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Sergipe tem maior equilíbrio salarial entre homens e mulheres no Nordeste e fica em 2º lugar no país

Sergipe alcançou o primeiro lugar no Nordeste na categoria equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual e ficou em segundo lugar no ranking...

10/03/2026 · 07h32 · Atualizado às 18h40
Sergipe tem maior equilíbrio salarial entre homens e mulheres no Nordeste e fica em 2º lugar no país

Sergipe alcançou o primeiro lugar no Nordeste na categoria equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual e ficou em segundo lugar no ranking nacional, conforme levantamento do Ranking de Competitividade dos Estados e dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estado subiu 11 posições em relação ao indicador de 2023.

O indicador do CLP, que avalia a capacidade dos entes federados de promover bem-estar à população, sinaliza avanço da igualdade salarial na administração pública estadual. Em 2024, o governador Fábio Mitidieri assinou decreto que institui a paridade de gênero nos cargos em comissão do Poder Executivo Estadual: no mínimo 50% das nomeações na administração direta e indireta devem ser ocupadas por mulheres.

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Na composição do governo, a presença feminina em postos estratégicos também cresceu. Atualmente, dez mulheres comandam secretarias consideradas-chave — entre elas as pastas da Assistência Social, Fazenda, Educação, Justiça e Cidadania, Administração, Meio Ambiente e Políticas para as Mulheres — resultando em 40% de participação feminina no primeiro escalão da administração pública. Esse percentual coloca Sergipe entre os cinco estados com maior proporção de mulheres à frente de secretarias estaduais.

Outra marca da gestão é a liderança do Gabinete Militar do Governo por uma mulher: a tenente-coronel Anne Bastos foi nomeada pelo governador desde o início da administração.

Com a saída, no final do ano passado, de seis secretários para se dedicarem a projetos eleitorais para 2026, o número de mulheres no primeiro escalão passou de oito para dez. De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres representam mais da metade da população sergipana — cerca de 1,15 milhão de pessoas, ou 52,1%.

O governo afirma que as ações públicas e o aumento da representação feminina em cargos decisórios têm garantido maior identificação, escuta e atendimento das demandas das mulheres pelo Estado.

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A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania e primeira-dama, Érica Mitidieri, ressaltou que a presença feminina na gestão decorre do reconhecimento da capacidade de liderança e gestão das mulheres. “Quando as mulheres têm oportunidade, mostram competência, talento e uma enorme capacidade de liderar e transformar realidades. O papel do poder público é abrir caminhos e garantir que elas possam ocupar esses espaços com autonomia, participando das decisões e contribuindo com o desenvolvimento da sociedade”, afirmou.

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A secretária de Políticas para as Mulheres, Georlize Teles, afirmou que a alta representatividade no primeiro escalão gera efeitos positivos no setor privado, inspirando maior confiança em mulheres para cargos de decisão: “As secretarias lideradas por mulheres têm entregas históricas, que influenciam empresários a valorizar a capacidade de liderança feminina”, defendeu.

A secretária de Educação, Gilvânia Guimarães, que substituiu o ex-secretário e atual vice-governador Zezinho Sobral, disse que a atual configuração quebra paradigmas históricos. “É uma visão inovadora do governador que, desde o início, dá destaque para a atuação das mulheres. Não é só representatividade, é reconhecer um lugar de mérito. Ao longo de mais de 60 anos, a Seed teve apenas quatro mulheres à frente da pasta. A maior parte das pessoas que fazem a educação no estado é mulher. Isso nos orgulha e nos motiva”, considerou.

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Foto: Thiago Santos

 

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Sergipe alcançou o primeiro lugar no Nordeste na categoria equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual e ficou em segundo lugar no ranking nacional, conforme levantamento do Ranking de Competitividade dos Estados e dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estado subiu 11 posições em relação ao indicador de 2023.

O indicador do CLP, que avalia a capacidade dos entes federados de promover bem-estar à população, sinaliza avanço da igualdade salarial na administração pública estadual. Em 2024, o governador Fábio Mitidieri assinou decreto que institui a paridade de gênero nos cargos em comissão do Poder Executivo Estadual: no mínimo 50% das nomeações na administração direta e indireta devem ser ocupadas por mulheres.

Na composição do governo, a presença feminina em postos estratégicos também cresceu. Atualmente, dez mulheres comandam secretarias consideradas-chave — entre elas as pastas da Assistência Social, Fazenda, Educação, Justiça e Cidadania, Administração, Meio Ambiente e Políticas para as Mulheres — resultando em 40% de participação feminina no primeiro escalão da administração pública. Esse percentual coloca Sergipe entre os cinco estados com maior proporção de mulheres à frente de secretarias estaduais.

Outra marca da gestão é a liderança do Gabinete Militar do Governo por uma mulher: a tenente-coronel Anne Bastos foi nomeada pelo governador desde o início da administração.

Com a saída, no final do ano passado, de seis secretários para se dedicarem a projetos eleitorais para 2026, o número de mulheres no primeiro escalão passou de oito para dez. De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres representam mais da metade da população sergipana — cerca de 1,15 milhão de pessoas, ou 52,1%.

O governo afirma que as ações públicas e o aumento da representação feminina em cargos decisórios têm garantido maior identificação, escuta e atendimento das demandas das mulheres pelo Estado.

A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania e primeira-dama, Érica Mitidieri, ressaltou que a presença feminina na gestão decorre do reconhecimento da capacidade de liderança e gestão das mulheres. “Quando as mulheres têm oportunidade, mostram competência, talento e uma enorme capacidade de liderar e transformar realidades. O papel do poder público é abrir caminhos e garantir que elas possam ocupar esses espaços com autonomia, participando das decisões e contribuindo com o desenvolvimento da sociedade”, afirmou.

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A secretária de Políticas para as Mulheres, Georlize Teles, afirmou que a alta representatividade no primeiro escalão gera efeitos positivos no setor privado, inspirando maior confiança em mulheres para cargos de decisão: “As secretarias lideradas por mulheres têm entregas históricas, que influenciam empresários a valorizar a capacidade de liderança feminina”, defendeu.

A secretária de Educação, Gilvânia Guimarães, que substituiu o ex-secretário e atual vice-governador Zezinho Sobral, disse que a atual configuração quebra paradigmas históricos. “É uma visão inovadora do governador que, desde o início, dá destaque para a atuação das mulheres. Não é só representatividade, é reconhecer um lugar de mérito. Ao longo de mais de 60 anos, a Seed teve apenas quatro mulheres à frente da pasta. A maior parte das pessoas que fazem a educação no estado é mulher. Isso nos orgulha e nos motiva”, considerou.

Foto: Thiago Santos

 

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