe adere ao Fevereiro Roxo e Laranja para conscientizar sobre fibromialgia, lúpus, Alzheimer e leucemia

O mês de fevereiro em Sergipe está marcado pelo Fevereiro Roxo e Laranja, campanha que amplia a visibilidade de doenças crônicas e graves como fibromialgia, lúpus, Alzheimer e leucemia. A iniciativa foi instituída pela Lei nº 9.652/2025, de autoria da deputada estadual Linda Brasil (Psol), e busca reforçar políticas públicas de cuidado e inclusão.

07/02/2026 · 12h26
Sergipe adere ao Fevereiro Roxo e Laranja para conscientizar sobre fibromialgia, lúpus, Alzheimer e leucemia

O mês de fevereiro em Sergipe está marcado pelo Fevereiro Roxo e Laranja, campanha que amplia a visibilidade de doenças crônicas e graves como fibromialgia, lúpus, Alzheimer e leucemia. A iniciativa foi instituída pela Lei nº 9.652/2025, de autoria da deputada estadual Linda Brasil (Psol), e busca reforçar políticas públicas de cuidado e inclusão.

O tema foi debatido na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) da última quarta-feira (4), quando a parlamentar exibiu um vídeo com relatos de pessoas diagnosticadas com fibromialgia e representantes de movimentos sociais. Os depoimentos destacaram dores constantes, invisibilidade social e barreiras para acessar direitos básicos.

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Espaço escolar e diagnóstico precoce

Linda Brasil afirmou que a campanha foi construída em diálogo com entidades de saúde e educação, defendendo a escola como espaço estratégico para combater preconceitos. “É fundamental focar no diagnóstico precoce para viabilizar tratamentos que melhorem a qualidade de vida”, ressaltou a deputada.

Relatos de quem convive com a doença

Flávia Suelane Pereira, do Movimento Fibromialgia Dor Crônica de Sergipe, enfatizou o impacto da enfermidade, que atinge majoritariamente mulheres. “Fevereiro Roxo não é simbólico; é conscientização, inclusão e respeito”, disse. Diagnosticada há 13 anos, ela relatou limitações físicas e sociais impostas pela condição.

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Também com fibromialgia, Deborah Bomfim mencionou dores diárias e preconceito: “Convivo com descrédito e não consigo fazer coisas simples, como praticar esportes”. Já Elisangela Lopes denunciou a falta de cumprimento de direitos: “A lei está no papel, mas não chega até nós. Falta medicação na rede pública e dignidade no atendimento”, afirmou.

Leis estaduais e nacionais

Autora da Lei nº 9.293/2023, que classifica a fibromialgia como deficiência em Sergipe, Linda Brasil defende que campanhas saiam do calendário e se tornem ações permanentes do Estado. Nacionalmente, entrou em vigor em janeiro a Lei nº 15.176/2025, que reconhece a fibromialgia como deficiência em todo o país, garantindo benefícios previdenciários, cotas em concursos, isenções fiscais e acessibilidade.

Para movimentos sociais, o desafio agora é fazer com que esses avanços legais se transformem em práticas efetivas. “Há políticas públicas, mas, sem uma rede estruturada, muitos direitos são negados”, concluiu a deputada.

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O mês de fevereiro em Sergipe está marcado pelo Fevereiro Roxo e Laranja, campanha que amplia a visibilidade de doenças crônicas e graves como fibromialgia, lúpus, Alzheimer e leucemia. A iniciativa foi instituída pela Lei nº 9.652/2025, de autoria da deputada estadual Linda Brasil (Psol), e busca reforçar políticas públicas de cuidado e inclusão.

O tema foi debatido na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) da última quarta-feira (4), quando a parlamentar exibiu um vídeo com relatos de pessoas diagnosticadas com fibromialgia e representantes de movimentos sociais. Os depoimentos destacaram dores constantes, invisibilidade social e barreiras para acessar direitos básicos.

Espaço escolar e diagnóstico precoce

Linda Brasil afirmou que a campanha foi construída em diálogo com entidades de saúde e educação, defendendo a escola como espaço estratégico para combater preconceitos. “É fundamental focar no diagnóstico precoce para viabilizar tratamentos que melhorem a qualidade de vida”, ressaltou a deputada.

Relatos de quem convive com a doença

Flávia Suelane Pereira, do Movimento Fibromialgia Dor Crônica de Sergipe, enfatizou o impacto da enfermidade, que atinge majoritariamente mulheres. “Fevereiro Roxo não é simbólico; é conscientização, inclusão e respeito”, disse. Diagnosticada há 13 anos, ela relatou limitações físicas e sociais impostas pela condição.

Também com fibromialgia, Deborah Bomfim mencionou dores diárias e preconceito: “Convivo com descrédito e não consigo fazer coisas simples, como praticar esportes”. Já Elisangela Lopes denunciou a falta de cumprimento de direitos: “A lei está no papel, mas não chega até nós. Falta medicação na rede pública e dignidade no atendimento”, afirmou.

Leis estaduais e nacionais

Autora da Lei nº 9.293/2023, que classifica a fibromialgia como deficiência em Sergipe, Linda Brasil defende que campanhas saiam do calendário e se tornem ações permanentes do Estado. Nacionalmente, entrou em vigor em janeiro a Lei nº 15.176/2025, que reconhece a fibromialgia como deficiência em todo o país, garantindo benefícios previdenciários, cotas em concursos, isenções fiscais e acessibilidade.

Para movimentos sociais, o desafio agora é fazer com que esses avanços legais se transformem em práticas efetivas. “Há políticas públicas, mas, sem uma rede estruturada, muitos direitos são negados”, concluiu a deputada.

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