Lore Improta, dançarina e influenciadora, afirmou que enfrenta dificuldades para se alimentar adequadamente na reta final da gravidez do segundo filho, fruto do casamento com o cantor Léo Santana.
Em publicação nas redes sociais, a artista, que aguarda um menino e é mãe de Liz, de 4 anos, explicou que os sintomas dessa gestação têm sido diferentes dos da primeira. Segundo Lore, enquanto na gravidez de Liz ela sentiu enjoo durante os nove meses, nesta gravidez o desconforto ocorreu principalmente nos quatro primeiros meses e com maior intensidade pela manhã.
Ela relatou situações pontuais em que o enjoo chegou a impedir tarefas simples: “Às vezes eu não queria escovar o dente porque a pasta me enjoava”, disse, ao comentar a adaptação a esses sintomas e as formas que encontrou para lidar com eles.
Lore também descreveu mudanças no apetite ao longo da gravidez. Nos primeiros quatro meses, afirmou sentir muita fome e, em alguns dias, chegou a consumir três pratos de comida — almoço, um lanche e janta. Entretanto, a partir do quinto mês, passou a sentir aversão a refeições quentes: “Comecei a não conseguir comer comida, me enjoava. Mas agora eu não consigo comer o café da manhã, não consigo almoçar, a janta às vezes ainda desce melhor do que o resto do dia”, explicou.
A dançarina revelou que tem utilizado estratégias para manter a alimentação necessária ao desenvolvimento do bebê. “A gente precisa se alimentar bem pra o neném ficar saudável”, afirmou. Ela relatou que, para conseguir almoçar em um dos dias, precisou tomar açaí e usar um medicamento contra o enjoo antes da refeição.
Lore comparou ainda os hábitos alimentares entre as duas gestações: na primeira, disse, quase só conseguia comer sorvete napolitano, Cheetos e banana. Na atual gestação, tem buscado alternativas, como alimentos gelados, e recorre a medicamentos quando necessário para controlar o desconforto e conseguir se alimentar.

Em suas declarações, a influenciadora descreveu a oscilação entre fome intensa e náuseas que tem marcado os diferentes períodos da gestação, sem apontar datas específicas além da menção aos meses iniciais e ao quinto mês como marco da mudança nos sintomas.
Ela não acrescentou prognósticos sobre a evolução dos sintomas, limitando-se a relatar as experiências recentes e as medidas adotadas para manter a alimentação durante a gravidez.
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