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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Sergipe

Sergipe receberá em 2026 o 1º Congresso Sergipano de Neurodesenvolvimento

O Teatro Tobias Barreto, em Aracaju, sediará entre 13 e 15 de abril de 2026 a primeira edição do Congresso Sergipano de Neurodesenvolvimento, dedicado a Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

10/12/2025 · 11h03
Sergipe receberá em 2026 o 1º Congresso Sergipano de Neurodesenvolvimento

O Teatro Tobias Barreto, em Aracaju, sediará entre 13 e 15 de abril de 2026 a primeira edição do Congresso Sergipano de Neurodesenvolvimento, dedicado a Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Com vagas limitadas, as inscrições já estão disponíveis pelo endereço even3.com.br.

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Encontro multidisciplinar

Idealizado para demonstrar que a produção científica de excelência pode surgir em qualquer região do país, o congresso reunirá profissionais de diversas áreas da saúde em uma imersão de três dias voltada a atualização de protocolos, troca de experiências e desenvolvimento de práticas clínicas voltadas à infância e à família.

A programação incluirá palestras sobre pesquisas recentes, intervenções inovadoras e abordagens interdisciplinares que já influenciam o atendimento a crianças com TDAH, TOD e TEA no Brasil.

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Destaque na programação

Entre os nomes confirmados está a médica de Família e Comunidade Karen Albuquerque, autista, mãe atípica e uma das idealizadoras do evento. Reconhecida nacionalmente pelo trabalho em seletividade alimentar e Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo (TARE), a especialista também atua como mentora de famílias e profissionais, além de ser autora de livros e criadora do projeto AFA.

Objetivo de longo prazo

Segundo a organização, o congresso pretende estabelecer Sergipe como referência nacional em neurodesenvolvimento, estimulando a criação de redes de pesquisa, parcerias interinstitucionais e novas iniciativas com impacto social. A expectativa é que os participantes retornem às suas cidades com novos modelos de cuidado baseados em ciência e acolhimento.

Os organizadores definem o encontro como um “movimento aberto” a todos que desejam contribuir para a construção de um futuro mais inclusivo na área da neurociência brasileira.

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O Teatro Tobias Barreto, em Aracaju, sediará entre 13 e 15 de abril de 2026 a primeira edição do Congresso Sergipano de Neurodesenvolvimento, dedicado a Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Com vagas limitadas, as inscrições já estão disponíveis pelo endereço even3.com.br.

Encontro multidisciplinar

Idealizado para demonstrar que a produção científica de excelência pode surgir em qualquer região do país, o congresso reunirá profissionais de diversas áreas da saúde em uma imersão de três dias voltada a atualização de protocolos, troca de experiências e desenvolvimento de práticas clínicas voltadas à infância e à família.

A programação incluirá palestras sobre pesquisas recentes, intervenções inovadoras e abordagens interdisciplinares que já influenciam o atendimento a crianças com TDAH, TOD e TEA no Brasil.

Destaque na programação

Entre os nomes confirmados está a médica de Família e Comunidade Karen Albuquerque, autista, mãe atípica e uma das idealizadoras do evento. Reconhecida nacionalmente pelo trabalho em seletividade alimentar e Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo (TARE), a especialista também atua como mentora de famílias e profissionais, além de ser autora de livros e criadora do projeto AFA.

Objetivo de longo prazo

Segundo a organização, o congresso pretende estabelecer Sergipe como referência nacional em neurodesenvolvimento, estimulando a criação de redes de pesquisa, parcerias interinstitucionais e novas iniciativas com impacto social. A expectativa é que os participantes retornem às suas cidades com novos modelos de cuidado baseados em ciência e acolhimento.

Os organizadores definem o encontro como um “movimento aberto” a todos que desejam contribuir para a construção de um futuro mais inclusivo na área da neurociência brasileira.

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