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Policial

Fiscalização da PRF e Adema apreende 517 animais silvestres no sertão de Sergipe

Uma operação de fiscalização conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) resultou na...

17/04/2026 · 15h26 · Atualizado às 19h12
Fiscalização da PRF e Adema apreende 517 animais silvestres no sertão de Sergipe

Uma operação de fiscalização conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) resultou na apreensão de 517 animais silvestres no sertão sergipano. A ação teve início na última sexta-feira (11) e encerra nesta sexta (17).

Do total recolhido, 487 são aves e 30 são jabutis, todos mantidos em cativeiro de maneira irregular. Aproximadamente 500 desses animais foram resgatados em diferentes locais da região, segundo os órgãos responsáveis. A manutenção de fauna silvestre sem autorização configura crime ambiental, sujeito a penalidades administrativas e criminais.

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Durante a operação foram lavrados 119 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). As multas aplicadas aos envolvidos, somadas, ultrapassam a marca de R$ 200 mil. Conforme informado pelas autoridades, a legislação permite aplicação de multa de até R$ 5 mil por exemplar apreendido, além da possibilidade de detenção de até um ano para os responsáveis.

Entre as espécies retiradas de cativeiro estão aves comumente alvo do tráfico, como papa-capim, canário-da-terra e trinca-ferro. Também foram identificados animais considerados ameaçados de extinção, incluindo curió, azulão e papagaio-verdadeiro.

Após o resgate, todos os animais foram submetidos a avaliação por profissionais ambientais. A maior parte foi devolvida imediatamente ao habitat natural quando condições de saúde e comportamento permitiram. Aqueles que não apresentaram condições adequadas para soltura foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, onde permanecem em processo de reabilitação.

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As ações de fiscalização tiveram como objetivo coibir a manutenção irregular de fauna e o tráfico de animais na região. Os órgãos envolvidos destacaram as medidas administrativas e legais que podem ser aplicadas aos responsáveis pelos cativeiros ilegais.

Foto: PRF/SE

 

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Uma operação de fiscalização conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) resultou na apreensão de 517 animais silvestres no sertão sergipano. A ação teve início na última sexta-feira (11) e encerra nesta sexta (17).

Do total recolhido, 487 são aves e 30 são jabutis, todos mantidos em cativeiro de maneira irregular. Aproximadamente 500 desses animais foram resgatados em diferentes locais da região, segundo os órgãos responsáveis. A manutenção de fauna silvestre sem autorização configura crime ambiental, sujeito a penalidades administrativas e criminais.

Durante a operação foram lavrados 119 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). As multas aplicadas aos envolvidos, somadas, ultrapassam a marca de R$ 200 mil. Conforme informado pelas autoridades, a legislação permite aplicação de multa de até R$ 5 mil por exemplar apreendido, além da possibilidade de detenção de até um ano para os responsáveis.

Entre as espécies retiradas de cativeiro estão aves comumente alvo do tráfico, como papa-capim, canário-da-terra e trinca-ferro. Também foram identificados animais considerados ameaçados de extinção, incluindo curió, azulão e papagaio-verdadeiro.

Após o resgate, todos os animais foram submetidos a avaliação por profissionais ambientais. A maior parte foi devolvida imediatamente ao habitat natural quando condições de saúde e comportamento permitiram. Aqueles que não apresentaram condições adequadas para soltura foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, onde permanecem em processo de reabilitação.

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As ações de fiscalização tiveram como objetivo coibir a manutenção irregular de fauna e o tráfico de animais na região. Os órgãos envolvidos destacaram as medidas administrativas e legais que podem ser aplicadas aos responsáveis pelos cativeiros ilegais.

Foto: PRF/SE

 

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