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Mundo

Trump rejeita cessar-fogo e exige ‘rendição total’ do Irã no conflito com Israel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (17) que não aceita um cessar-fogo no conflito entre Israel e Irã, exigindo uma "rendição total" do governo iraniano. Segundo Trump, o objetivo dos EUA é alcançar um "fim verdadeiro" para a guerra, e não apenas uma pausa temporária nos combates.

17/06/2025 · 15h57 · Atualizado às 19h17
Trump rejeita cessar-fogo e exige ‘rendição total’ do Irã no conflito com Israel

Presidente dos EUA reforça envio de tropas e afirma que busca um “fim verdadeiro”, descartando qualquer trégua.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (17) que não aceita um cessar-fogo no conflito entre Israel e Irã, exigindo uma “rendição total” do governo iraniano. Segundo Trump, o objetivo dos EUA é alcançar um “fim verdadeiro” para a guerra, e não apenas uma pausa temporária nos combates.

A declaração foi feita logo após o retorno do presidente norte-americano da Cúpula do G7, realizada no Canadá, que reuniu as sete maiores economias do mundo.

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Não estou buscando um cessar-fogo, queremos algo melhor que isso. Queremos um fim verdadeiro”, declarou Trump em entrevista coletiva.

Evacuação de Teerã e ameaças nucleares

Na véspera, Trump fez uma publicação na rede Truth Social, na qual ordenou que os habitantes da capital iraniana, Teerã, evacuassem “imediatamente”. A justificativa, segundo ele, é impedir que o Irã avance em seu programa nuclear.

O IRÃ NÃO PODE TER UMA ARMA NUCLEAR. Eu disse isso várias vezes! Todos devem evacuar Teerã imediatamente”, escreveu, ao anunciar também o envio de mais forças militares para o Oriente Médio.

G7 declara apoio a Israel e pressiona o Irã

Durante a reunião do G7, os líderes de Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Japão, Alemanha, França e Itália divulgaram uma declaração conjunta em que reafirmaram o apoio à segurança de Israel. No texto, os países classificam o Irã como a “principal fonte de instabilidade e terrorismo no Oriente Médio”.

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Reiteramos nosso apoio incondicional à segurança de Israel. O Irã jamais poderá possuir uma arma nuclear”, afirmaram os líderes no documento.

O comunicado também reforça que, apesar do apoio a Israel, é essencial preservar a segurança dos civis e cita a crise humanitária que se agrava em Gaza.

Guerra no Irã e genocídio em Gaza

O conflito atual teve início na última sexta-feira (13), quando Israel lançou mísseis contra alvos no território iraniano, elevando ainda mais as tensões no Oriente Médio. Até o momento, o Irã registra pelo menos 220 mortos, incluindo cientistas nucleares e comandantes militares, além de mais de mil feridos. Por outro lado, Israel contabiliza 17 mortos.

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Enquanto isso, em Gaza, a ofensiva militar israelense segue devastadora. Desde outubro de 2023, após um ataque do Hamas, mais de 55 mil palestinos foram mortos, sendo grande parte mulheres, crianças e adolescentes. O bloqueio imposto por Israel também provoca uma grave crise humanitária, com falta de alimentos, medicamentos e água.

Impacto global e estabilidade dos mercados

Diante do risco de escalada, os líderes do G7 manifestaram preocupação com os efeitos do conflito sobre os mercados internacionais de energia. Segundo a nota, os países estão dispostos a coordenar ações para garantir a estabilidade econômica global, caso haja impacto direto na oferta de petróleo e gás.

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Presidente dos EUA reforça envio de tropas e afirma que busca um “fim verdadeiro”, descartando qualquer trégua.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (17) que não aceita um cessar-fogo no conflito entre Israel e Irã, exigindo uma “rendição total” do governo iraniano. Segundo Trump, o objetivo dos EUA é alcançar um “fim verdadeiro” para a guerra, e não apenas uma pausa temporária nos combates.

A declaração foi feita logo após o retorno do presidente norte-americano da Cúpula do G7, realizada no Canadá, que reuniu as sete maiores economias do mundo.

Não estou buscando um cessar-fogo, queremos algo melhor que isso. Queremos um fim verdadeiro”, declarou Trump em entrevista coletiva.

Evacuação de Teerã e ameaças nucleares

Na véspera, Trump fez uma publicação na rede Truth Social, na qual ordenou que os habitantes da capital iraniana, Teerã, evacuassem “imediatamente”. A justificativa, segundo ele, é impedir que o Irã avance em seu programa nuclear.

O IRÃ NÃO PODE TER UMA ARMA NUCLEAR. Eu disse isso várias vezes! Todos devem evacuar Teerã imediatamente”, escreveu, ao anunciar também o envio de mais forças militares para o Oriente Médio.

G7 declara apoio a Israel e pressiona o Irã

Durante a reunião do G7, os líderes de Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Japão, Alemanha, França e Itália divulgaram uma declaração conjunta em que reafirmaram o apoio à segurança de Israel. No texto, os países classificam o Irã como a “principal fonte de instabilidade e terrorismo no Oriente Médio”.

Reiteramos nosso apoio incondicional à segurança de Israel. O Irã jamais poderá possuir uma arma nuclear”, afirmaram os líderes no documento.

O comunicado também reforça que, apesar do apoio a Israel, é essencial preservar a segurança dos civis e cita a crise humanitária que se agrava em Gaza.

Guerra no Irã e genocídio em Gaza

O conflito atual teve início na última sexta-feira (13), quando Israel lançou mísseis contra alvos no território iraniano, elevando ainda mais as tensões no Oriente Médio. Até o momento, o Irã registra pelo menos 220 mortos, incluindo cientistas nucleares e comandantes militares, além de mais de mil feridos. Por outro lado, Israel contabiliza 17 mortos.

Enquanto isso, em Gaza, a ofensiva militar israelense segue devastadora. Desde outubro de 2023, após um ataque do Hamas, mais de 55 mil palestinos foram mortos, sendo grande parte mulheres, crianças e adolescentes. O bloqueio imposto por Israel também provoca uma grave crise humanitária, com falta de alimentos, medicamentos e água.

Impacto global e estabilidade dos mercados

Diante do risco de escalada, os líderes do G7 manifestaram preocupação com os efeitos do conflito sobre os mercados internacionais de energia. Segundo a nota, os países estão dispostos a coordenar ações para garantir a estabilidade econômica global, caso haja impacto direto na oferta de petróleo e gás.

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