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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Educação

Sergipe destina R$ 24 milhões para levar ensino integral a 37 novas escolas em 2026

O Governo de Sergipe planeja ampliar a oferta de Educação em Tempo Integral na rede estadual em 2026. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), o modelo chegará a mais 37 escolas no próximo ano, somando 146 unidades de ensino integral entre as 319 escolas públicas estaduais.

19/01/2026 · 14h52
Sergipe destina R$ 24 milhões para levar ensino integral a 37 novas escolas em 2026

O Governo de Sergipe planeja ampliar a oferta de Educação em Tempo Integral na rede estadual em 2026. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), o modelo chegará a mais 37 escolas no próximo ano, somando 146 unidades de ensino integral entre as 319 escolas públicas estaduais.

O processo é coordenado pelo Núcleo Gestor de Educação em Tempo Integral (NGETI) e prevê investimento de R$ 24 milhões, destinados a alimentação escolar, transporte e pagamento de docentes. Segundo o coordenador do NGETI, Cleudo Melo Araújo, os recursos também contemplam reformas, ampliação de salas de aula, construção e revitalização de laboratórios, além da criação de espaços para práticas esportivas, artísticas e culturais.

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A secretária de Estado da Educação, Gilvânia Guimarães, ressalta que a expansão não se limita ao aumento de vagas ou melhorias estruturais, mas busca oferecer oportunidades que favoreçam o protagonismo juvenil e a formação integral dos estudantes.

Avanço gradual

Em 2022, Sergipe contava com 71 escolas em tempo integral, distribuídas em 49 municípios e atendendo cerca de 17 mil alunos. No ano seguinte, mais 25 unidades aderiram ao modelo, elevando o total para 96 escolas em 62 cidades e beneficiando aproximadamente 20,9 mil estudantes.

Até 2026, outras 50 escolas foram incorporadas ao sistema, incluindo as 37 previstas para o próximo ano, alcançando a marca de 146 unidades em 70 municípios. A expectativa é atender 35 mil alunos nessa modalidade.

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Alinhamento legal

A expansão segue a Política Sergipana de Educação Integral em Tempo Integral, criada pela Lei estadual nº 9.800/2025, e está em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê ensino integral em 50% das escolas públicas brasileiras. O programa também atende à Lei federal nº 14.640/2023, que instituiu o Programa Escola em Tempo Integral.

Jornada ampliada e projetos complementares

Nas escolas integradas ao modelo, a jornada mínima do aluno é de sete horas. A grade complementar inclui atividades esportivas, culturais, tecnológicas e científicas, articuladas à BNCC. Exemplos são o Centro de Excelência Secretário de Estado Francisco Rosa Santos, no bairro Bugio, em Aracaju, que oferece modalidades como tiro com arco, futsal, vôlei e artes marciais, além de laboratório de informática, biblioteca e projetos de sustentabilidade.

Outra referência é o Centro de Excelência Professor João Costa, no bairro Getúlio Vargas, onde as taxas de reprovação caíram e os alunos passaram a participar ativamente de projetos de vida, estudos orientados e cursos técnicos de Administração, Marketing e Logística.

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Com a ampliação anunciada, o governo estadual busca reduzir a evasão escolar, garantir permanência dos estudantes e oferecer ensino de qualidade, reforçado por alimentação adequada e atividades diversificadas.

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O Governo de Sergipe planeja ampliar a oferta de Educação em Tempo Integral na rede estadual em 2026. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), o modelo chegará a mais 37 escolas no próximo ano, somando 146 unidades de ensino integral entre as 319 escolas públicas estaduais.

O processo é coordenado pelo Núcleo Gestor de Educação em Tempo Integral (NGETI) e prevê investimento de R$ 24 milhões, destinados a alimentação escolar, transporte e pagamento de docentes. Segundo o coordenador do NGETI, Cleudo Melo Araújo, os recursos também contemplam reformas, ampliação de salas de aula, construção e revitalização de laboratórios, além da criação de espaços para práticas esportivas, artísticas e culturais.

A secretária de Estado da Educação, Gilvânia Guimarães, ressalta que a expansão não se limita ao aumento de vagas ou melhorias estruturais, mas busca oferecer oportunidades que favoreçam o protagonismo juvenil e a formação integral dos estudantes.

Avanço gradual

Em 2022, Sergipe contava com 71 escolas em tempo integral, distribuídas em 49 municípios e atendendo cerca de 17 mil alunos. No ano seguinte, mais 25 unidades aderiram ao modelo, elevando o total para 96 escolas em 62 cidades e beneficiando aproximadamente 20,9 mil estudantes.

Até 2026, outras 50 escolas foram incorporadas ao sistema, incluindo as 37 previstas para o próximo ano, alcançando a marca de 146 unidades em 70 municípios. A expectativa é atender 35 mil alunos nessa modalidade.

Alinhamento legal

A expansão segue a Política Sergipana de Educação Integral em Tempo Integral, criada pela Lei estadual nº 9.800/2025, e está em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê ensino integral em 50% das escolas públicas brasileiras. O programa também atende à Lei federal nº 14.640/2023, que instituiu o Programa Escola em Tempo Integral.

Jornada ampliada e projetos complementares

Nas escolas integradas ao modelo, a jornada mínima do aluno é de sete horas. A grade complementar inclui atividades esportivas, culturais, tecnológicas e científicas, articuladas à BNCC. Exemplos são o Centro de Excelência Secretário de Estado Francisco Rosa Santos, no bairro Bugio, em Aracaju, que oferece modalidades como tiro com arco, futsal, vôlei e artes marciais, além de laboratório de informática, biblioteca e projetos de sustentabilidade.

Outra referência é o Centro de Excelência Professor João Costa, no bairro Getúlio Vargas, onde as taxas de reprovação caíram e os alunos passaram a participar ativamente de projetos de vida, estudos orientados e cursos técnicos de Administração, Marketing e Logística.

Com a ampliação anunciada, o governo estadual busca reduzir a evasão escolar, garantir permanência dos estudantes e oferecer ensino de qualidade, reforçado por alimentação adequada e atividades diversificadas.

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