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Aracaju, Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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YouTube derruba ganhos de criadores anônimos ao combater IA

Tecnologia

YouTube derruba ganhos de criadores anônimos ao combater IA

YouTube intensifica combate a vídeos de IA, afetando criadores sem rosto nos vídeos.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h45
YouTube derruba ganhos de criadores anônimos ao combater IA

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Criadores que não aparecem nos vídeos relatam queda brusca na monetização após o YouTube apertar o cerco contra conteúdos gerados por inteligência artificial. A mudança afeta quem usa apenas narração em fundo.

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O YouTube está intensificando seus esforços para combater vídeos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial (IA), uma medida que tem trazido consequências indesejadas para alguns criadores de conteúdo. Segundo informações, muitos youtubers que não aparecem em seus vídeos estão enfrentando uma queda no engajamento e na monetização.

Os conteúdos gerados por IA frequentemente apresentam apenas uma narração em fundo, sem a presença de um apresentador. Isso levou criadores que preferem o anonimato a relatar uma diminuição significativa em seus rendimentos. Para contornar essa situação, alguns desses criadores começaram a incluir a imagem de um apresentador, mesmo que não seja a sua, em seus vídeos.

“A solução encontrada por muitos canais foi contratar apresentadores freelancers para aparecerem nos vídeos, permitindo que o conteúdo não seja interpretado como gerado por IA”, afirmam especialistas no setor.

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A crescente popularidade dos vídeos de IA é evidente, e é comum encontrar no feed de recomendações conteúdos que consistem apenas em narrações, muitas vezes realizadas por robôs. Esse fenômeno é impulsionado por ferramentas de conversão de texto em vídeo, que facilitam a produção em larga escala desse tipo de material.

Alex Mashrabov, fundador da Higgsfield AI, uma plataforma que oferece essa tecnologia, observou que os vídeos criados com IA, que não mostram os locutores, representam uma nova categoria que permite que empreendedores e contadores de histórias se destaquem.

Além disso, um estudo realizado pela Kapwing no ano anterior revelou que 21% dos vídeos exibidos na seção Shorts de uma nova conta no YouTube podem ser classificados como “slop”, referindo-se a conteúdos de baixa qualidade. Essa é uma preocupação crescente para a plataforma, que estabeleceu como uma de suas principais metas no ano o combate a essa prática.

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Neal Mohan, CEO do YouTube, já destacou a importância da tecnologia como uma ferramenta de expressão, mas reconhece a necessidade de evitar a saturação de conteúdos superficiais e de baixa qualidade. O YouTube ainda não se pronunciou oficialmente sobre o impacto dessas mudanças para os criadores de conteúdo.

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Criadores que não aparecem nos vídeos relatam queda brusca na monetização após o YouTube apertar o cerco contra conteúdos gerados por inteligência artificial. A mudança afeta quem usa apenas narração em fundo.

O YouTube está intensificando seus esforços para combater vídeos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial (IA), uma medida que tem trazido consequências indesejadas para alguns criadores de conteúdo. Segundo informações, muitos youtubers que não aparecem em seus vídeos estão enfrentando uma queda no engajamento e na monetização.

Os conteúdos gerados por IA frequentemente apresentam apenas uma narração em fundo, sem a presença de um apresentador. Isso levou criadores que preferem o anonimato a relatar uma diminuição significativa em seus rendimentos. Para contornar essa situação, alguns desses criadores começaram a incluir a imagem de um apresentador, mesmo que não seja a sua, em seus vídeos.

“A solução encontrada por muitos canais foi contratar apresentadores freelancers para aparecerem nos vídeos, permitindo que o conteúdo não seja interpretado como gerado por IA”, afirmam especialistas no setor.

A crescente popularidade dos vídeos de IA é evidente, e é comum encontrar no feed de recomendações conteúdos que consistem apenas em narrações, muitas vezes realizadas por robôs. Esse fenômeno é impulsionado por ferramentas de conversão de texto em vídeo, que facilitam a produção em larga escala desse tipo de material.

Alex Mashrabov, fundador da Higgsfield AI, uma plataforma que oferece essa tecnologia, observou que os vídeos criados com IA, que não mostram os locutores, representam uma nova categoria que permite que empreendedores e contadores de histórias se destaquem.

Além disso, um estudo realizado pela Kapwing no ano anterior revelou que 21% dos vídeos exibidos na seção Shorts de uma nova conta no YouTube podem ser classificados como “slop”, referindo-se a conteúdos de baixa qualidade. Essa é uma preocupação crescente para a plataforma, que estabeleceu como uma de suas principais metas no ano o combate a essa prática.

Neal Mohan, CEO do YouTube, já destacou a importância da tecnologia como uma ferramenta de expressão, mas reconhece a necessidade de evitar a saturação de conteúdos superficiais e de baixa qualidade. O YouTube ainda não se pronunciou oficialmente sobre o impacto dessas mudanças para os criadores de conteúdo.

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