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Saúde

SES reforça prevenção do câncer de mama no Dia Nacional de Luta

Na quinta-feira, 27, Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) voltou a chamar a atenção para a necessidade de cuidados contínuos na prevenção da doença, responsável pelo maior número de mortes por câncer entre mulheres no Brasil. Autocuidado e exames regulares A primeira orientação é a […]

27/11/2025 · 12h37
SES reforça prevenção do câncer de mama no Dia Nacional de Luta

Na quinta-feira, 27, Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) voltou a chamar a atenção para a necessidade de cuidados contínuos na prevenção da doença, responsável pelo maior número de mortes por câncer entre mulheres no Brasil.

Autocuidado e exames regulares

A primeira orientação é a palpação das mamas uma vez por mês, preferência após o período menstrual. O hábito pode revelar nódulos, feridas ou retrações precocemente. Já a mamografia segue como o principal exame de rastreamento, capaz de detectar alterações imperceptíveis ao toque.

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Myrthis Ribeiro, referência técnica médica do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), reforça que o exame é “simples, rápido e indolor”. A recomendação é que mulheres a partir dos 40 anos realizem mamografia anualmente, ou conforme indicação do profissional de saúde, ampliando as chances de identificar nódulos ainda não palpáveis.

Sinais que exigem atenção

Além de nódulos, mudanças como aspecto de “casca de laranja” na pele, secreção sanguinolenta ou rosada, inflamações e alterações na forma ou textura das mamas devem motivar busca imediata por atendimento médico. “Muitas vezes não há nódulos, mas outras modificações sutis que também ajudam no diagnóstico”, destacou Myrthis.

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Relatos de quem se cuida

A diarista Josinete Ferreira, 52 anos, fez a primeira mamografia depois de sentir dores no braço esquerdo. “Achei importante e agora quero manter uma rotina de cuidados”, relatou. Já a merendeira Ana Angélica Conceição, 44 anos, realiza o exame anualmente. “Quanto mais cedo a gente se cuida, melhor”, afirmou.

Como acessar o exame

Para agendar a mamografia, a mulher deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. Após avaliação, médico ou enfermeiro solicita o exame de rastreamento para mulheres acima dos 40 anos e encaminha o pedido ao Caism por meio do complexo regulatório.

 

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Na quinta-feira, 27, Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) voltou a chamar a atenção para a necessidade de cuidados contínuos na prevenção da doença, responsável pelo maior número de mortes por câncer entre mulheres no Brasil.

Autocuidado e exames regulares

A primeira orientação é a palpação das mamas uma vez por mês, preferência após o período menstrual. O hábito pode revelar nódulos, feridas ou retrações precocemente. Já a mamografia segue como o principal exame de rastreamento, capaz de detectar alterações imperceptíveis ao toque.

Myrthis Ribeiro, referência técnica médica do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), reforça que o exame é “simples, rápido e indolor”. A recomendação é que mulheres a partir dos 40 anos realizem mamografia anualmente, ou conforme indicação do profissional de saúde, ampliando as chances de identificar nódulos ainda não palpáveis.

Sinais que exigem atenção

Além de nódulos, mudanças como aspecto de “casca de laranja” na pele, secreção sanguinolenta ou rosada, inflamações e alterações na forma ou textura das mamas devem motivar busca imediata por atendimento médico. “Muitas vezes não há nódulos, mas outras modificações sutis que também ajudam no diagnóstico”, destacou Myrthis.

Relatos de quem se cuida

A diarista Josinete Ferreira, 52 anos, fez a primeira mamografia depois de sentir dores no braço esquerdo. “Achei importante e agora quero manter uma rotina de cuidados”, relatou. Já a merendeira Ana Angélica Conceição, 44 anos, realiza o exame anualmente. “Quanto mais cedo a gente se cuida, melhor”, afirmou.

Como acessar o exame

Para agendar a mamografia, a mulher deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. Após avaliação, médico ou enfermeiro solicita o exame de rastreamento para mulheres acima dos 40 anos e encaminha o pedido ao Caism por meio do complexo regulatório.

 

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