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Educação

Professores de São Paulo rejeitam proposta da prefeitura e mantêm greve

Professores da rede municipal de São Paulo rejeitam proposta de reajuste e continuam em greve Professores e demais servidores da Educação do município...

09/05/2026 · 10h34
Professores de São Paulo rejeitam proposta da prefeitura e mantêm greve

Professores da rede municipal de São Paulo rejeitam proposta de reajuste e continuam em greve

Professores e demais servidores da Educação do município de São Paulo recusaram a oferta de aumento apresentada pela Prefeitura e decidiram manter a greve durante assembleia realizada esta semana. A paralisação teve início no final de abril.

A categoria pede recomposição salarial que inclui atualização de 5,4% no piso do magistério e valorização de 14,56%. A Prefeitura, por sua vez, propôs reajuste geral de 3,51% para todos os servidores, baseado no Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo (IPC-Fipe) acumulado no último ano considerado pela administração.

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A proposta municipal passou por votação em primeiro turno na Câmara Municipal e obteve aprovação inicial; uma segunda votação está prevista para ocorrer na sequência. A gestão municipal informou que a medida terá impacto superior a R$ 1 bilhão por ano na folha de pagamento e que, caso aprovada, os servidores terão reajustes aplicados já em maio, resultantes da soma de 2,55% concedidos em 2025 e 2% programados para 2026.

O Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) afirmou que a proposta encaminhada pelo prefeito Ricardo Nunes não recupera as perdas acumuladas pela categoria. Em comunicado, o Sinpeem anunciou a manutenção e intensificação da greve, com realização de manifestação e nova assembleia em frente à Prefeitura.

O Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp) qualificou a oferta como “indecente”, destacando que o reajuste não cobre a inflação do período e seria concedido em duas parcelas. O Sinesp também criticou pontos da proposta que, segundo o sindicato, incentivam formas de contratação precárias, prejudicam concursos públicos e alteram o cargo de professor de educação infantil, o que poderia abrir “portas para a privatização”.

O Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep) também rejeitou a proposta, apontando que o percentual sugerido é inferior à inflação acumulada nos últimos doze meses medida pelo IPCA, e criticou a divisão do reajuste de 3,51% em duas parcelas, bem como o tratamento de benefícios como vale-alimentação e auxílio-refeição.

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A Prefeitura afirmou que, na área da Educação, parte dos profissionais terá aumento de 5,4% no piso inicial, e que um professor em início de carreira, com jornada de 40 horas semanais, passará a receber R$ 5.831,88, valor 13,7% acima do piso nacional da categoria para 2026. O Executivo também informou que mantém política contínua de valorização dos servidores desde 2021 e recordou decisão judicial que determina a manutenção parcial do funcionamento das unidades educacionais durante a greve, com exigência de operação mínima por profissionais.

A administração municipal acrescentou que ausências não justificadas serão descontadas conforme a legislação e orientou responsáveis por alunos a acionar as Diretorias Regionais de Educação em caso de falta de atendimento nas escolas.

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Com informações de Agência Brasil

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Professores da rede municipal de São Paulo rejeitam proposta de reajuste e continuam em greve

Professores e demais servidores da Educação do município de São Paulo recusaram a oferta de aumento apresentada pela Prefeitura e decidiram manter a greve durante assembleia realizada esta semana. A paralisação teve início no final de abril.

A categoria pede recomposição salarial que inclui atualização de 5,4% no piso do magistério e valorização de 14,56%. A Prefeitura, por sua vez, propôs reajuste geral de 3,51% para todos os servidores, baseado no Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo (IPC-Fipe) acumulado no último ano considerado pela administração.

A proposta municipal passou por votação em primeiro turno na Câmara Municipal e obteve aprovação inicial; uma segunda votação está prevista para ocorrer na sequência. A gestão municipal informou que a medida terá impacto superior a R$ 1 bilhão por ano na folha de pagamento e que, caso aprovada, os servidores terão reajustes aplicados já em maio, resultantes da soma de 2,55% concedidos em 2025 e 2% programados para 2026.

O Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) afirmou que a proposta encaminhada pelo prefeito Ricardo Nunes não recupera as perdas acumuladas pela categoria. Em comunicado, o Sinpeem anunciou a manutenção e intensificação da greve, com realização de manifestação e nova assembleia em frente à Prefeitura.

O Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp) qualificou a oferta como “indecente”, destacando que o reajuste não cobre a inflação do período e seria concedido em duas parcelas. O Sinesp também criticou pontos da proposta que, segundo o sindicato, incentivam formas de contratação precárias, prejudicam concursos públicos e alteram o cargo de professor de educação infantil, o que poderia abrir “portas para a privatização”.

O Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep) também rejeitou a proposta, apontando que o percentual sugerido é inferior à inflação acumulada nos últimos doze meses medida pelo IPCA, e criticou a divisão do reajuste de 3,51% em duas parcelas, bem como o tratamento de benefícios como vale-alimentação e auxílio-refeição.

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A Prefeitura afirmou que, na área da Educação, parte dos profissionais terá aumento de 5,4% no piso inicial, e que um professor em início de carreira, com jornada de 40 horas semanais, passará a receber R$ 5.831,88, valor 13,7% acima do piso nacional da categoria para 2026. O Executivo também informou que mantém política contínua de valorização dos servidores desde 2021 e recordou decisão judicial que determina a manutenção parcial do funcionamento das unidades educacionais durante a greve, com exigência de operação mínima por profissionais.

A administração municipal acrescentou que ausências não justificadas serão descontadas conforme a legislação e orientou responsáveis por alunos a acionar as Diretorias Regionais de Educação em caso de falta de atendimento nas escolas.

Com informações de Agência Brasil

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