A franquia mais amada da Pixar volta às telas com uma virada histórica: Jessie assume o papel principal. O filme marca os 31 anos de uma saga que encantou gerações.
Uma das animações mais icônicas voltadas para o público infantil, “Toy Story”, celebra 31 anos em 2026. A franquia, que conquistou gerações, está prestes a ganhar seu quinto longa-metragem, mantendo sua relevância no cenário cinematográfico.
A história de Woody, Buzz e a turma de brinquedos, que começou em 1995, é uma das mais reconhecidas da Pixar e da Disney. Nesta semana, os cinemas recebem uma nova aventura, que traz a vaqueira Jessie como protagonista, uma mudança significativa em relação aos filmes anteriores, onde o xerife Woody era o foco principal.
Desde sua estreia em 22 de novembro de 1995, “Toy Story” foi um marco na animação, sendo uma das primeiras a utilizar imagens geradas completamente por computador. A produção, liderada pelo diretor criativo John Lasseter, arrecadou cerca de R$ 1,5 bilhão nas bilheteiras, solidificando sua posição como um grande sucesso.
O ator Tom Hanks é a voz oficial de Woody na versão americana desde o início da franquia, contribuindo para a imersão e a identificação do público com os personagens. Ao longo dos anos, cada filme trouxe novas histórias e reflexões sobre a infância e a relação das crianças com seus brinquedos.
“Toy Story 1” (1995) apresenta o aniversário do garoto Andy, que deixa seus brinquedos preocupados com a possibilidade de serem substituídos por novos. Woody lidera a turma, enquanto o patrulheiro espacial Buzz Lightyear se torna o novo favorito do menino. Este filme traz uma crítica sutil à obsolescência dos produtos, refletindo sobre como brinquedos mais tecnológicos podem não ser necessariamente melhores.
“Toy Story 2” (1999) segue Woody, que é roubado por um colecionador. Buzz e os outros brinquedos iniciam uma missão para resgatá-lo. Nesta sequência, a produção em massa de brinquedos é contrastada com a produção artesanal, destacando a singularidade de Woody como uma peça de colecionador.
“Toy Story 3” (2010) mostra Woody e seus amigos sendo doados por engano a uma creche, enquanto Andy se prepara para a universidade. A luta para voltar para casa revela temas de envelhecimento e a transição da infância para a vida adulta, onde brinquedos perdem sua importância.
“Toy Story 4” (2019) apresenta a turma protegendo o novo brinquedo Garfinho, que se vê como lixo em vez de um brinquedo. Este filme traz uma reflexão sobre identidade e aceitação, temas que ressoam com o público.
“Toy Story 5” (2026) traz Buzz e Jessie como novos protagonistas, enfrentando o desafio de um tablet que surge como um vilão. O filme critica a forma como a tecnologia tem substituído brincadeiras tradicionais, refletindo sobre os impactos dessa mudança na infância.
Com a chegada de “Toy Story 5”, a franquia continua a explorar e se adaptar às novas realidades, mantendo sua essência e relevância para o público infantil e adulto.
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