Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 15 de junho de 2026
Pular para o conteúdo

TRE-SE proíbe divulgação de pesquisa eleitoral do Instituto CTAS por irregularidades no questionário

Destaques

TRE-SE proíbe divulgação de pesquisa eleitoral do Instituto CTAS por irregularidades no questionário

O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) proibiu oficialmente a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o número SE-05326/2026. A decisão liminar foi tomada após a Justiça Eleitoral identificar graves inconsistências e irregularidades no questionário que vinha sendo aplicado pelo Instituto CTAS Tecnologia Ltda.

15/06/2026 · 11h21
TRE-SE proíbe divulgação de pesquisa eleitoral do Instituto CTAS por irregularidades no questionário

Publicidade

Levantamento que trazia simulações para o Governo de Sergipe violou regras de transparência ao omitir perguntas no registro oficial do sistema PesqEle.

O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) proibiu oficialmente a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o número SE-05326/2026. A decisão liminar foi tomada após a Justiça Eleitoral identificar graves inconsistências e irregularidades no questionário que vinha sendo aplicado pelo Instituto CTAS Tecnologia Ltda.

Publicidade

Publicidade

A suspensão do levantamento ocorreu após uma fiscalização técnica apontar a existência de um bloco inteiro de perguntas que não havia sido informado no registro de cadastro oficial. As questões ocultadas — localizadas entre os itens 6 e 9 do questionário de campo — tratavam diretamente da sucessão e do cenário político para o Governo do Estado, incluindo simulações de segundo turno com os nomes de Emanoel Cacho, Fábio Mitidieri, Ricardo Marques e Valmir de Francisquinho.

Segundo as normas vigentes na legislação eleitoral, todo o conteúdo e as perguntas aplicadas nas ruas devem constar obrigatoriamente e de forma idêntica na documentação submetida ao Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). A omissão dessas cartelas configurou uma violação direta aos princípios de transparência exigidos pelo tribunal. Os dados estatísticos estavam previstos para vir a público nesta semana, mas a divulgação foi barrada antes que os números fossem publicados.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Histórico de multas e reincidência

A atuação do Instituto CTAS já acumula um histórico de contestações jurídicas e decisões desfavoráveis junto à Justiça Eleitoral no estado:

  • Multa em 2024: A empresa foi penalizada administrativamente com uma multa no valor severo de R$ 53.205 devido a irregularidades em levantamentos anteriores.
  • Bloqueio em 2026: Em abril deste ano, o mesmo instituto já havia sofrido outra sanção, tendo um levantamento suspenso por apresentar falhas e inconsistências na documentação obrigatória.

A representação jurídica que culminou nesta nova proibição foi movida e divulgada pela assessoria de comunicação do Partido Republicanos em Sergipe. A legenda acionou o colegiado do TRE-SE assim que sua equipe jurídica detectou as contradições no material impresso da amostragem.

Com a canetada do tribunal, o Instituto CTAS fica terminantemente impedido de veicular qualquer dado referente a este registro em emissoras de rádio, portais de notícias ou redes sociais. A proibição vigora até que todas as exigências legais de conformidade sejam integralmente cumpridas e as irregularidades técnicas sejam devidamente esclarecidas na Justiça.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

Levantamento que trazia simulações para o Governo de Sergipe violou regras de transparência ao omitir perguntas no registro oficial do sistema PesqEle.

O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) proibiu oficialmente a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o número SE-05326/2026. A decisão liminar foi tomada após a Justiça Eleitoral identificar graves inconsistências e irregularidades no questionário que vinha sendo aplicado pelo Instituto CTAS Tecnologia Ltda.

A suspensão do levantamento ocorreu após uma fiscalização técnica apontar a existência de um bloco inteiro de perguntas que não havia sido informado no registro de cadastro oficial. As questões ocultadas — localizadas entre os itens 6 e 9 do questionário de campo — tratavam diretamente da sucessão e do cenário político para o Governo do Estado, incluindo simulações de segundo turno com os nomes de Emanoel Cacho, Fábio Mitidieri, Ricardo Marques e Valmir de Francisquinho.

Segundo as normas vigentes na legislação eleitoral, todo o conteúdo e as perguntas aplicadas nas ruas devem constar obrigatoriamente e de forma idêntica na documentação submetida ao Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). A omissão dessas cartelas configurou uma violação direta aos princípios de transparência exigidos pelo tribunal. Os dados estatísticos estavam previstos para vir a público nesta semana, mas a divulgação foi barrada antes que os números fossem publicados.

Histórico de multas e reincidência

A atuação do Instituto CTAS já acumula um histórico de contestações jurídicas e decisões desfavoráveis junto à Justiça Eleitoral no estado:

  • Multa em 2024: A empresa foi penalizada administrativamente com uma multa no valor severo de R$ 53.205 devido a irregularidades em levantamentos anteriores.
  • Bloqueio em 2026: Em abril deste ano, o mesmo instituto já havia sofrido outra sanção, tendo um levantamento suspenso por apresentar falhas e inconsistências na documentação obrigatória.

A representação jurídica que culminou nesta nova proibição foi movida e divulgada pela assessoria de comunicação do Partido Republicanos em Sergipe. A legenda acionou o colegiado do TRE-SE assim que sua equipe jurídica detectou as contradições no material impresso da amostragem.

Com a canetada do tribunal, o Instituto CTAS fica terminantemente impedido de veicular qualquer dado referente a este registro em emissoras de rádio, portais de notícias ou redes sociais. A proibição vigora até que todas as exigências legais de conformidade sejam integralmente cumpridas e as irregularidades técnicas sejam devidamente esclarecidas na Justiça.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA