Perda de peso acelerada tem provocado queda de volume e flacidez em regiões como glúteos, pernas e rosto, alertam especialistas em estética.
O aumento expressivo no uso de medicamentos voltados para o emagrecimento, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras” — a exemplo do Mounjaro —, tem acendido um alerta na comunidade médica e estética. Para além dos resultados na redução de peso, os reflexos desses fármacos no contorno corporal e na estrutura da pele passaram a ser alvo de debates e orientações de profissionais da área.
Especialistas em procedimentos estéticos e dermatológicos começaram a emitir alertas para a incidência de casos de flacidez acentuada e perda severa de volume em regiões específicas do corpo, como os glúteos, as pernas e o rosto. O fenômeno é apontado como uma consequência direta do processo de emagrecimento acelerado proporcionado por esse tipo de tratamento.
Nas plataformas digitais e redes sociais, o termo “bumbum de Mounjaro” ganhou tração e passou a ser frequentemente utilizado por internautas para descrever as alterações visíveis na aparência da pele e na sustentação muscular e tecidual da região glútea. De acordo com os profissionais da área estética, a eliminação rápida e acentuada da gordura corporal compromete a elasticidade, o que pode resultar em irregularidades cutâneas, queda de volume e uma piora geral na qualidade e firmeza da pele.
O tema ganhou ainda mais repercussão após a viralização de relatos pessoais e de imagens comparativas de “antes e depois” publicadas por pacientes que se submeteram ao uso dessas medicações. O cenário tem levado médicos a recomendarem o acompanhamento integrado para mitigar os efeitos colaterais estéticos da rápida perda de massa gorda.
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