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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Três cidades do noroeste paulista lideram surto de dengue em 2026

Três cidades do noroeste paulista lideram a incidência de dengue em 2026; até 5/9 foram confirmados 58.683 casos no estado.

08/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h11
Três cidades do noroeste paulista lideram surto de dengue em 2026

Dados do NIES: 58.683 casos confirmados em SP até sexta (5); 65.939 prováveis e 7.256 em investigação. Araçatuba, Presidente Prudente e São José do Rio Preto registram os maiores coeficientes por 100 mil habitantes.

Dados do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES) de São Paulo apontam que três cidades da região noroeste do estado lideram a lista de maior incidência de dengue no acumulado de 2026. Até sexta-feira (5), foram confirmados 58.683 casos de dengue no estado em 2026. Há também 65.939 casos prováveis e 7.256 casos em investigação.

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Cidades com maior incidência

  • Araçatuba: concentra um dos maiores coeficientes de casos confirmados por 100 mil habitantes.
  • Presidente Prudente: aparece entre as três cidades com maior coeficiente por 100 mil habitantes.
  • São José do Rio Preto: integra o grupo que lidera o coeficiente de incidência.
  • Taubaté: também figura entre as cidades com alto coeficiente.
  • Barretos: aparece na sequência do ranking de coeficientes.
  • Franca: compõe a lista das cidades com maior incidência por 100 mil habitantes.

Região de Araçatuba

  • Birigui: entre os municípios com maior incidência na região.
  • Mirandópolis: figura na lista regional de maior coeficiente.
  • Nova Independência: aparece entre os municípios mais impactados.
  • Buritama: também está no topo do ranking regional.

Na região de Araçatuba, houve três óbitos relacionados à dengue. Já em Presidente Prudente, foram registrados cinco óbitos no total.

Região de Presidente Prudente

  • São João do Pau d’Alho: destaca-se no ranking por número de casos por 100 mil habitantes.
  • Narandiba: aparece entre as cidades com maior coeficiente regional.
  • Nova Guataporanga: integra o topo do ranking regional.

Acumulado por localidade

  • Grande São Paulo: 12.919 casos confirmados no total — é o maior acumulado, embora o coeficiente por 100 mil habitantes seja um dos menores do estado.
  • Taubaté: 9.666 casos confirmados.
  • São José do Rio Preto: 7.535 casos confirmados.
  • Campinas: 7.018 casos confirmados.
  • Araçatuba: 5.628 casos confirmados.

Taubaté é a cidade com o maior registro de mortes por dengue: 18 óbitos ao todo. A Secretaria de Saúde informou que mantém acompanhamento ininterrupto e atenção especial no intervalo de outubro a maio, quando há mais transmissões. O órgão afirmou ainda que são constantemente checados os estoques de medicamentos e insumos, ao mesmo tempo em que os municípios são provocados a atualizar seus planos locais de contingência.

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Em relação à prevenção, está disponível de forma gratuita, nos postos de saúde, em todo o estado, a vacina Qdenga, que pode ser ministrada, em duas doses, em crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos. Para as faixas etárias de 4 a 59 anos, o imunizante pode ser encontrado na rede privada.

Os dados divulgados pelo NIES reforçam a necessidade de vigilância nas regiões com maior coeficiente e o acompanhamento das medidas de controle e vacinação indicadas pelas autoridades sanitárias.

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Dados do NIES: 58.683 casos confirmados em SP até sexta (5); 65.939 prováveis e 7.256 em investigação. Araçatuba, Presidente Prudente e São José do Rio Preto registram os maiores coeficientes por 100 mil habitantes.

Dados do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES) de São Paulo apontam que três cidades da região noroeste do estado lideram a lista de maior incidência de dengue no acumulado de 2026. Até sexta-feira (5), foram confirmados 58.683 casos de dengue no estado em 2026. Há também 65.939 casos prováveis e 7.256 casos em investigação.

Cidades com maior incidência

  • Araçatuba: concentra um dos maiores coeficientes de casos confirmados por 100 mil habitantes.
  • Presidente Prudente: aparece entre as três cidades com maior coeficiente por 100 mil habitantes.
  • São José do Rio Preto: integra o grupo que lidera o coeficiente de incidência.
  • Taubaté: também figura entre as cidades com alto coeficiente.
  • Barretos: aparece na sequência do ranking de coeficientes.
  • Franca: compõe a lista das cidades com maior incidência por 100 mil habitantes.

Região de Araçatuba

  • Birigui: entre os municípios com maior incidência na região.
  • Mirandópolis: figura na lista regional de maior coeficiente.
  • Nova Independência: aparece entre os municípios mais impactados.
  • Buritama: também está no topo do ranking regional.

Na região de Araçatuba, houve três óbitos relacionados à dengue. Já em Presidente Prudente, foram registrados cinco óbitos no total.

Região de Presidente Prudente

  • São João do Pau d’Alho: destaca-se no ranking por número de casos por 100 mil habitantes.
  • Narandiba: aparece entre as cidades com maior coeficiente regional.
  • Nova Guataporanga: integra o topo do ranking regional.

Acumulado por localidade

  • Grande São Paulo: 12.919 casos confirmados no total — é o maior acumulado, embora o coeficiente por 100 mil habitantes seja um dos menores do estado.
  • Taubaté: 9.666 casos confirmados.
  • São José do Rio Preto: 7.535 casos confirmados.
  • Campinas: 7.018 casos confirmados.
  • Araçatuba: 5.628 casos confirmados.

Taubaté é a cidade com o maior registro de mortes por dengue: 18 óbitos ao todo. A Secretaria de Saúde informou que mantém acompanhamento ininterrupto e atenção especial no intervalo de outubro a maio, quando há mais transmissões. O órgão afirmou ainda que são constantemente checados os estoques de medicamentos e insumos, ao mesmo tempo em que os municípios são provocados a atualizar seus planos locais de contingência.

Em relação à prevenção, está disponível de forma gratuita, nos postos de saúde, em todo o estado, a vacina Qdenga, que pode ser ministrada, em duas doses, em crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos. Para as faixas etárias de 4 a 59 anos, o imunizante pode ser encontrado na rede privada.

Os dados divulgados pelo NIES reforçam a necessidade de vigilância nas regiões com maior coeficiente e o acompanhamento das medidas de controle e vacinação indicadas pelas autoridades sanitárias.

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